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💡 A área de comentários é o espaço mais genuíno de uma rede social profissional como o LinkedIn. É ali que você:

  • mostra que leu o post
  • oferece sua perspectiva
  • se conecta com a comunidade
  • e contribui com valor

Se você quer fortalecer sua reputação por aqui, pelo amor de Deus, não copie e cole comentário gerado por IA.

E por que estou falando disso?

Pesquisando ideias de conteúdo para um cliente executivo, me deparei com o post de um Top Voice que usava uma cena péssima do Monty Python.

A imagem mostra uma cena do filme "A Vida de Brian". Quatro pessoas, três homens e uma mulher, estão sentadas em degraus de pedra. Todos estão vestidos com túnicas escuras e coberturas para a cabeça, com expressões pensativas.

O que estava ruim, piorou quando cheguei na seção de comentários: vários diretores e executivos interagindo com respostas genéricas e visivelmente criadas por IA.

Além de ignorarem completamente a cena mostrada no vídeo, todos os comentários seguiam a mesma fórmula, com frases feitas que não dizem absolutamente nada. Exemplos pra ilustrar o que estou falando:

  1. A genialidade de “A Vida de Brian” está em mostrar como seguimos repetindo padrões absurdos — só mudam os figurinos…
  2. A genialidade de “A Vida de Brian” mostra como a análise crítica e o humor inteligente permanecem essenciais nos negócios…
  3. Monty Python entendeu cedo: ironizar o status quo é expor estruturas de poder que sobrevivem a décadas…
  4. Satirizar o status quo é um dos poucos jeitos de expor absurdos sistêmicos sem criar resistência. A Vida de Brian revela: o contexto muda, mas as armadilhas coletivas seguem…

O algoritmo do LinkedIn pode até entender que você está “engajando com insights” e melhorar seu Social Selling Index, mas vamos ser honestos, não vale a pena parecer artificial só pra ganhar uns pontos a mais lá.

Comentários são parte do seu posicionamento. Se até eles soam automáticos, por que alguém confiaria no seu conteúdo ou na sua liderança?

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A imagem é uma ilustração que mostra três pessoas à esquerda, imersas em seus smartphones, com balões de fala exibindo o logo do Instagram. À direita, um homem observa os outros com uma postura pensativa.

Bora ser um pouco menos emocionado e mais cético com as grandes novidades que aparecem aqui?

O tanto de post que vi de influencers de #marketingdigital aqui falando que o Instagram agora vai ter conteúdo indexado no Google não é brincadeira.

Não comentei em post de ninguém pra não parecer deselegante, mas… Isso foi novidade lá em 2020, sabe?

Desde o início daquele ano isso acontece com contas profissionais públicas. E não é algo que está chegando agora no Brasil, porque já faz MUITO tempo que faço buscas no Google e topo com reels e posts dessa rede social.

Se estiver em dúvida, é só clicar aqui: https://help.instagram.com/147542625391305/

Será que o ChatGPT inventou essa grande novidade pra algum especialista que replicou isso sem checar as fontes e gerou essa onda?

Não sei, só sei que quem compartilha isso nunca mostra fonte alguma, o que já deveria deixar as pessoas com pé atrás. #quetistreza

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2 informações de 2 pesquisas diferentes que talvez te interessem:

1️⃣ Socialinsider mostra que o engajamento no Instagram caiu cerca de 28% entre 2023 e 2024.

2️⃣ Buffer aponta que o LinkedIn é hoje a rede social com maior taxa de engajamento, com média de 6,5% (e subindo trimestre a trimestre).

Como eu interpreto isso? É que tem muita gente cansada no Instagram.

Fadiga digital, excesso de estímulo e uma promessa de descanso mental que só entrega mais angústia com o noticiário ou brain rot com as aleatoriedades.

As pessoas não estão saindo da rede, mas consumindo de forma mais passiva.

Isso impacta diretamente quem trabalha com social media.

É preciso reconhecer essa mudança, ajustar expectativas e seguir tentando construir narrativas que realmente mereçam o tempo de quem tá do outro lado (inclusive reconhecendo que tem informação que não engaja tanto, mas nem por isso tem menos importância).

Já o LinkedIn tem outra proposta.

A gente vem nesta plataforma com uma outra intenção (e atenção).

A gente vem pra acompanhar o mercado, os colegas e ex-colegas, absorver contexto, aprender, entender pra onde a gente tá indo profissionalmente e pensar qual será o futuro do trabalho num mundo que vem sendo dominado pela IA.

É tipo abrir um espaço de foco no meio da bagunça das redes.

Eu já torci MUITO o nariz pro LinkedIn. Achava engessado, artificial, um teatro corporativo chatíssimo, mas… nos últimos tempos, tenho visto um lugar mais plural, humano e instigante.

(E talvez por isso mesmo eu tenha voltado com força e decidido estudar mais essa plataforma.)

Se alguém dissesse pro Noris de 2024 que ele ia considerar o LinkedIn mais saudável que o Insta, ele teria dado block na hora hahahahaha

Mas olha só onde a gente tá 😅

Pessoa careca e com barba, sentada em uma cadeira de plástico branco, de olhos fechados e mãos abertas em um gesto expressivo, como se estivesse falando ou refletindo intensamente. Usa camiseta preta com a estampa de um pato amarelo e a frase “I CHOOSE FIGHT”. Está em uma área externa com churrasqueira e objetos ao fundo, transmitindo um clima descontraído e informal.

Minha versão de 2024 respirando fundo pra tentar escutar o meu eu de 2025 dizendo que o LinkedIn se tornaria minha rede favorita.

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