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💡 A área de comentários é o espaço mais genuíno de uma rede social profissional como o LinkedIn. É ali que você:

  • mostra que leu o post
  • oferece sua perspectiva
  • se conecta com a comunidade
  • e contribui com valor

Se você quer fortalecer sua reputação por aqui, pelo amor de Deus, não copie e cole comentário gerado por IA.

E por que estou falando disso?

Pesquisando ideias de conteúdo para um cliente executivo, me deparei com o post de um Top Voice que usava uma cena péssima do Monty Python.

A imagem mostra uma cena do filme "A Vida de Brian". Quatro pessoas, três homens e uma mulher, estão sentadas em degraus de pedra. Todos estão vestidos com túnicas escuras e coberturas para a cabeça, com expressões pensativas.

O que estava ruim, piorou quando cheguei na seção de comentários: vários diretores e executivos interagindo com respostas genéricas e visivelmente criadas por IA.

Além de ignorarem completamente a cena mostrada no vídeo, todos os comentários seguiam a mesma fórmula, com frases feitas que não dizem absolutamente nada. Exemplos pra ilustrar o que estou falando:

  1. A genialidade de “A Vida de Brian” está em mostrar como seguimos repetindo padrões absurdos — só mudam os figurinos…
  2. A genialidade de “A Vida de Brian” mostra como a análise crítica e o humor inteligente permanecem essenciais nos negócios…
  3. Monty Python entendeu cedo: ironizar o status quo é expor estruturas de poder que sobrevivem a décadas…
  4. Satirizar o status quo é um dos poucos jeitos de expor absurdos sistêmicos sem criar resistência. A Vida de Brian revela: o contexto muda, mas as armadilhas coletivas seguem…

O algoritmo do LinkedIn pode até entender que você está “engajando com insights” e melhorar seu Social Selling Index, mas vamos ser honestos, não vale a pena parecer artificial só pra ganhar uns pontos a mais lá.

Comentários são parte do seu posicionamento. Se até eles soam automáticos, por que alguém confiaria no seu conteúdo ou na sua liderança?

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“Como posso ser útil para minha rede hoje?”

Essa pergunta do Samuel Leite me fez parar a leitura do livro e vir aqui recomendar ele pra vocês, mesmo sem ainda ter terminado de ler.

(Não é como se eu tivesse no comecinho… já estou na página 95 😅)

O livro “Conecte, Influencie, Venda” trata de #SocialSelling e é uma leitura indispensável pra quem quer entender como construir autoridade online. Mesmo já trabalhando com o tema aqui na Digitale (inclusive com o próprio Samu), encontrei na obra reflexões, dicas práticas e contextualizações que servem tanto pra quem está começando quanto pra quem já manja do assunto e quer evoluir.

Homem branco, de barba cheia e cabeça raspada, sorri levemente e segura com uma mão o livro “Conecte, Influencie, Venda”, de Samuel Leite, enquanto aponta para ele com a outra mão. A capa do livro é azul com letras brancas e amarelas. Ele veste uma camiseta preta com estampa da banda Misfits. O fundo é neutro, de parede clara.

Embora aborde redes sociais de forma geral, o livro tem um foco especial no LinkedIn e, por isso, trouxe essa dica aqui. Tenho certeza que muitos dos meus contatos se beneficiariam da leitura.

Alguns destaques do que você encontra no livro:

  • um panorama do Social Selling no Brasil;
  • inovações de vendas no mercado B2B;
  • dicas pra extrair mais do LinkedIn;
  • cases de empresas e líderes;
  • a experiência do Samuel como Top Voice no LinkedIn;
  • explicações sobre as métricas do Social Selling Index;
  • um olhar empolgado sobre a construção coletiva de conhecimento (que é o que mais me anima ❤️ ).

Se você tem Kindle, o livro está disponível no Kindle Unlimited.

Espero que com essa dica de leitura eu tenha sido útil para minha rede hoje 😉

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Sabrina Sato virou Top Voice no LinkedIn com 300 seguidores, 2 posts e menos de 120 reações.

Captura de tela do perfil de Sabrina Sato no LinkedIn. Ela aparece com o selo azul de "Top Voice", tem 312 seguidores e apenas dois posts. A imagem mostra sua foto de perfil, banner com visual profissional e informações básicas como cidade, cargo e empresa.

É isso.

No fim do dia, o selinho azul é uma decisão do próprio LinkedIn, não necessariamente uma recompensa pelo seu esforço de conteúdo ou autoridade na plataforma.

Siga buscando conversas boas, trocas sinceras e ideias que somam, porque é isso o que importa de verdade aqui.

PS: E eu entendo que muita gente foque sua criação de conteúdo na busca por essa badge, viu? Também tento pegar todos os troféus nos meus jogos favoritos da Steam (mas lá pelo menos tem critério público e objetivo pra cada conquista).

Tela de conquistas do jogo "Wolfenstein: The New Order" na Steam, com a barra indicando 100% de progresso. O usuário conquistou todas as 50 conquistas disponíveis no jogo. Abaixo, há uma lista com os nomes das conquistas, porcentagem de jogadores que também as desbloquearam e a data de conclusão.

E já que citei troféus dos meus jogos favoritos, um orgulho que tenho 😁

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A imagem mostra um homem executivo sentado, de frente a uma mesa com notebook.

Você acha que a sua presença aqui no LinkedIn ajuda sua carreira ou a empresa onde trabalha? 🤔

Hoje saí de uma reunião com um CEO que abriu o jogo: ele não tinha certeza se valia a pena investir o tempo dele aqui.

Parecia muito esforço pra pouco retorno (e talvez isso devesse ficar com o marketing e vendas).

Achei essa dúvida super válida, daquelas que faz a gente pensar sobre o real benefício de investir aqui.

Esses tempos escrevi sobre isso no blog da Digitale, uma pesquisa da FGV mostrou que metade dos CEOs das maiores empresas do Brasil são ausentes ou pouco ativos no LinkedIn.

Essas organizações estão bem, mesmo com seus líderes fora daqui.

Por isso foi uma dúvida honestona (e gostei demais dele ter sido direto).

Mas esse estudo da FGV mostra que quem está presente colhe bons frutos:

Marcas com CEOs ativos são percebidas 23% mais positivamente pelos consumidores;
✨ Mostra o CEO como alguém que se importa com os stakeholders;
✨ Amplia a visibilidade e confiabilidade da marca;
✨ Fortalece os valores organizacionais da empresa;
✨ Gera efeito positivo na reputação e, indiretamente, no desempenho financeiro.

Estar aqui é definitivamente um espaço estratégico para líderes construírem presença, é algo que vai envolver esforço e, inclusive, resultados que não são imediatos. Maaaas…

É esse tipo de esforço que muitas vezes abre portas que nem imaginamos.

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Está com um tempinho pra aprender sobre os melhores formatos de post no LinkedIn?

Esses dias falei sobre melhores horários pra postar por aqui, agora achei uma outra pesquisa interessante que pode ajudar a iluminar algumas estratégias de atuação nessa rede.

“O que engaja mais: vídeo, carrossel, enquetes…?”

Esse é outro tema que aparece muito nas conversas que temos na Digitale com os gestores e lideranças quando começamos a estruturar a presença deles e de suas empresas.

Spoiler: não tem fórmula mágica e a diversidade de formatos tem importância que vão muito além de likes.

Quem fez o estudo foi a Socialinsider e aqui vão alguns achados:

🛠️ Primeiramente, a metodologia da pesquisa: foram analisados 1 milhão de posts de 9 mil company pages, entre janeiro e dezembro de 2024.

📈 Post com álbum de imagens é rei, com o maior engajamento médio, de 6,6%. Importante pensar no que não está visível aqui: não é apenas o formato que conta, muitos dos posts que usam esse recurso são de eventos e premiações, e esses são temas que mexem muito com essa plataforma.

📃 Documentos nativos, os .pdf que aparecem como carrossel, também performam bem, com 6,1% de engajamento médio.

📊 Enquetes arrasam quando o assunto é número de impressões, puxando o alcance MUITO pra cima nas páginas com mais de 50k de seguidores.

📉 Links e textos puros são os que menos engajam (mas continuam sendo os mais postados).

🚀 Marcas pequenas estão crescendo rápido aqui: páginas com até 5k seguidores tiveram um aumento de 40% em seguidores no ano.

Lembrete importante: isso vale pra company pages, não pra perfis pessoais.
Lembrete importante 2: não vire refém do carrossel, diversificar formatos de maneira planejada ainda é a melhor estratégia.

 

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“Qual o melhor horário pra postar no LinkedIn?”

Essa é, sem exagero, uma das perguntas que mais ouço nas reuniões com gestores e diretores no início dos trabalhos de ghostwriting na Digitale.

E como toda boa resposta de comunicação: depende.

Existem muitos fatores que influenciam (tipo público, setor, localização, formato, algoritmo, posição de Mercúrio no céu, etc.).

Brincadeiras a parte, é inegável que as pesquisas ajudam a sair do chute e começar com mais estratégia.

Por isso, decidi postar aqui alguns dados publicados pela Sprout Social recentemente:

📊 Metodologia: A pesquisa analisou 2,5 bilhões de interações em 600.000 perfis corporativos e individuais ao redor do mundo, durante 4 meses.

📌 Melhores dias da semana: Terça, quarta e quinta.

Horários com maior engajamento: Entre 10h e 13h (com picos às 10h e 11h, dependendo do dia).

📉 Piores dias para postar: Domingo, claro, seguido de sábado.

💰 Para o setor financeiro: Quartas-feiras, das 10h ao meio-dia, e quintas, às 11h e 13h, são os horários com maior engajamento.

📚 Para o setor educacional: Os melhores dias para escolas e instituições de ensino são quarta (das 10h às 14h) e quinta-feira (das 10h ao meio-dia e às 15h).

💡 Para o terceiro setor: Os dias com maior engajamento para organizações sem fins lucrativos são terça (das 9h ao meio-dia) e quarta-feira (das 9h às 13h).

Mapa de calor com os horários de maior e menor engajamento global no LinkedIn, organizado por dias da semana e horários do dia. O título da tabela é "LinkedIn Global Engagement" e no canto superior direito está indicada a empresa que fez o estudo, que é a Sprout Social. A imagem mostra que os maiores picos de engajamento ocorrem de terça a quinta, entre 9h e 13h, especialmente às 10h e 11h da manhã. Sábados e domingos apresentam os menores níveis de engajamento. As cores variam do azul claro (menor engajamento) ao azul escuro (maior engajamento).

Importante: esses dados são referências, não regras.

O ideal é sempre testar, observar e construir seu próprio histórico de desempenho, especialmente se seu público é fora do padrão ou se você ainda não o conhece muito bem.

Clique aqui para acessar os dados completos da pesquisa, incluindo as melhores horas para Facebook, Instagram, TikTok e outras redes estão aqui.

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