Ela virou uma estrelinha

Semana passada a nossa cachorrinha São Bernardo morreu. Ela já estava bem velhinha, tadica, e estava com a gente há quase 10 anos.

Última foto da Mel

Já falei por aqui da relação que ela tinha com o Miguel desde que ele era pequeno, mas desde que ele começou a ficar mais tempo na escolinha eles acabaram se distanciando, então a dor maior foi do restante da nossa família. Mas como abordar a morte com uma criança tão pequena?

Ele já havia tido um primeiro contato com esse tipo de perda em junho, quando a cachorra da Bruna morreu. Para informá-lo do ocorrido, dissemos: “A Meguinha morreu e virou uma estrelinha, que nos observa lá do céu“. Na época, ele pareceu aceitar a ideia, mas repetia sempre que via a Bruna a mesma frase. Ele gostava da velhinha, a santa do almofadão como a chamávamos, mas ela gostava de sossego e fugia dele hehehehe.

Quando assistimos o King Kong de 1933, no final do filme ele disse triste: “O King Kong morreu… E virou uma estrelona“, achei fofa a sensibilidade.

Entre as coisas mais divertidas que ouvi dele sobre isso é que ele construiria um foguete para ir buscar as cachorras de volta.

Alguns dos meus leitores já passaram por essa situação ou parecida? Como foi?

16 respostas
  1. Denis
    Denis says:

    Sem desmerecer os bichanos, que em alguns casos fazem mais falta que pessoas.

    Acho q o difícil mesmo será qdo for com um ente próximo. Um Vô, uma Vó… aí o calo aperta e aí acho q qq historinha é difícil deles entenderem.

    É mesmo a pior coisa a ter que se explicar para uma criança pequena.

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  2. Em Nome dos Pais de Múltiplos
    Em Nome dos Pais de Múltiplos says:

    "e virou uma estrelona"… que coisa mais linda…
    nossa retriever, Kiara, ja vai pelos 8 anos, e ja alberga um monte de enfermedades que passamos com ela… e firme e forte ela está conosco… rezamos sempre para que possa chegar a ter um elo gigante com nossos infantes. Descanse contente, Mel 🙂 vc fez feliz a uma família. (que linda cadela, :))

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  3. Léo Vargas
    Léo Vargas says:

    Po mano, que triste e ao mesmo tempo fofo pra valer. Acho que todo mundo que curte criança, automaticamente também ama os filhos de 4 patas. Lá em casa temos 3 e a mais velha, nossa bassethound deve bater as botas em uns 4 anos, com a Laura no auge dos questionamentos. Não posso pensar nestas coisas que fico realmente triste em me imaginar contando o fato.

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  4. Sessa Derger
    Sessa Derger says:

    Sou tão apaixonada por esta raça, acho os cães mais lindos do mundo! Fiquei tão triste, mas sabe que eu acho que as crianças sabem lidar melhor com esta separação do nós adultos? Bjaum

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  5. July Gomes
    July Gomes says:

    É complicado explicar uma situação assim,acho pior quando é alguém da família.Achei fofa a historia do foguete.O pai de uma colega faleceu e para explicar para filha ela disse :"Vovô esta morando com papai do céu." Um dia eles foram na igreja e a menina perguntou se o avô dela tava lá, pq ela tava com saudade.^^

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  6. Anônimo
    Anônimo says:

    Oi Rafael cheguei no seu blog a pouco tempo atravéz do potencial gestante, Miguel é lindo e esperto parabéns!! não vejo a hora do meu estar na idade dele, essa fase parece ser uma delicia…
    Sinto muito pela Mel. abraços

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