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2 informações de 2 pesquisas diferentes que talvez te interessem:

1️⃣ Socialinsider mostra que o engajamento no Instagram caiu cerca de 28% entre 2023 e 2024.

2️⃣ Buffer aponta que o LinkedIn é hoje a rede social com maior taxa de engajamento, com média de 6,5% (e subindo trimestre a trimestre).

Como eu interpreto isso? É que tem muita gente cansada no Instagram.

Fadiga digital, excesso de estímulo e uma promessa de descanso mental que só entrega mais angústia com o noticiário ou brain rot com as aleatoriedades.

As pessoas não estão saindo da rede, mas consumindo de forma mais passiva.

Isso impacta diretamente quem trabalha com social media.

É preciso reconhecer essa mudança, ajustar expectativas e seguir tentando construir narrativas que realmente mereçam o tempo de quem tá do outro lado (inclusive reconhecendo que tem informação que não engaja tanto, mas nem por isso tem menos importância).

Já o LinkedIn tem outra proposta.

A gente vem nesta plataforma com uma outra intenção (e atenção).

A gente vem pra acompanhar o mercado, os colegas e ex-colegas, absorver contexto, aprender, entender pra onde a gente tá indo profissionalmente e pensar qual será o futuro do trabalho num mundo que vem sendo dominado pela IA.

É tipo abrir um espaço de foco no meio da bagunça das redes.

Eu já torci MUITO o nariz pro LinkedIn. Achava engessado, artificial, um teatro corporativo chatíssimo, mas… nos últimos tempos, tenho visto um lugar mais plural, humano e instigante.

(E talvez por isso mesmo eu tenha voltado com força e decidido estudar mais essa plataforma.)

Se alguém dissesse pro Noris de 2024 que ele ia considerar o LinkedIn mais saudável que o Insta, ele teria dado block na hora hahahahaha

Mas olha só onde a gente tá 😅

Pessoa careca e com barba, sentada em uma cadeira de plástico branco, de olhos fechados e mãos abertas em um gesto expressivo, como se estivesse falando ou refletindo intensamente. Usa camiseta preta com a estampa de um pato amarelo e a frase “I CHOOSE FIGHT”. Está em uma área externa com churrasqueira e objetos ao fundo, transmitindo um clima descontraído e informal.

Minha versão de 2024 respirando fundo pra tentar escutar o meu eu de 2025 dizendo que o LinkedIn se tornaria minha rede favorita.

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Você sabia que o símbolo do travessão (—) praticamente quadruplicou em buscas no Google Brasil desde o lançamento do GPT-4o?

Sim, eu fui lá no Google Trends e joguei o travessão direto.

Gráfico do Google Trends mostrando o aumento das buscas pelo símbolo de travessão (—) no Brasil entre março de 2023 e junho de 2025. O eixo vertical representa o interesse de busca, variando de 0 a 100. O gráfico exibe uma linha azul que se mantém estável no início, em torno de 25 pontos, e passa a crescer gradualmente a partir do início de 2024, com pico em junho de 2025.

Pode ser uma correlação espúria? Pode, mas…

Eu entendo que, com o boom da IA generativa, muita gente começou a prestar atenção nos detalhes “suspeitos” dos textos, como o uso de travessão, de alguns chavões ou estruturas mais literárias (ou super adjetivadas) do que o comum.

Isso aumentou o uso da travessão e, claro, de suas buscas também.

Aí vem o debate:

“Esse texto tem cara de IA porque tem travessão”
“Eu sempre usei travessão, desde criança”
“Nem sei como digita esse negócio”

Na boa? Um debate que não leva a lugar nenhum.

O que realmente importa é:

🧠 O texto tem ideia?
💬 É gostoso de ler?
🎯 Traz algo novo ou relevante?

Dito isso: sim, o aumento na busca por travessão é um dado interessante pra entender como a popularização da IA tá mudando o nosso olhar pro texto.

Não só o que se escreve, mas como se escreve.

E se você não sabe digitar o travessão no teclado, um plot twist pessoal: aprendi a fazer ele no teclado por causa de um post meu aqui no LinkedIn, é só segurar Alt, digitar 0151 no teclado numérico e voilà —

PS: Falando em correlações espúrias, você sabia que a busca por “cat memes” na internet se correlaciona com recall de automóveis por conta de airbags? Parem de pesquisar memes de gatinhos pelo bem do trânsito! https://www.tylervigen.com/spurious-correlations

Um gráfico de linhas linear com os anos no eixo X e duas variáveis no eixo Y. A primeira variável representa as pesquisas no Google por 'cat memes' e a segunda variável são os recalls de automóveis por problemas com airbags. O gráfico abrange o período de 2004 a 2022, e as duas variáveis apresentam valores que se acompanham de perto ao longo desse tempo.

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🎶 “Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes…”

Uns dias atrás, escrevi aqui que tá tudo bem usar IA pra escrever (e continuo achando, tá).

Mas quero dar meu testemunho sobre o valor de escrever sem IA:

🧘‍♂️ Só você, uma página em branco, um lápis e a sua máquina orgânica de pensamentos.

Depois que li “O Caminho do Artista”, da Julia Cameron, criei o hábito de fazer as páginas matinais que ela cita na obra. São três páginas escritas à mão, todo dia, logo depois de acordar, no estilo fluxo de consciência.

Foto de uma mão segurando lápis, com uma folha embaixo, e um gato deitado ao lado da pessoa que está escrevendo.

Como todo novo hábito, é cansativo criar e manter ele (ainda mais se você for TDAH como eu), mas os benefícios compensam MUITO.

Essa escrita sem filtro me ajuda a:

✍️ organizar pensamentos
🧠 ter mais clareza mental
⚡ estimular criatividade
🚪 e abrir saídas quando tudo parece travado

Não é um exercício pra escrever um texto bonito, é pra se escutar, pra se entender e no percurso resolver até problemas que você não sabia que tinha.

Bem na linha do que a galera diz que “não é terapia, mas é terapêutico”.

Escrever sem expectativa de performance pode ser mais transformador do que qualquer método de produtividade. Sei que é uma afirmação enviesada, um redator dizendo isso, né, mas confia.

E se você pulou tudo na sua leitura dinâmica só pra ver como eu terminei esse texto, saiba que: pode usar IA pra escrever seus textos, sim, mas experimente escrever por conta própria de vez em quando também. 😉

Gente, tá tudo bem escrever com ajuda da IA, não precisa se justificar e fingir que ama travessão desde criancinha.

Mesmo que você não saiba como inserir essa bodega no teclado — eu não sei até hoje — é claro que você pode ir num documento mais técnico e copiar+colar ela no seu texto pessoal. #pas

Foto de um robô trabalhando para uma homem

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A imagem mostra um homem executivo sentado, de frente a uma mesa com notebook.

Você acha que a sua presença aqui no LinkedIn ajuda sua carreira ou a empresa onde trabalha? 🤔

Hoje saí de uma reunião com um CEO que abriu o jogo: ele não tinha certeza se valia a pena investir o tempo dele aqui.

Parecia muito esforço pra pouco retorno (e talvez isso devesse ficar com o marketing e vendas).

Achei essa dúvida super válida, daquelas que faz a gente pensar sobre o real benefício de investir aqui.

Esses tempos escrevi sobre isso no blog da Digitale, uma pesquisa da FGV mostrou que metade dos CEOs das maiores empresas do Brasil são ausentes ou pouco ativos no LinkedIn.

Essas organizações estão bem, mesmo com seus líderes fora daqui.

Por isso foi uma dúvida honestona (e gostei demais dele ter sido direto).

Mas esse estudo da FGV mostra que quem está presente colhe bons frutos:

Marcas com CEOs ativos são percebidas 23% mais positivamente pelos consumidores;
✨ Mostra o CEO como alguém que se importa com os stakeholders;
✨ Amplia a visibilidade e confiabilidade da marca;
✨ Fortalece os valores organizacionais da empresa;
✨ Gera efeito positivo na reputação e, indiretamente, no desempenho financeiro.

Estar aqui é definitivamente um espaço estratégico para líderes construírem presença, é algo que vai envolver esforço e, inclusive, resultados que não são imediatos. Maaaas…

É esse tipo de esforço que muitas vezes abre portas que nem imaginamos.

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Está com um tempinho pra aprender sobre os melhores formatos de post no LinkedIn?

Esses dias falei sobre melhores horários pra postar por aqui, agora achei uma outra pesquisa interessante que pode ajudar a iluminar algumas estratégias de atuação nessa rede.

“O que engaja mais: vídeo, carrossel, enquetes…?”

Esse é outro tema que aparece muito nas conversas que temos na Digitale com os gestores e lideranças quando começamos a estruturar a presença deles e de suas empresas.

Spoiler: não tem fórmula mágica e a diversidade de formatos tem importância que vão muito além de likes.

Quem fez o estudo foi a Socialinsider e aqui vão alguns achados:

🛠️ Primeiramente, a metodologia da pesquisa: foram analisados 1 milhão de posts de 9 mil company pages, entre janeiro e dezembro de 2024.

📈 Post com álbum de imagens é rei, com o maior engajamento médio, de 6,6%. Importante pensar no que não está visível aqui: não é apenas o formato que conta, muitos dos posts que usam esse recurso são de eventos e premiações, e esses são temas que mexem muito com essa plataforma.

📃 Documentos nativos, os .pdf que aparecem como carrossel, também performam bem, com 6,1% de engajamento médio.

📊 Enquetes arrasam quando o assunto é número de impressões, puxando o alcance MUITO pra cima nas páginas com mais de 50k de seguidores.

📉 Links e textos puros são os que menos engajam (mas continuam sendo os mais postados).

🚀 Marcas pequenas estão crescendo rápido aqui: páginas com até 5k seguidores tiveram um aumento de 40% em seguidores no ano.

Lembrete importante: isso vale pra company pages, não pra perfis pessoais.
Lembrete importante 2: não vire refém do carrossel, diversificar formatos de maneira planejada ainda é a melhor estratégia.

 

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Imagem mostra um headset colocado sobre um relógio com alarme.

Você tem algum hack de produtividade?

Não acredito que exista um método que funcione pra todas as pessoas, já que cada uma tem seus próprios desafios.

Por isso queria saber como é com você, se já descobriu um caminho por aí pra “funcionar” acima da sua própria média.

O meu método é a combinação de timer pomodoro e música de metal extremo. O timer me dá um senso de urgência e a música, que muitos consideram puro barulho, pra mim, cancela todas as distrações da minha cabeça.

Se você me ver no Spotify escutando Carcass, Whitechapel, Gutalax, Paleface Swiss ou outras bandas que nem posso escrever o nome aqui, por favor não fale comigo, provavelmente o bicho tá pegando e eu tô no meu modo turbo insano.

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“Qual o melhor horário pra postar no LinkedIn?”

Essa é, sem exagero, uma das perguntas que mais ouço nas reuniões com gestores e diretores no início dos trabalhos de ghostwriting na Digitale.

E como toda boa resposta de comunicação: depende.

Existem muitos fatores que influenciam (tipo público, setor, localização, formato, algoritmo, posição de Mercúrio no céu, etc.).

Brincadeiras a parte, é inegável que as pesquisas ajudam a sair do chute e começar com mais estratégia.

Por isso, decidi postar aqui alguns dados publicados pela Sprout Social recentemente:

📊 Metodologia: A pesquisa analisou 2,5 bilhões de interações em 600.000 perfis corporativos e individuais ao redor do mundo, durante 4 meses.

📌 Melhores dias da semana: Terça, quarta e quinta.

Horários com maior engajamento: Entre 10h e 13h (com picos às 10h e 11h, dependendo do dia).

📉 Piores dias para postar: Domingo, claro, seguido de sábado.

💰 Para o setor financeiro: Quartas-feiras, das 10h ao meio-dia, e quintas, às 11h e 13h, são os horários com maior engajamento.

📚 Para o setor educacional: Os melhores dias para escolas e instituições de ensino são quarta (das 10h às 14h) e quinta-feira (das 10h ao meio-dia e às 15h).

💡 Para o terceiro setor: Os dias com maior engajamento para organizações sem fins lucrativos são terça (das 9h ao meio-dia) e quarta-feira (das 9h às 13h).

Mapa de calor com os horários de maior e menor engajamento global no LinkedIn, organizado por dias da semana e horários do dia. O título da tabela é "LinkedIn Global Engagement" e no canto superior direito está indicada a empresa que fez o estudo, que é a Sprout Social. A imagem mostra que os maiores picos de engajamento ocorrem de terça a quinta, entre 9h e 13h, especialmente às 10h e 11h da manhã. Sábados e domingos apresentam os menores níveis de engajamento. As cores variam do azul claro (menor engajamento) ao azul escuro (maior engajamento).

Importante: esses dados são referências, não regras.

O ideal é sempre testar, observar e construir seu próprio histórico de desempenho, especialmente se seu público é fora do padrão ou se você ainda não o conhece muito bem.

Clique aqui para acessar os dados completos da pesquisa, incluindo as melhores horas para Facebook, Instagram, TikTok e outras redes estão aqui.

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