Dia 22 de agosto é comemorado o Dia do Folclore Nacional, e é também dia de episódio novo do Leitura Compartilhada. Por isso, vamos indicar dois livros muito legais relacionados a mitologia brasileira.

O primeiro livro que indicamos é da Tatiana Belinky, uma autora que já lemos diversas coisas e gostamos muito. Na ida à biblioteca na semana passada descobrimos “Dez Sacizinhos”. Ele é um livro todo rimado com o personagem mais famoso do nosso folclore: o Saci Pererê. Aliás, um grupo deles. E a Cuca também aparece.

Mas não queremos ficar só no mainstream, porque somos hipsters nosso folclore é rico e tem muito mais para explorar. Então compramos “O Mais Assustador do Folclore“, livro de Luciana Garcia que traz vários monstros legais e, infelizmente, menos conhecidos da maioria, como Mapinguari, Jurupari, Capelobo, Cabra-Cabriola, Gorjala, entre outros.

Confira em nosso vídeo mais informações sobre eles:

Além desses dois livros, vale destacar as coleções Brincando de Folclore e Lendas Brasileiras, que são da Turma da Mônica e apresentam também para as crianças essas coisas lindas que são os monstros brasileiros. Isso fora os clássicos do Monteiro Lobato, mas enfim, no vídeo quisemos indicar obras que são legais e menos conhecidas.

E você, também tem dica de livro que envolva personagens folclóricos? Deixe aí nos comentários!

Tem episódio novo do canal Leitura Compartilhada! Nesse episódio, eu e o Miguel recomendamos o livro Vitória da Preguiça.

Não, o livro não é uma ode à preguiça-atitude, mas sim à preguiça-animal hehehehe. Com ilustrações fofas de Lynn Munsinger e um texto divertido de Helen Lester, o livro se passa numa escola para esses bichinhos.

Saiba mais com o nosso vídeo:

E se você tem conta no Youtube, passe por lá para curtir o vídeo e se inscrever em nosso canal. Isso ajuda muito na divulgação dele e motiva eu e o filhote a produzirmos mais 🙂

Confira as ofertas do livro Vitória da Preguiça no Buscapé e compre em sua livraria favorita.

“Se chorei ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivi”

Existe um trecho de música melhor do que esse para representar o fim das férias da criançada? Duvido. Trabalhar com uma criança por perto nas férias é uma proeza pra poucos e tenho certeza que dá pra colocar essa aventura naquele esquema que chamam de Jornada do Herói, sabe? Como tenho lido sobre o assunto, vou tentar encaixar e vocês me dizem se não é assim mesmo:

12 trabalhos é sussa, quero ver o Hércules sobreviver a 12 férias. 

1 – Mundo Comum 
Nossa casa, nosso trabalho. Uma linda tarde, saboreando um café e fazendo suas atividades em paz.

2 – Chamado à aventura
Anoitece e você lembra que no dia seguinte começará as férias do filho.

3 – Recusa ao chamado
O 1º dia nem acaba e você já está ficando louco, com cobrança do chefe, o pedido de atenção da criança. O banho, o almoço, o lanche, a sobremesa, a diversão, o trabalho, o relatório, as tarefas mais básicas. A total mudança da rotina. Meu deus, será que alguém não pode cuidar do nosso filho, a bisa, alguma tia, o papa, por que a escola faz isso com a gente?!

4 – Encontro com o Mentor
Aí a bisa, o papa, a vó, o terapeuta, alguém do tipo diz: relaxa, você já foi criança, é assim mesmo, vai passar esse período e você nem vai perceber, ficará com saudades até.

5 – Travessia do Umbral/ Limiar
Eu sou um pai ou um saco de batatas? Eu vou conseguir, vou acreditar no pessoal da etapa anterior.

6 – Testes, aliados e inimigos.
Entre parquinhos, festas, passeios, às vezes surge um anjo para passar um fim de semana com a criança, ou uma noite no meio da semana, para a gente namorar, relaxar, tomar um banho sossegado, recarregar a bateria ou algo assim. Mas a maior parte do tempo passamos com a criança desafiando seus limites.

7 – Aproximação do objetivo 
O estresse continua, todo mundo te cobra a baixa produtividade, você se sente um saco de batatas (vide passo 5)… Mas o fim das férias já está chegando, falta o quê, só mais 25 dias.

8 – Provação máxima
A criança não te aguenta mais, você pede socorro a qualquer um que apareça. Gente, um minuto de sossego. Você quer ir ao banheiro sem ouvir nenhum barulho de algo caindo ou sendo destruindo, você quer TRABALHAR(!), só isso, MISERICÓRDIA! Aaaaaaahhhhhh

9 – Conquista da recompensa
Chega o dia 31, ufa! O pai sobrevive, e geralmente a criança também. Talvez agora volte o sossego, possamos trabalhar normal e chegar no fim do dia com saudades da criança.

10 – Caminho de volta
Criança foi pra escola. Pai foi pro trabalho.

11 – Depuração
No trabalho e/ou em casa, começa uma nova batalha: pôr tudo razoavelmente em ordem.

12 – Retorno transformado
Nunca mais somos os mesmos depois disso. Evoluído ou traumatizado, mas os mesmos, não…

Ó lá, não é que consegui ligar o dia a dia de férias aos 12 passos da Jornada do Herói?! É ou não é assim?! Talvez nós pais e mães sejamos mais poderosos que imaginamos mesmo.

***

Blogueiro do Família Palmito adverte: nenhuma criança foi ferida moral ou fisicamente durante esse processo. Esse é um post de humor, não é para ser levado a sério. É legal ter filhos e ficar com eles, pessoal (tiozão que pulou na piscina e descobriu que ela estava gelada pra cara*** e não quer ficar sozinho)

Quem me acompanha aqui no blog sabe que há um tempo tenho me dedicado a ler muita coisa com meu filho e a compartilhar as dicas por aqui, em blogs amigos e nas redes sociais. Agora arrisquei um passo adiante:

um vlog literário com o Miguel!

A qualidade técnica não é das melhores (prometo estudar mais essa parte), mas tem criança linda e dica boa. Ah, e nesse piloto tem cachorrinha também!

O primeiro episódio do Leitura Compartilhada é sobre o livro Quem Tem Medo de Lobo, da autora Fanny Joly e lançado aqui pela editora Scipione. Veja:



Título: Quem Tem Medo de Lobo?
Autor: Fanny Joly
Ilustrador: Jean-Noël Rochut
Páginas: 30
Temas: Astúcia, comportamento, medo
Idade indicada: acima de 4 anos
Editora: Scipione

Se curtiram a ideia, dê um joinha lá no Youtube, ajudem a divulgar e deixem um comentário, porque na verdade tô mega inseguro com esse negócio hahahahahahhahahaha

Domingo passado levei meu filho pela primeira vez ao museu. Fomos todos, eu, namorada, filho e amigos, de excursão para São Paulo ver o mundo pontilhado da japonesa Yayoi Kusama.

Confesso que não dava a importância devida à artista, pra mim, sempre pensava em bolinhas e ‘cabô, não via a graça. Mas como a Bruna vivia falando dela e a amava, mostrei para ela uma excursão que estavam planejando e fomos. Preparei o Miguel antes falando um pouco sobre as obras, sobre como ela curtia desenhar bolinhas em tudo, ensinei ele a falar o nome dela e pronto. Torci para que ele se comportasse e, mais do que isso, torci para que ele se interessasse.

A realidade foi bem melhor que a expectativa, tanto em relação ao que descobri sobre a Kusama, quanto sobre o comportamento do Miguel. Embora tivesse fila na entrada, ele aproveitou para uma soneca. E quando ele entrou, quis ver tudo e se encantou com várias coisas, principalmente as instalações com espelho e luzes.

A carinha do danado

Legal é topar com a imaginação da criança ao ver imagens abstratas. Um quadro branco com bolinhas pretas eram pessoas com um cão de guarda, um barco cheio de objetos fálicos era um barco cheio de cenouras, e coisas do tipo.

Minhas pinturas favoritas eram as do início da carreira dela, mais sombrias e apocalípticas, principalmente por causa da 2ª Guerra Mundial, mas os trabalhos mais recentes são bem coloridos e interessantes, principalmente aqueles com pegada surrealista e traços simples.

São berinjelas de prata, Miguel

Selfie no museu pode sim

Miguel me contando suas visões sobre a arte de Yayoi Kusama

Os trabalhos mais recentes

A melhor pintura da artista, segundo EU.

Recomendo muito o passeio no museu com criança, o Miguel adorou e eu também. Sinto muito de não ter ido quando pequeno, mas minha família não tinha o hábito…

A exposição “Obsessão Infinita” da Yayoi Kusama estará em São Paulo só até esse domingo, 27 de julho, depois vai para o México. Então quem quiser ver, precisa correr. Recomendo chegar uma hora antes da abertura, porque pelo que fiquei sabendo a tarde lota (imagine na última semana então).

Acesse o site do Instituto Tomie Ohtake para mais informações: institutotomieohtake.org.br

As crianças do comercial da Sadia continuam nunca tendo visto a seleção brasileira de futebol ser campeã do mundo, mas provavelmente já viram os pais desrespeitando os profissionais envolvidos, o técnico, treinadores, jogadores, isso eu acho uma vergonha. Perder, seja numa partida solitária de Paciência ou num jogo da Copa do Mundo, não é.

Quem já praticou um esporte, mesmo que seja apenas aquele chamado VIDA, sabe que:

– perder faz parte
– não é vexame um time perder do outro, não importa por quanto
– a vitória é mérito do vencedor, e não demérito do perdedor.
– ser derrotado não é uma vergonha
um fracasso não faz de alguém um fracassado
– alguém se sair melhor que você em algo não faz de você alguém ruim
uma partida pode entristecer, mas não deve enraivecer
– quem joga sempre corre o risco de perder
– e perder é a melhor oportunidade de aprender

Então, pais, não digam perto de seus filhos que uma derrota foi uma vergonha ou vexame, eles podem acabar acreditando em vocês, e vocês estão errados.

E se sua vida não depende do esporte que o outro pratica, pfv, leve mais na esportiva.

Se tem uma coisa que me viciou na paternidade, é a contação de história para meu filho. Todo dia leio um livro ou invento uma história para ele. Às vezes algo real, às vezes fantástica. Às vezes com moral, às vezes só para entreter.

Mas não sou tão bom como possa aparecer, assim na abertura do post. Sou bom para o Miguel, porque sei o que o entretém e o que o desinteressa. Não me vejo fazendo teatro de fantoches ou maquiado para um público nem nada do tipo. Por isso que inventei (ou não) essa profissão: personal storyteller. É claramente um derivado do personal trainer, só que ao invés de exercitar o corpo eu remexo minha imaginação 😀

Como exercício, fizemos uns blocos de personagens e cenários para histórias.

WTF? Imagine um bingão (eita saudades de jogar bingo com as veiaradas nos domingos). Um bingo que ao invés de arrancarmos números, mexemos na sacola e tiramos personagens e lugares aleatoriamente. É isso!

Começamos com apenas seis blocos, mas nele já tem o essencial: um ninja!

Tiramos dois personagens e um cenário e aí o personal storyteller aqui tem que inventar uma história envolvendo eles.

Um exemplo. Tiramos a “Cachinhos Dourados” e o “Lobo Mal” como personagens e o bloco de cenário foi “Bosque“. Saca a história que saiu da minha cabeça (resumida):

Passeando pelo bosque, Cachinhos Dourados encontrou uma casa bem simples, de madeira, e esquecendo tudo o que passou com os três ursos, decidiu entrar lá e ver qual é que era. Ao abrir a porta, não encontrou ninguém. Silêncio. Sentiu um cheiro bom e foi investigar. Era um caldeirão com feijoada, e a menina decidiu experimentar um pouco. Mas quando estava quase no fim, ouviu um assovio e passos perto da casa, apavorada, Cachinhos Dourados correu para baixo da cama para se esconder do dono da casa. A porta se abriu e ela só conseguiu ver um pé peludo, e uma voz grossa e rouca gritou: “Mas que coisa, alguém invadiu minha casa e comeu minha comida!” e foi olhar se a pessoa estava no banheiro. Cachinhos aproveitou e tentou fugir, mas quando abriu a porta foi pega e flagrante e não acreditou no que seus olhos viram: ela tinha entrado na casa do temido Lobo Mal!

Como acabou só o Miguel sabe hahahahahaha

Enfim, esses bloquinhos de história são muito legais, e foi uma adaptação que fiz das story stones. Peguei imagens da internet, o Miguel pintou e depois colei em bloquinhos de MDF que encontrei jogado na loja dos meus pais.

Tem dragão, bruxa, ninja, Cachinhos Dourados, anões,  porquinhos, lobo, flautista de Hamelin e como cenários tem centro urbano, bosque, caverna e castelo. São poucos itens, mas quantas combinações divertidas e loucas não dá pra fazer?!

Enfim, deixo aqui registrada minha dica para outros papais e mamães que gostem de ler e criar histórias com seus pequerruchos. E para outras dicas de criação de narrativas para crianças, confira este painel no Pinterest: http://www.pinterest.com/inspirationlabs/story-telling/ 🙂

Para a brincadeira de tiro ao alvo você precisará de:

1 (ou mais) giz
1 (ou mais) coisa para jogar
1 pouco de vontade

Participantes: 2 ou mais

Ontem a noite eu vi um artigo do Buzzfeed cheio de ideias de brincadeiras fáceis de fazer com crianças e o tiro ao alvo me atraiu por ser bem simples de fazer e bem divertido. Às vezes ficamos tão engolidos na rotina que as brincadeiras mais bestas de simples nem passam pela nossa cabeça, né?

Então, hoje pela manhã, peguei a caixinha de giz que temos aqui em casa e chamei o Miguel para riscarmos o chão do quintal:

No artigo que li, eles falavam de jogar esponja, mas não curti tanto a ideia. Achei mais fácil pegar umas tampinhas de Play-Doh e já era, nem tinha mais massinha no pote mesmo. Fiz uma linha mais ou menos próxima do alvo para o Miguel e uma mais longe para mim, expliquei as regras em menos de 30 segundos e lá fomos nós jogar:

O danado acertou o círculo menor na primeira jogada ¬¬

E eu joguei no círculo, mas a tampinha caiu em pé e foi rolando lá para o portão. Achei ridículo e culpei o vento HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. Não é preciso ter imaginação para descobrir como isso ia terminar. Olha o placar:

Independentemente de eu ter fracassado, foi uma hora bem divertida a que passamos. Recomendo muito 🙂

Semana passada fui apresentado a uma campanha da Lifebuoy que me encantou do começo ao fim: nela vemos uma mulher e sua dedicação a uma certa árvore.

Não quero dar spoiler, mas quero falar do assunto, então pfv, antes de prosseguir o post, veja o vídeo abaixo:

Todo mundo já ouviu a expressão: “para uma vida completa, tenha um filho, escreva um livro, plante uma árvore”. A origem ninguém sabe ao certo, alguns dizem que é de um livro sagrado, outros de um poeta cubano, ou Clarice Lispector. Enfim.

Mas na aldeia em que vive Utari, a protagonista do vídeo acima, plantar uma árvore quando nasce o filho é uma tradição mesmo. E é doloroso ver o quão comum é a árvore chegar aos 5 anos sem que o filho da pessoa que plantou chegue também.

Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas com o simples ato de lavar as mãos. Quer dizer, simples para nós que temos acesso a água encanada e informação. Mas as famílias em Bitobe, Indonésia, não possuem nem água encanada nem energia elétrica, as crianças precisam acordar cedo para pegar sua água e economizá-la para que dure o dia todo.

Imagem retirada do site da Lifebuoy

Agora a Lifebuoy vai adotar Bitobe com a missão de ajudar as crianças de lá a completar 5 anos. Por que 5 anos? Porque a taxa de mortes de crianças menores de 5 anos lá é altíssima, cerca de 58 a cada 1000 (no Brasil a taxa é de 19/1000). Grande parte dessas mortes acontecem por complicações devidas a diarreia e pneumonia, doenças que podem ser minimizadas com certos cuidados de higiene. Ano passado, a empresa junto ao governo indiano, conseguiu reduzir os casos de diarreia na vila de Thesgora de 36% para 5%.

Este post é patrocinado pela Lifebuoy, aceitei usar meu espaço para falar da campanha #HelpAChildReach5 porque acredito nela e admiro a atitude da empresa. Acompanhe as novidades da ação no Youtube, Twitter e Facebook!

Acabei de ler Os Goonies, livro criado a partir do filme dos anos 80 e, nossa, que aventura de volta a infância. E não é porque assisti o filme nessa época, porque sério, só fui assistir ele já pelos 20 anos, mas sim porque quando eu era criança, eu era de certa forma um Goony.

Cena do filme de 1985

Minha turminha do barulho pode nunca ter encontrado tesouros, mas a gente se metia em mil aventuras juntos pelo bairro onde morávamos, explorando pasto, nadando em córregos, pegando ovos dos vizinhos para incubar numa velha fazenda com lâmpadas, criando clubes de uma semana nas casas em construção que encontrávamos, tentando montar casas nas árvores, se reunindo a noite para brincar de pique-esconde ou contar histórias de terror (aí tocava correr pra chegar em casa sem ser capturado por OVNIs, chupacabras ou apenas sapos que faziam um som de “ôw” como se nos chamasse) e coisas do tipo.

Os pais da nossa turma nem se preocupavam, a gente ficava na rua e quando fosse hora de ir pra casa cada um tinha um sinal: minha mãe simplesmente gritava “Rafaeeeeeeeeeeeeeel” e eu ouvia onde quer que estivesse, pois eram gritos realmente altos. O pai de um outro amigo simplesmente assoviava. E assim vai.

Os pais dos Goonies do livro/filme não pareciam “proteger” muito os filhos do mundo, talvez só a mãe de Mikey, porque ele é um garoto asmático e, aparentemente, frágil (a gente descobre que ele não é, mas que parecia, parecia). Os Goonies iam para casa dos amigos, talvez sem nem dar muita satisfação aos adultos, e de lá partiam pela estrada de bicicleta, iam parar num restaurante com bandidos, se enfiavam em cavernas onde pessoas já tinham morrido e zás e zás.

Isso é arriscado pra caramba! Mas eles sobreviveram à aventura, e a gente também sobreviveu às nossas (pelo menos eu e meus amigos sim). Será que nossos filhos crescerão com oportunidades de se aventurar?

Não tenho certeza se isso é bom ou ruim. Eu estou tentando evitar ser um velho e falar “eles deviam estar em casa estudando, não se metendo em perigo” e também me esquivando da nostalgia do tipo “na minha época era mais divertido ser criança” (e eu acho que isso é uma baita verdade). Na época dos meus pais eu sei que não era tão mais divertido, trabalharam desde cedo…

Ler a aventura de Mikey, Bocão, Gordo, Brand e Dado me deu uma saudade danada dos anos 90…

Parece que vão fazer uma sequência do filme, aliás. É uma boa hora para apresentar a trama para nossos pequenos. Se o corpo não pode se meter numa dessas, com certeza a imaginação pode! Como o Miguel é muito pequeno para acompanhar comigo um
livro de 240 páginas, decidi reassistir com ele e uma coisa eu digo: o filme envelheceu
muito bem, eu gostei tanto quanto o Miguel, que ficou vidrado e fascinado pelo Sloth.

Eu ganhei o livro da Darkside Books, que é parceira do meu outro blog, o Coisas Horrorosas. O livro possui duas edições, uma em brochura e a outra com capa dura e pôster com o mapa do tesouro do Willy Caolho. Quem quiser adquirir alguma delas, peguei-as para vender na lojinha do blog e deixarei com 30% de desconto nessa semana: bit.ly/gooniesCH

E vocês, tinham uma turminha Goony?