Todo profissional precisa de um laboratório próprio

imagem com fundo em tom roxo e rosa, mostrando uma mesa de trabalho vista de cima: notebook aberto, teclado, mouse e um controle de videogame na mão de uma pessoa. sobre a imagem, em letras grandes brancas, o texto “todo profissional precisa de um laboratório próprio”. no canto inferior, a assinatura “/rafanoris”.

há mais de 1 ano escrevo newsletters no LinkedIn para empresas, mas foi criando a minha que aprendi coisas que nunca teria descoberto só escrevendo pra clientes.

quando você lida com #reputação de marca, o campo de testes é limitado.

você pode planejar, pode sugerir, mas no final do dia tem um cliente do outro lado esperando resultado. e resultado, nesse contexto, raramente inclui “fuçar nas configurações pra ver o que acontece”.

aí criei a minha. Listão do Noris.

publiquei em julho passado, meio no impulso, com um nome que fosse direto ao ponto e um visual que só ficou certo na terceira edição (mas o importante não era o design, era ter um laboratório sem medo de estragar).

nas #newsletters que escrevo profissionalmente pela Digitale, cuido do texto. na minha, cuido de tudo: formatação, configurações, SEO, frequência, tom.

e foi justamente nessa exploração que descobri ferramentas de otimização que o Linkedin oferece e que ninguém estava usando.

resultado: melhorei as entregas dos clientes com algo que aprendi fuçando sozinho.

💡 curiosidade sobre newsletters aqui no #LinkedIn: mais de 184 mil newsletters são publicadas no linkedin atualmente, e 489 das 500 newsletters mais populares pertencem a pessoas físicas, não empresas. isso não é coincidência, projetos pessoais funcionam porque você pode testar, errar, ajustar e aprender sem protocolo.

se você trabalha com conteúdo, design, produto, código (qualquer coisa que dependa de experimentação), ter um projeto seu não é um luxo. é uma necessidade.

é o lugar onde você descobre coisas que nunca descobriria num briefing.

a minha newsletter é uma lista mensal de 10 coisas que achei por aí: pode ser estudo sobre B2B, pode ser um esqueleto de ornitorrinco (sim, coloquei isso na primeira edição).

tudo que não cabe num trabalho com cliente, cabe ali. e é exatamente por isso que funciona.

se quiser acompanhar, é só assinar: https://lnkd.in/drKk6Cq8

imagem com fundo em tom roxo e rosa, mostrando uma mesa de trabalho vista de cima: notebook aberto, teclado, mouse e um controle de videogame na mão de uma pessoa. sobre a imagem, em letras grandes brancas, o texto “todo profissional precisa de um laboratório próprio”. no canto inferior, a assinatura “/rafanoris”.

Acesse o post original no LinkedIn e me siga por lá!

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