E com esse calor infernal e sem carro pra passear, o que nos resta, Miguel? Nos preparar na piscina da chácara para o réveillon na praia!
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| Vou te afogar de beijo, seu lindo <3 |
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| Voa, |
E ainda houve boatos de que eu estava na pior. Se isso é estar na pior, pohãn, o que que é estar bem, né?
😉
Como eu queria ter conseguido ficar com o Miguel em Campinas… Mas sozinho é difícil e custoso demais. Por isso voltei. Voltei porque não aguentava ficar próximo dele só nos finais de semana, porque minha mãe precisava de minha ajuda, porque ele me chamava toda hora.
É muito triste deixar o muquifo onde o Família Palmito começou. Onde vivi pela primeira vez uma vida de casal, onde o Miguel passou os primeiros meses. Era apertado, bagunçado, mas era um lugar que podia chamar de meu (embora fosse alugado).
| O primeiro post foi uma musiquinha sobre a casa. Relembre: A Casa dos Palmitos. |
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| Arrumando a mudança, de repente algo desperta uma nostalgia |
O que vai mudar ou não com minha volta pra Pedreira:
– haverá mais posts aqui;
– vou continuar trabalhando em Campinas;
– comprarei minha primeira moto (uma Honda CG 150 Fan 2012);
– economizarei grana (espero);
– e poderei mostrar toda noite pro Miguel o que é música, pra ver se ele esquece o Michel Teló que a vó apresentou.
Agora chega de conversa que tô cheio de coisas para arrumar aqui. Me desejem sorte nesta nova etapa da minha vida 🙂
(Como pude esquecer um feriado? Me internem!)
Marquei na hora um rolê em Amparo, pra apresentar o Miguel parazamigas e pra fugir um pouco da chácara.
Na quinta-feira nos levantamos às 8h, brincamos até às 10h e depois dei um pulo cortar cabelo e pesquisar preços de motos (pra comprar ainda este mês e voltar logo a morar em Pedreira).
Daí, assim que cheguei, já fomos pro banho, almoçamos, escovamos os dentes, passamos perfume e nos preparamos pra foto:
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| Nói semo lindo e cheroso. |
O tempo prometia um baita temporal, mas nem foi dessa vez. São Pedro só deu uma mijadinha rápida e deixou respingando.
Miguel se comportou bem no ônibus, melhor do que eu imaginei, ficou sentadinho no colo o tempo todo e a coisa passou que quase a gente nem viu chegar na rodoviária, mas ao chegar lá… Instauramos o caos, andando pra lá e pra cá, sujando tudo de cookie, falando alto e rindo também. A gente tem que bancar o louco junto porque senão acabamos por virar de verdade.
A primeira pessoa que chegou foi a Yuki, daí no caminho da praça já achamos a Nah e esperamos a Isabela lá, enquanto o Miguel tentava matar as pombas da praça, roubar fichário e destruir o jardim. Quando todos se reuniram, subimos pra tomar umcafé e comer alguma coisa no Aroma Café.
Aqui o Miguel estava um pouco mais agitado, lugar fechado, né, preso na cadeira. Quando percebia que ele ia fazer escândalo eu o pegava pela mão ou no colo e íamos dar uma volta pelo lugar. Até que ele sossegou um pouco, graças a um chaveiro da Yuki.
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| Relaxou tanto que achou que era o dono do lugar (foto tirada minutos antes dele tentar virar a mesa com um chute). Nah ao fundo. |
Saímos e encontramos a Jessica. A mulherada decidiu que era hora de ir às compras na Rua 13 de Maio, eu acompanhei, o Miguel dormiu (meu braço também). Dormiu metade do caminho, né, acordou quando eu estava cansado e havíamos chegado numa loja de esmaltes cheia de coisas pra fuçar. No caminho a gente trombou também com a irmã da Yuki.
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| Yuki, Nah, Isabela. |
Mas aí o rolê já estava acabando, descemos pra beber e comer alguma coisa no bar. Nisso já eram 19h, estava mesmo na hora de ir pra casa e jantar. Metade do grupo já se despediu no bar, outra foi com a gente esperar o ônibus.
Foi tchau pra lá e pra cá, Miguel mandando beijo e mais um dia de bagunça chegando ao fim. Feriado com gente legal ao redor é bom demais. 🙂
Que venham minhas férias semana que vem, há muita bagunça pra se fazer, histórias pra postar.
C ya!
Contrariando todas as simpatias e previsões (exceto a minha), veio um menino. E por que escolhemos o nome Miguel? Aliás, Miguel Angelo?
| Não foi nem por causa do pintor, nem pela Tartaruga Ninja, te garanto 😉 |
Eu e a mãe dele amamos muito um poeta curitibano, chamado Paulo Leminski. Seu único filho se chamava Miguel Ângelo Leminski. Os desfechos foram tristes, do poeta e do filho, Miguel Leminski morreu aos 10 anos, vítima do câncer, e esse foi um dos motivos pelo qual Paulo se afundou no álcool, que o matou de cirrose aos 44 anos.
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| “basta um instante / e você tem amor bastante” |
Triste, né? Mas mesmo assim escolhemos esse nome, em homenagem ao poeta.
Eu queria só Miguel Noris, sempre odiei ter um segundo nome (o meu é Gustavo) e não queria que ele tivesse, aliás, minha avó Margarida também não, pois, como me contou, tive um parente de 3° ou 4° grau chamado Miguel Ângelo e ele era galinhão. Mas enfim, acertamos que seriam dois nomes, porque a Fran queria e ela fez chantagens e eu não ligava tanto assim hahahaha.
Miguel também completaria os arcanjos famosões, né, eu que sou Rafael, meu irmão que é Gabriel e ele que é Miguel (e minha cachorra que é a Mel). Mesmo eu sendo ateu, gosto dessas configurações, destas ordens, não sou radical 🙂
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| Ah, morre… Diabo! |
Até onde eu sei, meu nome é Rafael por causa do arcanjo, porque Rafael Gustavo eu não sei, deve ser mania de novela mexicana. E o seu nome, como foi escolhido? E se você tem filho, como foi pra escolher o dele? É nome composto também? Comenta aí 😀
O Campeão conta a história de Billy Flynn, um ex-campeão de boxe que cria seu filho sozinho e se sustenta como treinador de cavalos. Porém, acaba se envolvendo com jogos e bebidas, e, pra piorar, a mãe do seu filho reaparece após 7 anos sem dar as caras e quer ficar com o garoto.
Como se não bastasse, Billy chega numa situação em que se vê sem dinheiro pra pagar suas dívidas com os jogos e, pensando em oferecer uma vida melhor para seu filho (para quem nunca deixou de ser o campeão), decide voltar aos ringues.
O filme é um remake do homônimo lançado em 1931. Comprei sem saber do drama, vi-o numa lista de filmes sobre boxe e não hesitei em assistir. Me pegou de jeito, tipo um golpe de boxe mesmo. E depois, fui pegar uns feedbacks em sites e fóruns e descobri que ele foi considerado o filme mais triste da história do cinema!!!
Fiquei até mais aliviado em saber que não era o único que ficou pra baixo assistindo ele. Olha o trailer (em inglês):
Se você já assistiu, conte aí nos comentários o que achou do filme, e se não, não perca mais tempo, reserve duas horas do seu dia e tire o atraso. E depois conte aqui, claro, suas impressões.
Ele roubou a caçulisse dela.
A atropelava com o andador quando ela estava descansando.
Comia sua ração escondido.
Tirou o espaço dela dentro de casa.
Ela tem motivos de sobra pra odiá-lo, mas só se não fosse… O carinho que ele lhe dá. Por carinho, entenda-se carinho mesmo, mas também pão, bolacha, fruta, carne e outras porcariadas.
Por fim, ela deve ter entendido o que se passava, acabou amadurecendo com a vinda dele também. Hoje são bons companheiros, na diversão e na preguiça:
Quem mais tem animal em casa? Qual a relação com ele?
Lançada em 1979, no álbum Black Rose: A Rock Legend, Sarah é uma música capaz de grudar na sua cabeça, por isso, cuidado ao ver o clipe mais abaixo. Uma curiosidade: essa foi a segunda música que o Phil escreveu para alguém da família, a primeira era do álbum Shades of a Blue Orphanage e se chamava… PASMEM, Sarah, também. Mas era dedicada a avó dele, que possuía o mesmo nome.
A música é melosa demais, o primeiro verso é: “When you came in my life you changed my world”. Mas na vida real não foi bem assim. Talvez o que Phil sentisse por ela fosse exatamente o oposto que sentia por si mesmo: começou a abusar de álcool, cocaína e heroína, se viu entrando num poço cada vez mais fundo que só acabou com a óbvia morte prematura (aos 35 anos!), cujo diagnóstico foi pneumonia e falência múltipla dos órgãos…
🙁
Vamos falar de coisa boa, confira abaixo o clipe de Sarah, do Thin Lizzy e veja a letra completa em seguida:
Sarah
When you came in my life you changed my world, my Sarah
Everything seemed so right my baby girl, my Sarah
You are all I want to know
You hold my heart so don’t let go
You are all I need to live
My love to you I’ll give
My Sarah
When you begin to smile you change my style, my Sarah
When I look in your eyes I see my prize, my Sarah
You are all I want to know, oh my Sarah
Don’t let go, oh no, my Sarah
Yes, you changed my style with your baby smile, Sarah
Childlike charms keep me warm hold you in my arms, Sarah
Sarah, be mine
Caso queira ouvir a música numa versão mais rápida e com pegada de folk irlandês, confira o cover que a banda sérvia Orthodox Celts gravou.
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| Ó eu ali de olho no celular, compartilhando o bate-papo no Twitter. |
Eu, que sou caipira e nunca havia andado sozinho em São Paulo, tive de convidar a Yumi para, além de ser minha companhia no evento, me guiar pelo underground paulistano. Foi mais fácil do que pensei, pegamos o metrô tudo certinho e chegamos no #CafeBlogSabara com poucos minutos de atraso.
| Cenas do metrô. |
Minha primeira observação ao entrar na sala do evento foi: – Cadê os pais? Eram mais de 10 mães e só 3 pais. Tem que ver isso aí, hein, companheiros de classe?
A primeira mesa foi sobre nutrição, as verdades e os mitos sobre alimentação correta e obesidade. Eis alguns tweets que rolaram durante a palestra e que separo pela relevância:
A segunda foi sobre a exposição dos filhos às mídias: TV, videogame, computador, redes sociais etc. Essa mesa já mexeu mais comigo, afinal, sou viciado nessas mídias desde que me conheço por gente. Os tweets mais pertinentes que rolaram seguem abaixo:
E por último, mas não menos importante, o tema foi saúde infantil: distúrbios da fala, de atenção e hiperatividade. Mais tweets:
A última palestra já deu pra perceber que o pessoal tava menos ativo nas redes, começa a bater a fome e a atenção acaba se voltando mais para o estômago que para o ambiente, mas enfim. Foi uma manhã mais do que maravilhosa, cheia de ideias e informações que ainda estou mastigando. Fico no aguardo do próximo e torcendo para que nele tenhamos mais tempo, com mais coffee-breaks para os pais blogueiros poderem interagir entre si. Fora isso, não tenho nem o que comentar 🙂
Ah, tenho sim, 3 coisas pra 3 pessoas:
1) Patrícia, fico feliz por termos nos trombado por lá hahahahaha
2) Mafalda, espero ter outra oportunidade pra bancar o fã maluco e te parabenizar ao vivo pelo Monacast 😀
3) Yumi, obrigadão pela companhia, pelos cookies, pelo presente (ainda vai virar post, adorei o livro!)
É isso. Depois do evento foi a correria pra voltar pra Pedreira, sem direito a almoço, pra ver o filhote e brincar a tarde inteira. Posso morder ele, né? Pois mordi, o palmitinho é item número 1 na minha dieta de vegetariano canibal.
>.<
Atualização do dia 23/11/11: O Hospital Sabará lançou um vídeo com os melhores momentos do Café Com Blog, vale a pena dar uma pausa em tudo e assistir:
Gente, não é a primeira vez que ele fala isso, mas foi a primeira vez que consegui filmar. Nem sei o que dizer, vejo isso 20 vezes por dia:
MORRI! *———————————*

















