Inspirado pela namorada que anda lendo a guru da arrumação Marie Kondo e depois de ler um post do PlayKids com dicas de organização de brinquedos, decidi que já passou da estava na hora de eu dar uma geral em 5 anos de brinquedos acumulados.

Decidi começar pelo salão, onde está o “grosso” dos brinquedos do Miguel. Esvaziando prateleiras, caixas e cabanas, não poderia imaginar um cenário mais assustador: brinquedos de bebê que não brincava mais, brinquedos quebrados, brinquedos com peças faltando, brinquedos repetidos, um caos!

Imagem da sala bagunçada de brinquedos

Nessa primeira parte da arrumação decidi dar um fim nos brinquedos quebrados ou com muitas peças perdidas (afinal quando é pouca coisa que falta sempre dá pra improvisar). Ao Miguel deixei a tarefa de brincar com os quebra-cabeças para ver se não faltava peças, enquanto eu ia dando um fim nos brinquedos. Começamos a primeira missão no fim da tarde e terminamos só depois da meia noite!

Teve o momento drama ao ver uma tartaruga ninja ir embora por estar quebrada, teve o momento alegria quando encontramos um headset da Tortuguita. E, em teoria, muitos momentos de aprendizado: sobre a importância de brincar sem destruir e de tomar cuidado para não perder peças dos brinquedos que gostamos, principalmente.

Foram 3 sacos pretos de lixo! Confesso que a vontade é de dar um restart, sumir com tudo, e não deixar mais ninguém enchê-lo de brinquedos. Porque na boa, ninguém precisa de mais de 20 carrinhos, 5 versões do mesmo super-herói e coisas do tipo. Próxima etapa será separar itens para doação!

Alguém já passou por isso? Acumular até ficar de saco cheio? Como foi? Deixe dicas nos comentários 🙂

Demorei para fazer mais um post sobre nossa Noite de Jogos porque queria escrever algo menos doidão e mais minucioso que o que fiz sobre o Floresta Encantada hahahahaha. O jogo da vez que estamos curtindo muito é o Clube Grow.

Imagem do kit de jogos de tabuleiro Clube Grow


O Clube Grow comprei uma semana depois do Floresta Encantada, para termos mais opções e não deixarmos nossa Noite de Jogos ficar monótona. O Clube é um kit com 10 jogos clássicos: Mico, Sobe-Desce, Ludo, Trilha, Resta 1, Damas Chinesas, Damas, Can-Can, Mega Trunfo e Gamão.

Ainda não jogamos tudo, começamos com o Ludo, que o Migs #aos5 aprendeu fácil e que virou nosso favorito, um jogo de rolar dados que mistura sorte e estratégia. Depois fomos ao Sobe-Desce, que ele gosta e eu odeio, porque é pura sorte e demora demais pra acabar. Me surpreendi que ele pegou o jeito rapidinho de Damas, que é um dos meus jogos favoritos de adolescência, junto com Xadrez (que sou ruim mas gosto). O último que aprendemos a jogar foi o Mico, um jogo de cartas onde você faz pares de animais e quem ficar com a carta do Mico no final, perde. É sempre garantia de muitas risadas, já que instituímos que quem perde paga um mico.

Os outros jogos ainda não demos chances, pois me pareceram complexos demais pra mim pra idade dele.

Enfim, são jogos muito divertidos para se jogar em família, um toque de nostalgia e que ainda é capaz de encantar a garotada nova. Mega recomendo, paguei uns 60 ou 70 reais, que se dividir por 10 jogos, é bem em conta, certo?

Quem tiver mais dicas de jogos, por favor comentem, estamos sempre em busca de novidades nessa área 😀

Hoje eu, meu filho e minha namorada fomos conferir o novo filme da Pixar, Divertida Mente, e apesar de eu ter lido boas resenhas na internet, não imaginava que seria um filme tão rico, emocionante e profundo. Adoramos!

Cena do filme Divertida Mente, lançado pela Pixar

A história acompanha a pequena Riley, de 11 anos, que precisa mudar de cidade com sua família quando o seu pai arruma um novo emprego. De uma vida interiorana para uma urbana, deixando amigos para trás, vemos as dificuldades que ela tem de se adaptar ao novo ambiente.

Essa é a história de fora, mas a magia mesmo está dentro da Riley. Divertida Mente cria uma representação muito interessante de como cada pessoa funciona. No filme somos convidados a entrar na mente de Riley, mais especificamente no centro de controle, onde Alegria, Medo, Raiva, Tristeza e Nojinho trabalham dia e noite para que a vida da garota seja a melhor possível.

A mudança de cidade coincide com, após algumas atrapalhadas, Alegria e Tristeza serem mandadas para fora do centro de controle. Elas acabam entrando numa aventura pelas memórias, sonhos e subconsciente da garota, com direito a visitar ilhas de personalidade, pegar trem na linha de pensamento, entre outros. Enquanto isso, Raiva, Medo e Nojinho tentam manter as rédeas e, óbvio, tudo começa a dar errado.

Cena da animação da Pixar, Divertida Mente

Em dois momentos do filme eu confesso: chorei. Um deles inclusive foi comoção total, ouvia as crianças ao lado comentando “onde ele foi?”, “o que aconteceu com ele?”, mas nem vou comentar porque estragaria a experiência de quem vai assistir.

Enfim. Divertida Mente é um ótimo filme e com certeza ajudará crianças e adultos a entenderem melhor suas emoções e atitudes. Mais que recomendo essa maravilha da Pixar e Disney! <3

Família Palmito assistindo Divertida Mente
Há dois anos deixei de lado meus treinos de jiu-jitsu em Campinas e esse vazio não era preenchido. Na época que lutava, lembro de ter visto um mestre com seu filho de 4 anos usando kimono e morri de amor, o garotinho tinha ficado muito fofo e eu mal via a hora do Miguel ter o seu próprio.

Miguel #aos5 com seu primeiro kimono de judô

Mês passado comprei um kimono pro Miguel porque senti que ele estava pronto para treinar alguma arte marcial, sabia que havia curso de judô gratuito pra crianças aqui em Pedreira-SP e me animei na hora. Fomos assistir uma aula e fomos muito bem recebidos pelo sensei, descobri que adultos também podiam fazer as aulas. Perfeito! Uma das minhas metas pra esse ano é fazer mais exercícios, e essa foi uma ótima oportunidade de me exercitar com um esporte que admiro muito.

Noris pai e Noris filho treinando judô

Há muitos benefícios racionais para botar o filho em uma atividade dessas, como melhorar a disciplina, o respeito, auto-controle, auto-estima, mas o principal motivo que fez eu decidi botar ele no treino é porque é prazeroso treinar. Ainda mais podendo acompanhar pertinho e se desenvolver junto.

E você, já fez alguma arte marcial? O filho ou filha pratica algum? Gosta ou não?

Quem me conhece sabe que não sou religioso. Então na hora de dormir não tem oração para o Papai do Céu. Mas isso deixou um vácuo que muitas vezes me incomodou, pois no fundo acho legal que as pessoas sintam-se agradecidas pelo dia que tiveram, agradecidas pelas pequenas e grandes coisas que aconteceram e deixaram o dia mais legal.

Para incentivar isso com o Miguel, acabamos adotando um novo hábito antes de dormir: contar 3 coisas que nos deixaram felizes no dia que se passou.

Foto minha com meu filho tomando um cafezinho.

Não tem nada pior do que botar a cabeça na cama e pensar em problemas. Há um tempo estamos botando a cabeça e lembrando de coisas boas. Isso é ótimo para o sono, para a auto-estima, para a confiança, para conhecer melhor o filho também. Para treinar nossa cabeça para ter mais gratidão e ser mais feliz.

Geralmente ele pede para eu começar. Aí lá vou eu, por exemplo: fiquei muito feliz por assistir um novo episódio de Game of Thrones, fiquei feliz que a gente comeu Sucrilhos juntos, fiquei feliz que pude dormir depois do almoço. Coisas pequenas ou grandes que me animaram.

É uma rotina nova, fazemos todos os dias depois da historinha e antes de dormir. Acredito muito no poder dela a longo prazo para criar uma criança mais feliz e otimista. Recomendo!

E você, faz algo do tipo? Como é a rotina antes de dormir?

Não é fácil ser filho e ter que lidar com adultos que são sempre cheios de razão, sabedores de tudo. Até que a gente tem um filho e começa a perceber que o que nossos pais diziam realmente fazia sentido, até quando estavam errados hahahahaha

Imagem da campanha da Nívea #MinhaMãeTinhaRazão
Foto da campanha #MinhaMãeTinhaRazão

A Nívea acabou de lançar uma campanha internacional #MinhaMãeTinhaRazão e no vídeo propõe que a gente relembre os conselhos de nossas mães e conheça histórias de algumas mulheres de diferentes países, confira:

Minha mãe também é cheia dos pitacos, principalmente dos pequenos e chatos, como “pra quê tanto livro se você nem lê tudo?“, “você não morre se lavar a louça”, “você deveria fazer a barba, está parecendo mendigo“, ou “aqui não é a casa da Mãe Joana“, ou “está esfriando, você deveria já ter dado banho no Miguel” e mil outros. Todos chatos e certeiros. Mães são boas disso.

Foto minha de recém-nascido, eu e minha mãe ainda na maternidade.
Eu e minha mamis, no dia mais feliz da vida dela, devo dizer hahaahahaha

Mas o melhor conselho dela seja: “Se é o que te fará feliz, vai atrás!”. Nem sempre dito num tom alegre, porque muitas vezes envolve nos afastar, mudanças de planos, coisas assim, mas é um apoio, lembra que nem sempre o caminho da felicidade é fácil ou mesmo feliz no início, mas deve ser caminhado. São conselhos muito melhores dos que o do meu pai, que geralmente faz troça ou fica mordidinho hahahaha

E você, tem algum conselho da sua mãe que sempre fica na sua cabeça? Qual é?

Este post é patrocinado pela Nívea, aceitei participar da campanha #MinhaMãeTinhaRazão pela proposta de refletir as relações familiares, pela nostalgia e diversão. Acompanhe as novidades da ação no Youtube!

Fuçar aleatoriamente na internet tem dessas coisas de toparmos, de repente, com maravilhas. E a maravilha de hoje são os irmãos Aaralyn e Izzy.

Foto dos irmãos Izzy e Aaralyn, que criaram a banda Murp.

Eles começaram a banda em 2010, quando a pequena Aaralyn, com 3 anos então, decidiu participar de uma jam session no porão com seu pai e com o Izzy, seu irmão baterista, que na época estava com 6 anos. Ninguém estava pronto para o som que veio a seguir.

Os irmãos chegaram a ir no America’s Got Talent e surpreenderam o mundo também. Foi a partir do vídeo deles lá que eu fui atrás deles e descobri o nome do conjunto, Murp, e vi também uma canção que me chamou a atenção já pelo título: Thunder Silences The Bully.

Confira abaixo o clipe e a letra da melhor música anti-bullying do mundo:

Bully! (Bully!)
What is your Deal? (Qual é o seu problema?)
Are you Sad Inside? (Você se sente triste por dentro?)
You can Play!! (Você pode brincar!)
You can Play!! (Você pode brincar!)
You Can Play with My Stuff!! (Você pode brincar com minhas coisas!)
Bullies!! (Bullies!)
Why are you so Mean!? (Por que vocês são tão malvados?!)
Do You need a Hug? (Vocês precisam de um abraço?!)
You can Play! (Vocês podem brincar!)
You can Play! (Vocês podem brincar!)
You can Play with My Stuff! (Vocês podem brincar com minhas coisas!)

Fofura, né?! <3 <3 <3 Se quiser acompanhar o trampo da família, você pode se inscrever no canal deles no Youtube, seguir a página no Facebook e até se tornar patrocinador da banda no Patreon.

Uma nova modalidade de jogo invadiu aqui nossa casa: o jogo de tabuleiro. Descobri recentemente o Floresta Encantada, jogamos, adoramos e agora recomendamos!

Caixa do jogo de tabuleiro infantil "Floresta Encantada", lançado pela Grow.

Descobri o Floresta Encantada esses dias quando vi o Migs jogando com a terapeuta um jogo com tabuleiro, cartas de unicórnio, dragões, baús e tal. Fiquei espantado, porque não imaginava que ele já conseguisse jogar algo do tipo e aquilo me animou, porque adoro esse tipo de jogo e não tenho muito com quem jogar.

Assim, peguei meu abençoado, coff coff, cartão de crédito e comprei ele. Comprei no domingo pela Submarino e chegou ontem já.

Agora quarta-feira ficou instituído como nossa Noite de Jogos. Uma noite pra exercitar a cabeça, se divertir num mundo com regras e desafios. Até então, nossos passatempos eram sempre de criatividade, imaginação, acho que será muito legal poder desenvolver também um lado lógico e estratégico com o Miguel.

Eu e meu filho Miguel, de 4 anos, jogando Floresta Encantada.

Descobri outros jogos de tabuleiro para crianças da idade dele (ou próxima), como Zoológico Animado, Cara a Cara, Pictureka, Jogo do Zumbi e Labirinto Turma da Mônica. Não joguei nenhum ainda, mas pretendo conseguir um deles já no mês que vem, porque também se sempre for o mesmo jogo tenho certeza que vamos enjoar.

E aí, já jogou algum jogo de tabuleiro com seu filho? Tem alguma dica ou sugestão?

E tem episódio novo de Leitura Compartilhada, com duas dicas de livros para divertir e derreter corações de pais e mães.

No episódio de hoje eu e o Miguel recomendamos os livros “Adivinha Quanto Eu Te Amo” e “Aqui, Ali e Em Todo Lugar”, ambos escritos pelo Sam McBratney e ilustrados pela Anita Jeram.

Somos apaixonados pelas duas obras e já perdemos as contas de quantas vezes os lemos aqui em casa, por isso já estava mais do que na hora de indicarmos eles no Leitura Compartilhada. O “Adivinha…” ganhamos numa das campanhas Leia Para Uma Criança, do Itaú, o outro livro achamos por acaso numa livraria e o agarramos na hora <3

Confira no vídeo abaixo a nossa dica:

E você, já leu algum deles? Curtiu? Quer ler? Tem mais dicas de livros parecidos? Deixe nos comentários 😀

Domingo passado criamos pela primeira vez o nosso próprio quebra-cabeça aqui em casa. É muito simples e vamos explicar como fazer.

Materiais para criar um quebra-cabeça com seu filho

Você vai precisar de:

  • revista velha
  • papelão (cartolina pode dar certo também)
  • cola
  • tesoura ou estilete
  • 15 minutos e boa vontade
Tendo tudo isso, sente-se com seu filho e procure imagens grandes na revista junto com ele. Aqui, como fizemos dois jogos, o Miguel cuidou de escolher uma na revista Crescer e eu a outra na revista UFO hahahahahaha.
Miguel colando a página da revista no papelão
Escolhida a imagem, basta recortá-la e colar no papelão (lembrando que estilete não deve ser usado por crianças). Espere secar e corte o papelão pra formar um quadrinho, tipo esse:
Os quadrinhos de papelão que vão virar quebra-cabeças.
Agora, de acordo com a idade de seu filho, corte o papelão em vários pedaços, 4, 8, 16, depende do tamanho também da imagem. Por aqui, cortamos tudo em 16 quadrados e a diversão foi garantida.

Fazer um quebra-cabeça não é nenhum quebra-cabeça. Que tal fazer um com seus filhotes hoje? 🙂

Ideia tirada do livro “501 Atividades Para Crianças Longe da TV”, escrito pela Di Hodges e lançado no Brasil pela editora Girassol.