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Uma imagem com fundo roxo exibe um quadrado magenta à direita. Dentro, está a ilustração em pixel art de um homem careca e barbudo, de sorriso discreto, segurando uma caneca branca. Ele usa uma túnica cinza listrada. À esquerda, textos alinhados ao centro em branco e amarelo. Em destaque e letras maiúsculas: "LISTÃO DO NORIS". Abaixo, uma faixa preta com as palavras em branco: "PESADELOS, MINHOCAS, NAMORADOS, ETC". No canto inferior direito, o número em preto sobre fundo branco:

oi, aqui é o Noris!

“vocês não imaginam o prazer que é estar de volta” depois de uma pausa tão grande causada, principalmente, por uma mão quebrada. mas sem drama, aqui está a minha 8ª baguncinha com 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

boa leitura!

1️⃣ 210 anos de um pesadelo fantástico

no verão de 1816, um grupo de amigos que adorava caminhar em volta do lago e ter discussões filosóficas ficou preso em casa, por conta de um toró, e decidiu brincar de criar histórias de assombração.

a turminha do barulho era simplesmente Lord Byron, Percy Shelley, John Polidori e Mary Shelley.

dias depois, na noite de 16 de junho, Mary teria tido o pesadelo que virou o pontapé inicial de Frankenstein, livro que ela publicaria dois anos depois e que, veja só, continua assustadoramente atual. afinal, não são poucos os monstros que a tecnologia tem nos permitido criar.

Retrato de Mary Shelley, escritora inglesa autora de Frankenstein. A pintura de Samuel John Stump mostra ela sentada, com cabelos escuros cacheados, vestido preto adornado com flores claras e um colar longo, diante de um fundo vermelho escuro. Seu olhar é sereno e levemente melancólico.

esse clássico gótico será tema do próximo encontro do Leia Diversidades, clube de leitura que coordeno aqui em Pedreira/SP. — se quiser saber mais, siga o perfil do projeto no Insta

2️⃣ revise o trabalho de IA, por favor

esses dias eu tava fazendo pesquisas para um diretor publicar aqui no LinkedIn (você sabia que sou ghostwriter?) e deparei com um estudo curioso:

  • 85% dos profissionais dizem economizar de 1 a 7 horas por semana usando IA
  • e a cada 10 horas ganhas em eficiência, cerca de 4 vão embora revisando, corrigindo ou refinando o que a própria IA gerou.

é um saldo bem positivo, que também mostra uma coisa importante: pra quem se preocupa com qualidade, a IA não elimina trabalho humano.

e, como chato que sou, é bom também não se enganar por esses dados, porque quem é que vai admitir em pesquisa que fez coisas com a IA sem revisar? hahahaha — fonte dos dados

3️⃣ já deu uma olhada nas novas minhocas brasileiras?

minha namorada, fonte inesgotável de curiosidades, me contou que duas novas espécies de minhocas foram descobertas no interior de São Paulo.

os nomes delas são Fimoscolex bernardii (em homenagem ao pesquisador Alberto Bernardi) e Glossoscolex canchim (em homenagem a árvore Canchim, nativa da Mata Atlântica e que dá nome à fazenda onde foram encontradas).

Uma pessoa segura na palma da mão uma minhoca clara e alongada, coberta parcialmente por terra. Ao fundo aparecem grama verde e outra mão suja de solo, durante uma atividade de campo ao ar livre.

as duas espécies foram encontradas numa fazenda da Embrapa em São Carlos. foto de Lilianne Maia Bruz

o mais curioso é pensar que, se eu encontrasse uma delas no quintal, provavelmente só pensaria “olha, uma minhoca”. jamais imaginaria que poderia estar diante de uma espécie ainda desconhecida pela ciência.

um detalhe importante é que essas novas minhocas foram encontradas em áreas de sistemas integrados de produção (que combinam diferentes atividades agrícolas, pecuárias e florestais em uma mesma área) e elas são, de certo modo, um atestado de qualidade ambiental.

ou seja, a descoberta serve também como uma comprovação de que as práticas de agricultura conservacionista defendidas pela Embrapa conseguem manter os processos biológicos essenciais e a biodiversidade do solo mesmo em áreas de alta produtividade.

dado curioso: o Brasil já tem cerca de 336 espécies de minhocas descritas, mas os pesquisadores estimam que esse número pode passar de 1.400!mais infos sobre a descoberta

4️⃣ e o Dia dos Namorados, hein

quem é da área de publicidade e propaganda pode já conhecer a história, mas… você sabia que o Dia dos Namorados no Brasil nasceu de uma campanha de marketing?

e mais, foi encabeçada pelo João Dória, pai do coxinha ex-governador de SP. ele era publicitário da agência Standart e criou uma grande campanha pra loja de departamentos Exposição com o objetivo de movimentar as vendas em um mês fraco para o comércio.

Anúncio publicitário em preto e branco de 10 de junho de 1949 para o Dia dos Namorados. No centro, um homem tenta beijar uma mulher surpresa. No topo aparece a frase “Nem só com beijos se prova o amor!”, acompanhada de ofertas de presentes das lojas Exposição Avenida e Exposição Carioca.

o dia 12 de junho foi escolhido por ser véspera de Santo Antônio, que é casamenteiro (e nem é dos melhores, dizem as más línguas, já que nunca foi casado). — história completa no site O Globo

5️⃣ por falar em marketing

se você trabalha nessa área (ainda mais se for com creator economy), devia seguir a Alana Becherer, que tem uma série mensal maravilhosa com as melhores publis do mês:

6️⃣ dica pra sua página ganhar seguidores no LinkedIn

Captura de tela do menu administrativo de uma Company Page no LinkedIn. A opção “Convidar para seguir” aparece destacada com um círculo vermelho, indicando o recurso usado para convidar contatos a seguirem a página.tem coisas pequenas que ajudam mais que hacks pra ganhar seguidores na sua company page no LinkedIn. uma delas é a ferramenta de “Convidar para seguir”.

se você tem um negócio que está começando no LinkedIn, vá ao seu painel e use os créditos mensais disponíveis pra convidar suas conexões pra seguir a página.

mas não saia convidando todo mundo: priorize clientes, parceiros, leads, ex-colegas e pessoas que realmente têm relação com o tema.

isso aumenta a chance de aceite e ajuda a página a nascer com uma audiência mais qualificada, gente que pode comentar, compartilhar e virar oportunidade depois.

e detalhe: quando alguém aceita o convite, o crédito volta pro seu saldo. então dá pra fazer isso de tempos em tempos, o resultado vale a pena! — saiba mais

 

7️⃣ dica pra sua página fazer mais sucesso com seus colaboradores

Captura de tela do painel administrativo de uma Company Page no LinkedIn. À esquerda aparece o menu de navegação, com a opção “Publicações na página” destacada. À direita, o menu de ações de uma publicação está aberto após clicar no ícone de três pontos, exibindo opções como editar, excluir e “Notificar funcionários”, que está circulada em vermelho para destacar o recurso.mais um hack bobo e eficiente, que muita gente não usa. só que essa dica vale também (e, talvez, até principalmente) para páginas que já têm uma presença bacana aqui no LinkedIn: o botão de Notificar Funcionários.

não recomendo usar pra todos os posts ou toda hora, mas: fez um post de evento interno? com foco em employer branding? chegou alguém novo na equipe ou uma pessoa atingiu uma milestone na empresa?

entre no painel de conteúdo da company page, clique nos “…” e toque em “Notificar funcionários”. As pessoas que colocaram sua página em “Experiência profissional” no perfil receberão uma notificação.

simples, né? falei disso um tempo atrás num post pra Digitale e gosto sempre de reforçar onde sou chamado pra falar de LinkedIn. — mais detalhes aqui

8️⃣ como era o céu naquele dia, naquele lugar?

se você gosta de astronomia ou apenas de observar o céu de vez em quando, enquanto pensa: quanto tempo falta pro capitalismo destruir esse mundo, acho que você vai gostar do painel interativo do site Sky and Telescope.

é só botar o dia, hora e coordenadas do local que você quer e ele te mostra as constelações que estavam no céu naquele momento.

Captura de tela do site Sky & Telescope mostrando um mapa do céu visto de São Paulo em uma data e horário específicos. À direita, um planisfério exibe constelações, estrelas, planetas e a posição da Lua; à esquerda, aparecem as configurações de localização, data, hora e opções de visualização.

9️⃣ falando em olhar pro céu…

você acompanhou a novela do OVNI no Paraná? o Mayk Leão viralizou no começo deste mês dizendo que viu uma nave perto do sítio dele e, como fã-cético de ufologia e Arquivo X, eu obviamente pensei: I want to believe, mas…

muita gente achou que seria publi do novo filme do Spielberg, Dia D. quem dera fosse, teria sido genial e pouparia tanta treta.

a história cresceu rápida demais, com o perfil do Mayk explodindo, publis pegando carona no tema, acusações, ameaças e até afastamento das redes sociais.

é assustador como a internet transforma qualquer luz piscando no mato em espetáculo, investigação coletiva, oportunidade comercial e crise pública ao mesmo tempo, né? o Aos Fatos fez um ótimo resumo de como essa história nasceu, cresceu e morreu, recomendo — leia aqui

🔟 e falando em divulgação de filme

quem aqui já deu uma olhada no novo streaming brasileiro Tela Brasil, que é gratuitíssimo?

eu ainda não consegui tempo pra assistir, mas adorei a proposta e já fui lá montar uma humilde lista de filmes pra assistir:

Captura de tela da área pessoal da plataforma de streaming gratuita Tela Brasil. A página exibe uma seleção de filmes brasileiros salvos pelo usuário, com títulos como Perto de Clarice, O Que É Isso, Companheiro?, A Hora da Estrela e Divinas Divas, organizados em cartões com capa, ano de lançamento e classificação indicativa.

a navegação e descoberta dos filmes ainda tem muito a melhorar, mas é bem bacana pra algo recém lançado e de graça. em breve deve sair os apps pra Android e iOS.

tem algo legal pra indicar também?

deixe nos comentários e bora aumentar o Listão! 🫶

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Capa da edição #007 do Listão do Noris, com fundo roxo e o título “LISTÃO DO NORIS” em destaque. abaixo, uma faixa preta traz os temas da edição: “Top Voices, Cavalo de Fogo, Assurbanípal, etc”. à direita, há uma ilustração em estilo pixel art do autor segurando uma caneca e o número “#007”.

oi, aqui é o Noris!

aqui está a minha 7ª baguncinha com 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

boa leitura!

1️⃣ já viu a lista dos novos Top Voices brasileiros no LinkedIn?

o LinkedIn Notícias publicou há algumas semanas sua lista de profissionais que se destacam aqui na plataforma e tem muita gente legal. da minha área acompanho duas que entraram na lista e merecem muito o reconhecimento: a Ana Carvalho RP e a Camila Scopeta Rodrigues. das outras áreas confesso que não conheço a turma, mas fica a dica de passar lá no artigo deles pra ver todo mundo. — post com a lista de Top Voices Brasil 2026

2️⃣ você sabe de onde veio o Carnaval?

se você acha que os bloquinhos de rua no carnaval de hoje em dia são caóticos, é porque talvez não conheça o entrudo, a precursora dessa festa.

no século 18 e 19, esses dias que antecedem a quaresma eram quase de uma guerra civil de brincadeira: gente jogando água, farinha, limão-de-cheiro e o que mais estivesse à mão em desconhecidos na rua (o que lembra um pouco da brincadeira que se faz com aniversariantes, né?).

A imagem retrata uma cena do "Entrudo" no Brasil, o precursor do Carnaval moderno, registrado pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret no início do século XIX. É a ilustração de uma rua no Brasil colonial durante o entrudo: homens e mulheres negros e brancos brincam jogando água e objetos uns nos outros. Uma mulher carrega uma bandeja na cabeça enquanto é segurada por um homem; ao lado, outras pessoas preparam baldes e limões-de-cheiro. Ao fundo, casas coloniais e mais gente participando da confusão festiva.

pintura de Jean-Baptiste Debret

era uma tradição que vinha de Portugal e incomodava bastante a elite por aqui. foi reprimido, censurado e ganhando novas formas até chegar aos desfiles que conhecemos hoje.

e as origens do entrudo? fica pra uma próxima.

3️⃣ Cavalo de Fogo deve reger o Ano Novo Chinês

Cena do desenho animado Cavalo de Fogo, onde vemos a Sara, protagonista da série, vestida com trajes de cowgirl, montada no cavalo de fogo, que é roxo e possui pelos rosas. A imagem faz um paralelo com o nome do desenho e o símbolo do Ano Novo Chinês.

não tem nada a ver com o desenho animado, mas claro que ele foi a primeira coisa que me veio a mente. aliás, em 2026 completa-se 40 anos da estreia dele :O

você já está pronto pro Ano Novo Chinês que começou ontem, dia 17 de fevereiro? ele será o ano do Cavalo de Fogo no zodíaco deles, e esse cavalo simboliza dinamismo, movimento, coragem e mudanças ousadas.

sempre achei lindo ver as celebrações em vídeos e fotos na Liberdade, lá em São Paulo: os desfiles, as cores, a energia, mas nunca consegui ir ver ao vivo. um dia, quem sabe… esse ano não deu.

4️⃣ como otimizar seu conteúdo pras buscas da IA?

o LinkedIn acabou de lançar um guia chamado “How to Optimize Your Owned Content for AI Search” com ótimos insights pra quem trabalha com redação, SEO, inbound ou desenvolvimento web.

a empresa viu quedas de 60% no tráfego depois do lançamento do AI Overviews do Google (aquelas respostas prontas que já aparecem no topo da busca) e o documento diz que a Gartner estima que o volume de buscas tradicionais pode cair até 25% ainda este ano.

recomendo muitão a leitura! — link para download do guia

5️⃣ cuidado com as extensões do Chrome que você usa

 

nas últimas semanas, o criador Jasmin Alić publicou que teve o perfil restringido por “atividade suspeita”. ao conversar com a equipe do LinkedIn, ele ouviu que “toda e qualquer extensão é proibida”.

isso gerou muita discussão, porque quem usa LinkedIn no desktop geralmente tem várias extensões instaladas.

mas o lance é que o LinkedIn vem endurecendo a detecção de comportamento automatizado, tipo: envio de DMs em massa, visitas massivas a perfis e scraping.

e isso está nos próprios termos da plataforma (aqueles que todo mundo aceita e ninguém lê): é proibido usar softwares, scripts, plugins ou qualquer tecnologia para copiar dados ou automatizar ações dentro do serviço.

se alguma extensão que você usa no Chrome executa ações na sua conta ou coleta informações da tela, tome cuidado, porque o risco é real.

6️⃣ já ouviu falar do Assurbanípal?

ele foi o último dos grandes reis da Assíria e teve uma obsessão improvável para um governante: reunir todo o conhecimento escrito de épocas anteriores sob um mesmo teto, sua Biblioteca Real.

adivinhação, medicina, mitos, poesia, rituais, história são alguns dos assuntos tratados nas mais de 30.000 tabuletas de argila encontradas em escavações feitas no século 19.

A imagem mostra a estátua de Assurbanípal em São Francisco. A escultura retrata um rei da antiga Mesopotâmia segurando um leão e um livro, sobre um pedestal em frente a um edifício.

e é por causa dessa biblioteca, que entrou pro Guinness Book como a mais antiga do mundo, que hoje conhecemos boa parte da Mesopotâmia antiga.

descobri esse cara durante o feriado do Carnaval, ouvindo um episódio antigo do Anticast com minha namorada hahaha — ouça o episódio do podcast

7️⃣ quem diria, né?

um estudo de 8 meses com 200 funcionários de uma empresa de tech mostrou um problemão: ferramentas de IA não reduziram trabalho, mas tem feito as pessoas trabalharem mais.

esses funcionários começaram a fazer tarefas que antes não faziam, trabalharam em horários que antes eram pausas e passaram a gerenciar várias tarefas ao mesmo tempo porque a IA fez parecer que eles davam conta.

vale muito a leitura pra entender o que rolou, o resultado disso e o que os pesquisadores propõem pra gente não virar escravo da própria ferramenta — matéria da Harvard Business Review

8️⃣ uma reflexão sobre a importância de termos um “laboratório de testes”

9️⃣ tá afim de estudar online e de graça?

descobri recentemente o site da Escola Virtual e recomendo muito pra quem se interessa por educação continuada, gratuita e online.

lá tem muitos cursos e programas interessantes, ofertados por diversas instituições e empresas. dá pra estudar desde direito ambiental com o ICMBio até inteligência artificial com a Microsoft.

eu comecei a fazer uma Formação de Mediadores de Leitura lá, por conta do meu projeto “Leia Diversidades”. vale uma visita, no mínimo. — site da Escola Virtual

🔟 um lembrete, antes de você ir embora

Meme com fundo lilás mostrando a personagem Elsa, de Frozen, super musculosa com expressão confiante e segurando um bastão. O texto diz: “Toda vez que você hesita, alguém com menos talento ocupa o seu lugar. O mundo recompensa a audácia, não o potencial. Supere a hesitação, mana.”

do Instagram da Melted

tem algo legal pra indicar também?

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ainda tem MUITA gente que culpa link por post que não performa.

não é o link. é o post mesmo.

“ah, mas o LinkedIn não gosta que as pessoas saiam da plataforma”

não funciona assim.

no mobile, o link abre em navegador embutido.
no desktop, abre outra aba e o site segue ativo.

o problema é comportamental.

o LinkedIn não penaliza link. penaliza desinteresse.
comentários, tempo de leitura, salvamentos, é isso que o algoritmo lê.

se o texto for bom, a pessoa comenta antes de clicar ou volta pra comentar. se for ruim, ela só scrola.

mas é mais fácil culpar o link do que admitir que o post não prendeu ninguém.

Imagem com fundo rosa e roxo. Ao centro, um homem careca e barbudo aparece em close, com expressão pensativa e a mão no queixo. Sobre a imagem, há o texto em destaque: “será que o problema do post está mesmo no link?”. No rodapé, aparece o nome “/rafanoris”.

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há mais de 1 ano escrevo newsletters no LinkedIn para empresas, mas foi criando a minha que aprendi coisas que nunca teria descoberto só escrevendo pra clientes.

quando você lida com #reputação de marca, o campo de testes é limitado.

você pode planejar, pode sugerir, mas no final do dia tem um cliente do outro lado esperando resultado. e resultado, nesse contexto, raramente inclui “fuçar nas configurações pra ver o que acontece”.

aí criei a minha. Listão do Noris.

publiquei em julho passado, meio no impulso, com um nome que fosse direto ao ponto e um visual que só ficou certo na terceira edição (mas o importante não era o design, era ter um laboratório sem medo de estragar).

nas #newsletters que escrevo profissionalmente pela Digitale, cuido do texto. na minha, cuido de tudo: formatação, configurações, SEO, frequência, tom.

e foi justamente nessa exploração que descobri ferramentas de otimização que o Linkedin oferece e que ninguém estava usando.

resultado: melhorei as entregas dos clientes com algo que aprendi fuçando sozinho.

💡 curiosidade sobre newsletters aqui no #LinkedIn: mais de 184 mil newsletters são publicadas no linkedin atualmente, e 489 das 500 newsletters mais populares pertencem a pessoas físicas, não empresas. isso não é coincidência, projetos pessoais funcionam porque você pode testar, errar, ajustar e aprender sem protocolo.

se você trabalha com conteúdo, design, produto, código (qualquer coisa que dependa de experimentação), ter um projeto seu não é um luxo. é uma necessidade.

é o lugar onde você descobre coisas que nunca descobriria num briefing.

a minha newsletter é uma lista mensal de 10 coisas que achei por aí: pode ser estudo sobre B2B, pode ser um esqueleto de ornitorrinco (sim, coloquei isso na primeira edição).

tudo que não cabe num trabalho com cliente, cabe ali. e é exatamente por isso que funciona.

se quiser acompanhar, é só assinar: https://lnkd.in/drKk6Cq8

imagem com fundo em tom roxo e rosa, mostrando uma mesa de trabalho vista de cima: notebook aberto, teclado, mouse e um controle de videogame na mão de uma pessoa. sobre a imagem, em letras grandes brancas, o texto “todo profissional precisa de um laboratório próprio”. no canto inferior, a assinatura “/rafanoris”.

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Card da retrospectiva do LinkedIn com a pergunta “Sabe quem foi sua primeiríssima conexão?”. Abaixo, aparece o nome “Mariana Noris”, com a informação “Desde novembro de 2009”, e a foto de uma mulher sorrindo.

o LinkedIn lançou a retrospectiva do ano e o dado que me chamou mais a atenção é o da minha primeiríssima conexão:

foi minha irmãzona Mariana Noris, lá em novembro de 2009.

ela talvez não faça ideia disso (porque nunca devo ter comentado), mas ela sempre foi minha maior referência de organização, planejamento e profissionalismo, bem mais do que meu pai, inclusive, que também era da Administração.

uma inspiração de como atravessar a vida com responsabilidade.

virginiana, né?

faz todo sentido ser minha primeira conexão numa rede como essa. e ela sempre será uma das mais fortes ✨

e você, já deu uma olhada na sua retrospectiva? apareceu algum achado curioso por aí?

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Data Analyst Using Data Analytics KPI Dashboard

O LinkedIn acaba de lançar o estudo “Easy to Find: Being Where B2B Buying Happens”, um dos materiais mais relevantes do ano para quem quer entender como as marcas B2B crescem em um cenário cada vez mais competitivo e digital.

Com dados quantitativos e qualitativos, o documento mostra que as empresas que crescem são as que estão presentes, visíveis e acessíveis nos canais onde as decisões realmente acontecem.

Mas o que isso significa na prática? E como sua marca pode usar esses aprendizados no LinkedIn para gerar crescimento real?

Nós da Digitale vamos resumir e traduzir os principais insights do estudo a seguir.

Crescimento em B2B depende de duas forças

Segundo o estudo, as marcas B2B que mais crescem são aquelas que equilibram “mental availability” e “physical availability:

  • Mental availability é ser lembrado quando surge uma necessidade de compra.
  • Physical availability é ser fácil de encontrar e comprar nos canais certos.

Em outras palavras, não basta ser reconhecido, é preciso estar presente no momento da decisão.

No LinkedIn, isso se traduz em marcas que constroem presença consistente (por meio de conteúdo, anúncios e networking ativo) e que facilitam o contato e a descoberta de suas soluções.

Presença: estar onde o seu cliente está

O relatório aponta que os compradores B2B usam, em média, 3,7 canais de vendas. Isso mostra que estar presente apenas em um canal é o mesmo que estar ausente de vários.

A pesquisa também mostra que eventos (muitas vezes subestimados) continuam sendo extremamente eficazes quando integrados a uma estratégia digital.

A recomendação do estudo é investir em amplificação digital, combinando presença física com conteúdo e campanhas no LinkedIn para alcançar públicos novos e relevantes.

💡 Insight Digitale: Use os eventos (presenciais ou online) como pontos de partida para conteúdos estratégicos no LinkedIn. Transforme cada palestra, painel ou workshop em posts, vídeos e artigos que mantenham a conversa viva muito depois do evento terminar.

Prominence: seja fácil de achar (e de lembrar)

A prominence, ou destaque, é o que faz uma marca ser lembrada primeiro. E o estudo mostra um dado alarmante: no setor B2B, apenas 46% das buscas mencionam o nome da marca, enquanto no B2C o número chega a 87%.

Isso significa que muitas empresas B2B ainda dependem demais de anúncios pagos (rented prominence) e pouco constroem ativos próprios de marca (owned prominence), como identidade visual, tom de voz e presença orgânica sólida.

💡 Insight Digitale: No LinkedIn, construir destaque orgânico é uma vantagem competitiva. Marcas que publicam com consistência e estimulam seus colaboradores a se tornarem criadores internos fortalecem o reconhecimento e reduzem a dependência de mídia paga.

Portfólio: menos é mais

O estudo revela que 30% dos profissionais de marketing B2B não sabem o quanto seu portfólio principal representa do faturamento.

Entre os que sabem, o core responde por cerca de 50% das vendas.

Ou seja, portfólios enxutos e bem posicionados são mais eficientes do que catálogos extensos e confusos.

O relatório propõe uma abordagem inspirada no varejo: priorizar hero products, simplificar a comunicação e alinhar mensagens às situações reais de compra.

💡 Insight Digitale: No LinkedIn, a clareza é poder. Destaque suas soluções principais em carrosséis, cases e depoimentos. Concentre-se em mostrar o valor do que sua marca faz de melhor.

O que isso significa para o marketing B2B no LinkedIn

O estudo reforça que o crescimento em B2B não acontece por acaso, mas é resultado de estratégias bem calibradas de presença, destaque e consistência.

Para as marcas que atuam no LinkedIn, isso se traduz em três movimentos estratégicos:

  • Amplie sua presença: esteja ativo nos formatos certos (páginas, newsletters, vídeos e LinkedIn Ads).
  • Construa ativos distintivos: mantenha um tom e uma estética reconhecíveis.
  • Simplifique sua mensagem: comunique o essencial com frequência e propósito.

Para ler o estudo completo, acesse a página do LinkedIn Marketing Solutions.

 


Post para o blog da Digitale.

Rocket launching above 2026 cubes with target icon and growth graph on yellow background, symbolizing business startup, creative market, innovation strategy, new year goals, and future success.

O LinkedIn vive um momento decisivo.

Desde a queda do Twitter (e o enfraquecimento do X), a rede se consolidou como o principal espaço para discussões profissionais, troca de conhecimento e marketing B2B.

Com mais de 1,2 bilhão de membros e uma curva constante de engajamento, a plataforma está ampliando sua presença entre criadores de conteúdo e marcas, mas, como todo ecossistema digital, também passa por transformações profundas.

As previsões para 2026 apontam para uma fase marcada por vídeos, inteligência artificial, aprendizado rápido e personalização de jornada.

Entender essas mudanças agora é fundamental para quem quer continuar relevante no LinkedIn, seja como profissional, criador ou empresa.

1. O vídeo assume o protagonismo

O vídeo será o principal formato do LinkedIn em 2026.

O tempo de visualização de vídeos cresce 36% a cada ano, e publicações em vídeo são 20 vezes mais compartilhadas do que qualquer outro tipo de conteúdo.

A plataforma já vem testando em algumas regiões um feed dedicado de vídeos em tela cheia, com experiência semelhante ao TikTok e ao Reels, o que reforça o foco em consumo rápido e visual. A expansão global dessa funcionalidade poderia vir em 2026.

Além disso, o LinkedIn planeja fortalecer o uso de transmissões ao vivo (live streaming), conectando usuários a eventos corporativos, feiras e conferências em tempo real, assim transformando a rede em uma vitrine dinâmica para discussões setoriais e insights de mercado.

💡 Oportunidade: marcas e profissionais que dominarem o vídeo curto, o storytelling e as lives temáticas terão vantagem competitiva. A tendência é clara: quem não aparecer, dificilmente será lembrado.

2. A inteligência artificial como motor de personalização

O LinkedIn está prestes a usar a IA em larga escala para reconfigurar a experiência dos usuários.

A expectativa é que a plataforma consiga finalmente entregar um mapeamento de trajetória profissional personalizado, utilizando dados sobre histórico, formação, experiências e interesses. Essa função deve ser combinada a sugestões de cursos do LinkedIn Learning, vagas compatíveis e recomendações de conexões estratégicas.

Com o apoio das tecnologias da Microsoft, o LinkedIn pode finalmente ganhar um assistente de IA integrado ao feed, que ajudará usuários a otimizar perfis, planejar postagens e acompanhar tarefas diárias na plataforma. Hoje são recursos espalhados nos perfis Premium, mas que podem ser ampliados e melhor conectados.

Para profissionais e empresas, isso representa uma nova era de perfis orientados a dados. A curadoria de conteúdo e o posicionamento pessoal serão ainda mais decisivos, já que a IA vai privilegiar quem demonstra autoridade e consistência temática.

3. Criadores, dados e monetização de conteúdo

O LinkedIn está se aproximando cada vez mais da lógica da creator economy.

A rede já iniciou testes de monetização por anúncios em vídeos de criadores e deve, em 2026, fortalecer os “trend insights”, ferramentas que mostram quais temas estão em alta dentro da plataforma.

Essas informações, alimentadas por IA, ajudarão profissionais e marcas a entender o que está sendo discutido e a direcionar melhor suas pautas e campanhas.

4. B2B mais humano e multiformato

Mesmo com o avanço da IA, o LinkedIn reforça uma mensagem essencial em todos os seus estudos e pesquisas: autenticidade continua sendo o maior ativo.

O algoritmo vem privilegiando publicações com voz humana, transparência e propósito.

Isso vale para executivos, empreendedores e empresas. O público quer histórias reais, aprendizados genuínos e visões de mundo.

O desafio para 2026 será equilibrar automação e empatia: usar tecnologia para potencializar a voz das pessoas, não substituí-las.

Posts em texto seguirão relevantes, mas o sucesso dependerá de uma narrativa que una clareza, consistência e identidade de marca apoiada por vídeos, carrosséis e novos formatos que valorizem a experiência visual.

2026: o ano da maturidade do LinkedIn

O LinkedIn entra em 2026 mais maduro, mais audiovisual e mais inteligente.

A plataforma deixa de ser apenas um espaço de networking para se consolidar como um ecossistema de conteúdo, aprendizado e negócios.

Para profissionais, isso significa aprimorar a gestão de presença e reputação digital.

Para empresas, exige visão estratégica para integrar branding, dados e performance em um mesmo fluxo de comunicação.

 


Post criado para a Digitale.

VoCêH S3 leeMbR@h dUh mIguXês?? ^^

Eu lembro.

Mesmo não tendo usado ele, muitos amigos enchiam seus perfis e scraps com ele.

A imagem mostra um retrato do filósofo Friedrich Nietzsche em preto e branco ao lado da personagem Hello Kitty em tons de rosa, com fundo floral vibrante típico do visual miguxês e a frase “hello nietzsche” sobre o rosto dele. Ela era a capa da comunidade Niilismo Miguxo no Orkut.

Esses dias fiquei viajando na maionese, pensando em como a gente escreve na internet e como o estilo de comunicação muda conforme as plataformas que estão no hype.

Do miguxês espalhafatoso no Orkut às abreviações para caber em 140 caracteres no falecido Twitter (convenhamos que o X é outra coisa, né?) rolou muita coisa.

Agora é a vez do TikTok e do LinkedIn moldarem o jeito de se comunicar: o discurso taquigráfico de um e os vícios de IA do outro.

Se a língua muda, é porque a gente muda também.

E faz parte. São as necessidades do mercado, o espírito do tempo, as ferramentas que nos atravessam.

O que me fascina em ser redator é me debruçar sobre esses códigos e ouvir as vozes de cada geração.

Olhar sem preconceito linguístico.

(como se um Marcos Bagno metafísico me observasse desde a faculdade rs)

É nesses movimentos que mora a mágica da comunicação: ela cria pertencimento, conexão, proximidade.

Tô me sentindo tiozão com essa nostalgia toda, mas sei lá… desde os 15 anos eu já frequentava a comunidade “Jovens idosos” no Orkut.

Então acho que tá tudo certo ✌ 😅

Acesse o post original no LinkedIn e me siga por lá!

 

oi, aqui é o Noris!

eis a primeira segunda do mês e aqui está a minha 4ª baguncinha com 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

entramos no meu mês favorito, quando coisas de terror ganham mais espaço. você também é fã de Halloween, Dia das Bruxas ou Dia do Saci? deixe um comentário 🎃

boa leitura (e boas travessuras)!

1️⃣ quantos anos você tinha quando descobriu que a tradição original de Halloween era decorar nabos ao invés de abóboras?

Imagem de 2 nabos com feições humanóides decoradas para Halloween, com olhos inteiramente negros e dentes bizarros. São exemplares do National Museum of Ireland.

eu tinha 36, e a descoberta foi na semana passada. na minha humilde opinião, nabos de Halloween são 1.000x mais assustadores. — pra saber mais, link da Superinteressante

2️⃣ falando em coisas que dão medo, o medo de flopar

quem cria conteúdo está sujeito a ter essa experiência que o André Oliveira destrinchou MUITO bem.

importante enfrentar o pavor de ser ignorado ou zoado se quiser que seus posts cheguem em algum lugar.

recomendo a leitura!

 

3️⃣ saiu a lista de vencedores do Ig Nobel 2025

falei que ia rolar o Ig Nobel na newsletter passada e agora saiu a lista dos vencedores de 2025. tem pesquisas de pizzas favoritas de lagartos a vacas pintadas de zebra pra enganar mosquitos. tá muito imperdível!

e o melhor lugar pra conhecer os premiados é no podcast Naruhodo, do Ken Fujioka e Altay de Souza, que tem episódio duplo pra você se aprofundar um pouco mais em cada um dos estudos — ouça no Spotify o quanto antes

 

4️⃣ pesquisa nova pra galera do B2B no LinkedIn

finalzinho de setembro saiu uma pesquisa muito interessante sobre conteúdo de lideranças aqui nessa plataforma e o impacto “invisível” dele sobre decisões de compra.

a Edelman e o LinkedIn se debruçaram sobre stakeholders internos das organizações que influenciam decisões de compras mesmo sem serem usuários diretos. 71% deles têm pouca ou nenhuma interação com times de vendas.

falei disso num post semana passada (passe lá deixar um like amigo), mas… — recomendo ler o estudo completo

5️⃣ palavra do mês: WORKSLOP

você com certeza já topou com algo gerado por IA (post, apresentação, análise) que parece ok, mas carece de “substância”, não te ajuda em nada, e aí você precisa retrabalhar total no conteúdo. isso tem nome: “workslop”, e vi essa palavra pela primeira vez na Harvard Business Review.

num estudo publicado por eles, 40% dos funcionários relatam receber “workslops”, o que custa às empresas um “imposto invisível” de cerca de $186 por mês por trabalhador em perda de produtividade. curiosidade: metade dos receptores passa a ver o colega que enviou o “workslop” como menos inteligente.

leitura essencial pra quem quer entender melhor a IA e seus desafios, até pra também usá-la de forma mais… inteligente. — AI-Generated “Workslop” Is Destroying Productivity

 

6️⃣ Tylenol não causa autismo

é simplesmente angustiante esse tópico ser necessário, mas vivemos numa sociedade que parece que perdeu o bom senso e esse assunto bombou em muitos lugares no mês passado. o Igor Eckert postou um carrossel no Instagram que explica direitinho a desinformação que o Trump propagou, vale passar lá e engajar — link do post do @igoreckert

 

7️⃣ falando em correlações espúrias…

A imagem mostra uma correlação curiosa, mas sem relação causal, entre dois dados: De 1995 a 2021, o número de bebês chamados Eleanor nos Estados Unidos cresceu bastante, saindo de cerca de 400 nascimentos por ano para mais de 7 mil. No mesmo período, a quantidade de energia gerada por usinas eólicas na Polônia também aumentou, de praticamente zero para cerca de 16 bilhões de kWh. O gráfico coloca essas duas curvas lado a lado e mostra que elas sobem de forma parecida, com uma correlação estatística muito alta. A intenção é ilustrar um “spurious correlation” (correlação espúria): duas variáveis que parecem andar juntas nos números, mas que não têm nenhuma ligação real entre si.

a popularidade do nome Eleanor nos EUA não aumenta a geração de energia eólica na Polônia. por quê? porque correlação não é causalidade. e esse site do Tyler Vigen mostra isso de uma maneira maravilhosa já faz um tempo, recomendo muito, é divertido e educativo ❤️ — Spurious Correlations

 

8️⃣ vamos falar de coisa boa? vamos falar do aniversariante do mês passado?

no dia 19 de setembro, foi o aniversário de 35 anos do maior sistema de saúde do mundo: o SUS! é um sistema que tem desafios, sim, mas é uma conquista social do povo brasileiro e motivo de muito orgulho.

por não ter plano de saúde, eu e meu filho usamos ele o tempo todo (76% da população brasileira depende dele), já consegui fazer cirurgias em que o tempo da consulta até o procedimento, passando pelos exames, aconteceu em menos de 6 meses, e todo ano faço meu check-up. quem criticar o SUS perto de mim está sujeito a pauladas.

 

9️⃣ dica de leitura

se no tópico anterior eu falei do SUS como conquista, aqui vai uma indicação de livro que mostra bem o que era a vida sem ele: “Quarto de Despejo”, da Carolina Maria de Jesus.

no diário, ela conta o dia a dia de uma mãe na favela dos anos 50, vivendo de catar papel, enfrentando fome, doença, falta de remédio e dependendo de caridade pra sobreviver. é um relato cru, dolorido e necessário, que ajuda a entender por que saúde pública tem que ser direito de todos, e não favor de alguns.

leitura rápida, mas que fica ecoando por muito tempo. — link do livro na Amazon (com desconto)

 

🔟 dica de newsletter aqui no LinkedIn

você também curte a interssecção entre psicologia e escrita? então você precisa seguir a newsletter Int. Emocional & Comunicação, da Tatiane Lucheis. eu descobri o conteúdo graças às curtidas e comentários da Carolina Abilio, MSc por lá, e aí apareceu no meu feed. eu acho muito interessante as voltas que os conteúdos no LinkedIn dão pra chegar na gente 😊 — veja todas as edições publicadas

tem algo legal pra indicar também? deixe nos comentários e bora aumentar o Listão! 🫶

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Publicar no LinkedIn pode impactar MUITO além do seu público direto.

É o que mostra a pesquisa da Edelman e LinkedIn “B2B Thought Leadership Impact Report”, sobre conteúdo de porta-vozes:

 

📊 63% dos “hidden buyers” (influenciadores internos que não aparecem nas negociações, mas opinam na decisão final) gastam mais de 1h por semana consumindo thought leadership.

📊 71% têm pouca ou nenhuma interação com times de vendas, mas 95% se tornam mais receptivos quando consomem thought leadership de qualidade.

📊 91% dos hidden buyers valorizam conteúdos que revelam oportunidades ainda não percebidas.

📊 71% deles confiam mais nesse tipo de conteúdo do que em materiais tradicionais de marketing.

OU SEJA

Mesmo que você não saiba quem está lendo, seu conteúdo pode estar ajudando nas negociações.

Já já tem post no blog da Digitale com mais dados sobre isso, mas recomendo muito que tirem uns minutinhos pra ler o estudo completo.

Capa do relatório 2025 B2B Thought Leadership Impact Report, produzido pela Edelman em parceria com o LinkedIn. A imagem tem fundo azul-escuro, com círculos azuis organizados em uma grade à esquerda e o título em destaque à direita: “Invisible Influence: Unlocking the Power of Hidden Buyers” (em português: “Influência Invisível: Desbloqueando o Poder dos Compradores Ocultos”).

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