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oi, aqui é o Noris!

eis a primeira segunda do mês e aqui está a minha 4ª baguncinha com 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

entramos no meu mês favorito, quando coisas de terror ganham mais espaço. você também é fã de Halloween, Dia das Bruxas ou Dia do Saci? deixe um comentário 🎃

boa leitura (e boas travessuras)!

1️⃣ quantos anos você tinha quando descobriu que a tradição original de Halloween era decorar nabos ao invés de abóboras?

Imagem de 2 nabos com feições humanóides decoradas para Halloween, com olhos inteiramente negros e dentes bizarros. São exemplares do National Museum of Ireland.

eu tinha 36, e a descoberta foi na semana passada. na minha humilde opinião, nabos de Halloween são 1.000x mais assustadores. — pra saber mais, link da Superinteressante

2️⃣ falando em coisas que dão medo, o medo de flopar

quem cria conteúdo está sujeito a ter essa experiência que o André Oliveira destrinchou MUITO bem.

importante enfrentar o pavor de ser ignorado ou zoado se quiser que seus posts cheguem em algum lugar.

recomendo a leitura!

 

3️⃣ saiu a lista de vencedores do Ig Nobel 2025

falei que ia rolar o Ig Nobel na newsletter passada e agora saiu a lista dos vencedores de 2025. tem pesquisas de pizzas favoritas de lagartos a vacas pintadas de zebra pra enganar mosquitos. tá muito imperdível!

e o melhor lugar pra conhecer os premiados é no podcast Naruhodo, do Ken Fujioka e Altay de Souza, que tem episódio duplo pra você se aprofundar um pouco mais em cada um dos estudos — ouça no Spotify o quanto antes

 

4️⃣ pesquisa nova pra galera do B2B no LinkedIn

finalzinho de setembro saiu uma pesquisa muito interessante sobre conteúdo de lideranças aqui nessa plataforma e o impacto “invisível” dele sobre decisões de compra.

a Edelman e o LinkedIn se debruçaram sobre stakeholders internos das organizações que influenciam decisões de compras mesmo sem serem usuários diretos. 71% deles têm pouca ou nenhuma interação com times de vendas.

falei disso num post semana passada (passe lá deixar um like amigo), mas… — recomendo ler o estudo completo

5️⃣ palavra do mês: WORKSLOP

você com certeza já topou com algo gerado por IA (post, apresentação, análise) que parece ok, mas carece de “substância”, não te ajuda em nada, e aí você precisa retrabalhar total no conteúdo. isso tem nome: “workslop”, e vi essa palavra pela primeira vez na Harvard Business Review.

num estudo publicado por eles, 40% dos funcionários relatam receber “workslops”, o que custa às empresas um “imposto invisível” de cerca de $186 por mês por trabalhador em perda de produtividade. curiosidade: metade dos receptores passa a ver o colega que enviou o “workslop” como menos inteligente.

leitura essencial pra quem quer entender melhor a IA e seus desafios, até pra também usá-la de forma mais… inteligente. — AI-Generated “Workslop” Is Destroying Productivity

 

6️⃣ Tylenol não causa autismo

é simplesmente angustiante esse tópico ser necessário, mas vivemos numa sociedade que parece que perdeu o bom senso e esse assunto bombou em muitos lugares no mês passado. o Igor Eckert postou um carrossel no Instagram que explica direitinho a desinformação que o Trump propagou, vale passar lá e engajar — link do post do @igoreckert

 

7️⃣ falando em correlações espúrias…

A imagem mostra uma correlação curiosa, mas sem relação causal, entre dois dados: De 1995 a 2021, o número de bebês chamados Eleanor nos Estados Unidos cresceu bastante, saindo de cerca de 400 nascimentos por ano para mais de 7 mil. No mesmo período, a quantidade de energia gerada por usinas eólicas na Polônia também aumentou, de praticamente zero para cerca de 16 bilhões de kWh. O gráfico coloca essas duas curvas lado a lado e mostra que elas sobem de forma parecida, com uma correlação estatística muito alta. A intenção é ilustrar um “spurious correlation” (correlação espúria): duas variáveis que parecem andar juntas nos números, mas que não têm nenhuma ligação real entre si.

a popularidade do nome Eleanor nos EUA não aumenta a geração de energia eólica na Polônia. por quê? porque correlação não é causalidade. e esse site do Tyler Vigen mostra isso de uma maneira maravilhosa já faz um tempo, recomendo muito, é divertido e educativo ❤️ — Spurious Correlations

 

8️⃣ vamos falar de coisa boa? vamos falar do aniversariante do mês passado?

no dia 19 de setembro, foi o aniversário de 35 anos do maior sistema de saúde do mundo: o SUS! é um sistema que tem desafios, sim, mas é uma conquista social do povo brasileiro e motivo de muito orgulho.

por não ter plano de saúde, eu e meu filho usamos ele o tempo todo (76% da população brasileira depende dele), já consegui fazer cirurgias em que o tempo da consulta até o procedimento, passando pelos exames, aconteceu em menos de 6 meses, e todo ano faço meu check-up. quem criticar o SUS perto de mim está sujeito a pauladas.

 

9️⃣ dica de leitura

se no tópico anterior eu falei do SUS como conquista, aqui vai uma indicação de livro que mostra bem o que era a vida sem ele: “Quarto de Despejo”, da Carolina Maria de Jesus.

no diário, ela conta o dia a dia de uma mãe na favela dos anos 50, vivendo de catar papel, enfrentando fome, doença, falta de remédio e dependendo de caridade pra sobreviver. é um relato cru, dolorido e necessário, que ajuda a entender por que saúde pública tem que ser direito de todos, e não favor de alguns.

leitura rápida, mas que fica ecoando por muito tempo. — link do livro na Amazon (com desconto)

 

🔟 dica de newsletter aqui no LinkedIn

você também curte a interssecção entre psicologia e escrita? então você precisa seguir a newsletter Int. Emocional & Comunicação, da Tatiane Lucheis. eu descobri o conteúdo graças às curtidas e comentários da Carolina Abilio, MSc por lá, e aí apareceu no meu feed. eu acho muito interessante as voltas que os conteúdos no LinkedIn dão pra chegar na gente 😊 — veja todas as edições publicadas

tem algo legal pra indicar também? deixe nos comentários e bora aumentar o Listão! 🫶

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A imagem mostra uma thumbnail com um fundo roxo e um quadro rosa. O texto no canto superior esquerdo diz "LISTÃO DO NORIS" em letras grandes e amarelas. Abaixo, há uma lista de tópicos em letras brancas: "LER POR PRAZER, GPT NO BRASIL, BLACK METAL, ETC". No lado direito, há uma imagem pixelizada de um homem barbudo, careca, vestindo um robe branco e segurando uma caneca branca. No canto inferior direito, a hashtag "#003" indica o número da edição.

oi, aqui é o Noris!

o tempo voou e a primeira segunda do mês chegou novamente.

a edição saiu um pouco mais tarde dessa vez porque os últimos dias estão insanos: no trabalho, nos projetos pessoais e até na família. ontem passei a madrugada com meu filho no hospital por conta de uma tosse que tirou o sono até dos vizinhos.

mas enfim, aqui está a esperada baguncinha de 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

boa leitura!

1️⃣ no fun, my babe, no fun

uma pesquisa conduzida pela University College London e pela University of Florida descobriu que, em 10 anos, o número de estadunidenses que leem por prazer caiu 40%. pra mim, esse é um dado bem preocupante, já que estamos perdendo um hábito que favorece tanto a empatia quanto a saúde mental. você também tem sentido dificuldade de “ler por ler”? — NY Times

Na foto, duas crianças estão sentadas em um sofá: uma sorri abraçando uma almofada, minha prima, enquanto a outra segura o livro “A fada que tinha ideias” (eu). Ao lado delas há uma árvore de Natal decorada com bolas coloridas e laços, a foto é a cara dos anos 90.

época que comecei a ler por prazer e nunca mais parei.

 

2️⃣ do maravilhoso James Clear

“Encarar um problema de frente diminui o medo. É difícil ter medo de algo quando você está avançando, ainda que aos poucos e de forma imperfeita. Agir acalma a ansiedade.”

 

3️⃣ o ChatGPT no Brasil

não é proposital, mas toda edição tem um tópico sobre inteligência artificial. dessa vez, recomendo um artigo MUITO bacana escrito pelo Thássius Veloso para o Tecnoblog com dados da OpenAI sobre o uso do ChatGPT em nosso país. estamos no top 3 dos países que mais usam a ferramenta e seus principais usos por aqui são:

  1. Redação e comunicação (20%)
  2. Aprendizado e capacitação (15%)
  3. Programação, ciência de dados e matemática (6%)

leia a matéria completa

 

4️⃣ falando em pesquisas…

acontece neste mês um dos momentos mais divertidos pra quem se empolga com divulgação científica: dia 18 de setembro vai rolar a cerimônia do 35º Prêmio Ig Nobel. se você não conhece essa paródia do Prêmio Nobel (alguém não conhece??), ele homenageia pesquisas científicas, no mínimo, inusitadas. são estudos que, como eles mesmo dizem, te fazem rir e logo em seguida pensar. vale ficar atento! — site oficial do Ig Nobel

 

5️⃣ exemplo de um Ig Nobel do ano passado

o Ig Nobel que mais achei interessante* em 2024 foi o de Medicina. uma equipe da Europa descobriu que remédios falsos que causam efeitos colaterais dolorosos são mais eficazes do que medicamentos falsos que não causam efeitos colaterais dolorosos.

*confesso que tem outro que gostei mais, mas acho que não seria de bom tom trazer aqui no LinkedIn rslista dos Ig Nobel 2024 no G1

 

6️⃣ lições corporativas de uma banda de black metal

no mês passado, uma das minhas bandas favoritas virou um novelão nas redes sociais. dois integrantes do Cradle of Filth se demitiram no meio da turnê sulamericana, com direito a exposição de DM, acusação de contrato abusivo, problemas conjugais, e até menção a alcoolismo, tudo postado em rede social. a lição? até poderia ter vários insights sobre marketing pessoal ou cultura organizacional, mas deus me livre disso. — matérias no Whiplash

 

7️⃣ pra refletir ✨

A tirinha da cartunista Laerte mostra uma personagem com um chapéu que parece prever desastres. Em quatro quadros, ela aparece em cenários de destruição — uma enchente, um tornado e o rastro de um terremoto — e em todos os cenários, a personagem repete a frase "Eu não disse?". O último quadro mostra a personagem seguindo uma placa de trânsito que aponta para "Eu não disse - a 2km"

deixe um like lá na publicação original da Laerte

 

8️⃣ dica: encontre-se com o artista

você sente que sua criatividade está bloqueada? a Julia Cameron tem uma dica que amo: marque um “encontro com o artista”, um momento semanal dedicado apenas a você e à sua curiosidade, sem a pressão de produzir nada. exemplos:

  • visitar um museu
  • explorar o bairro
  • ir a um show de música ou teatro
  • assistir a um filme antigo
  • sentar em um café e observar as pessoas

a essência dessa prática é que, para que a criatividade flua, a fonte precisa ser reabastecida. e não vale passeio pelo feed infinito das redes sociais, tá? — livro dela tá com desconto na Amazon

 

9️⃣ estudo novo do LinkedIn na área

bora falar de marketing B2B, IA generativa e LinkedIn? a plataforma divulgou recentemente um estudo chamado “AI is the new advantage – B2B Marketing Benchmark”.

ele traz muita informação sobre essa “nova era do marketing B2B”, indicando que 95% dos profissionais de marketing B2B já usam IA semanalmente, mas só 32% dizem ter domínio “extremamente bom” sobre IA.

A imagem mostra a frequência de uso de IA por profissionais de marketing B2B: 46% utilizam várias vezes por dia, 19% uma vez por dia, 26% algumas vezes por semana, 4% uma vez por semana e 5% menos de uma vez por semana, indicando que 95% usam IA pelo menos semanalmente.

de acordo com a pesquisa, o maior benefício percebido não é financeiro, mas tempo economizado: em média 20 horas por semana, considerando diferentes tarefas.

um outro detalhe que chama atenção é o fato de que as habilidades que mais crescem nos perfis de marketing no LinkedIn estão ligadas à IA aplicada: Artificial Intelligence for Business (+121%), Generative AI (+74%) e Prompt Engineering (+43%).

dica de curso no LinkedIn Learning: IA generativa para profissionais de marketing digital, com aulas do Martin Waxman, MCM, APR.

faça o download do estudo aqui

 

🔟 se pudesse, curtia esse post 1.000 vezes

 

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2 informações de 2 pesquisas diferentes que talvez te interessem:

1️⃣ Socialinsider mostra que o engajamento no Instagram caiu cerca de 28% entre 2023 e 2024.

2️⃣ Buffer aponta que o LinkedIn é hoje a rede social com maior taxa de engajamento, com média de 6,5% (e subindo trimestre a trimestre).

Como eu interpreto isso? É que tem muita gente cansada no Instagram.

Fadiga digital, excesso de estímulo e uma promessa de descanso mental que só entrega mais angústia com o noticiário ou brain rot com as aleatoriedades.

As pessoas não estão saindo da rede, mas consumindo de forma mais passiva.

Isso impacta diretamente quem trabalha com social media.

É preciso reconhecer essa mudança, ajustar expectativas e seguir tentando construir narrativas que realmente mereçam o tempo de quem tá do outro lado (inclusive reconhecendo que tem informação que não engaja tanto, mas nem por isso tem menos importância).

Já o LinkedIn tem outra proposta.

A gente vem nesta plataforma com uma outra intenção (e atenção).

A gente vem pra acompanhar o mercado, os colegas e ex-colegas, absorver contexto, aprender, entender pra onde a gente tá indo profissionalmente e pensar qual será o futuro do trabalho num mundo que vem sendo dominado pela IA.

É tipo abrir um espaço de foco no meio da bagunça das redes.

Eu já torci MUITO o nariz pro LinkedIn. Achava engessado, artificial, um teatro corporativo chatíssimo, mas… nos últimos tempos, tenho visto um lugar mais plural, humano e instigante.

(E talvez por isso mesmo eu tenha voltado com força e decidido estudar mais essa plataforma.)

Se alguém dissesse pro Noris de 2024 que ele ia considerar o LinkedIn mais saudável que o Insta, ele teria dado block na hora hahahahaha

Mas olha só onde a gente tá 😅

Pessoa careca e com barba, sentada em uma cadeira de plástico branco, de olhos fechados e mãos abertas em um gesto expressivo, como se estivesse falando ou refletindo intensamente. Usa camiseta preta com a estampa de um pato amarelo e a frase “I CHOOSE FIGHT”. Está em uma área externa com churrasqueira e objetos ao fundo, transmitindo um clima descontraído e informal.

Minha versão de 2024 respirando fundo pra tentar escutar o meu eu de 2025 dizendo que o LinkedIn se tornaria minha rede favorita.

Acesse o post original no LinkedIn e me siga por lá!

A imagem mostra um homem executivo sentado, de frente a uma mesa com notebook.

Você acha que a sua presença aqui no LinkedIn ajuda sua carreira ou a empresa onde trabalha? 🤔

Hoje saí de uma reunião com um CEO que abriu o jogo: ele não tinha certeza se valia a pena investir o tempo dele aqui.

Parecia muito esforço pra pouco retorno (e talvez isso devesse ficar com o marketing e vendas).

Achei essa dúvida super válida, daquelas que faz a gente pensar sobre o real benefício de investir aqui.

Esses tempos escrevi sobre isso no blog da Digitale, uma pesquisa da FGV mostrou que metade dos CEOs das maiores empresas do Brasil são ausentes ou pouco ativos no LinkedIn.

Essas organizações estão bem, mesmo com seus líderes fora daqui.

Por isso foi uma dúvida honestona (e gostei demais dele ter sido direto).

Mas esse estudo da FGV mostra que quem está presente colhe bons frutos:

Marcas com CEOs ativos são percebidas 23% mais positivamente pelos consumidores;
✨ Mostra o CEO como alguém que se importa com os stakeholders;
✨ Amplia a visibilidade e confiabilidade da marca;
✨ Fortalece os valores organizacionais da empresa;
✨ Gera efeito positivo na reputação e, indiretamente, no desempenho financeiro.

Estar aqui é definitivamente um espaço estratégico para líderes construírem presença, é algo que vai envolver esforço e, inclusive, resultados que não são imediatos. Maaaas…

É esse tipo de esforço que muitas vezes abre portas que nem imaginamos.

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Está com um tempinho pra aprender sobre os melhores formatos de post no LinkedIn?

Esses dias falei sobre melhores horários pra postar por aqui, agora achei uma outra pesquisa interessante que pode ajudar a iluminar algumas estratégias de atuação nessa rede.

“O que engaja mais: vídeo, carrossel, enquetes…?”

Esse é outro tema que aparece muito nas conversas que temos na Digitale com os gestores e lideranças quando começamos a estruturar a presença deles e de suas empresas.

Spoiler: não tem fórmula mágica e a diversidade de formatos tem importância que vão muito além de likes.

Quem fez o estudo foi a Socialinsider e aqui vão alguns achados:

🛠️ Primeiramente, a metodologia da pesquisa: foram analisados 1 milhão de posts de 9 mil company pages, entre janeiro e dezembro de 2024.

📈 Post com álbum de imagens é rei, com o maior engajamento médio, de 6,6%. Importante pensar no que não está visível aqui: não é apenas o formato que conta, muitos dos posts que usam esse recurso são de eventos e premiações, e esses são temas que mexem muito com essa plataforma.

📃 Documentos nativos, os .pdf que aparecem como carrossel, também performam bem, com 6,1% de engajamento médio.

📊 Enquetes arrasam quando o assunto é número de impressões, puxando o alcance MUITO pra cima nas páginas com mais de 50k de seguidores.

📉 Links e textos puros são os que menos engajam (mas continuam sendo os mais postados).

🚀 Marcas pequenas estão crescendo rápido aqui: páginas com até 5k seguidores tiveram um aumento de 40% em seguidores no ano.

Lembrete importante: isso vale pra company pages, não pra perfis pessoais.
Lembrete importante 2: não vire refém do carrossel, diversificar formatos de maneira planejada ainda é a melhor estratégia.

 

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“Qual o melhor horário pra postar no LinkedIn?”

Essa é, sem exagero, uma das perguntas que mais ouço nas reuniões com gestores e diretores no início dos trabalhos de ghostwriting na Digitale.

E como toda boa resposta de comunicação: depende.

Existem muitos fatores que influenciam (tipo público, setor, localização, formato, algoritmo, posição de Mercúrio no céu, etc.).

Brincadeiras a parte, é inegável que as pesquisas ajudam a sair do chute e começar com mais estratégia.

Por isso, decidi postar aqui alguns dados publicados pela Sprout Social recentemente:

📊 Metodologia: A pesquisa analisou 2,5 bilhões de interações em 600.000 perfis corporativos e individuais ao redor do mundo, durante 4 meses.

📌 Melhores dias da semana: Terça, quarta e quinta.

Horários com maior engajamento: Entre 10h e 13h (com picos às 10h e 11h, dependendo do dia).

📉 Piores dias para postar: Domingo, claro, seguido de sábado.

💰 Para o setor financeiro: Quartas-feiras, das 10h ao meio-dia, e quintas, às 11h e 13h, são os horários com maior engajamento.

📚 Para o setor educacional: Os melhores dias para escolas e instituições de ensino são quarta (das 10h às 14h) e quinta-feira (das 10h ao meio-dia e às 15h).

💡 Para o terceiro setor: Os dias com maior engajamento para organizações sem fins lucrativos são terça (das 9h ao meio-dia) e quarta-feira (das 9h às 13h).

Mapa de calor com os horários de maior e menor engajamento global no LinkedIn, organizado por dias da semana e horários do dia. O título da tabela é "LinkedIn Global Engagement" e no canto superior direito está indicada a empresa que fez o estudo, que é a Sprout Social. A imagem mostra que os maiores picos de engajamento ocorrem de terça a quinta, entre 9h e 13h, especialmente às 10h e 11h da manhã. Sábados e domingos apresentam os menores níveis de engajamento. As cores variam do azul claro (menor engajamento) ao azul escuro (maior engajamento).

Importante: esses dados são referências, não regras.

O ideal é sempre testar, observar e construir seu próprio histórico de desempenho, especialmente se seu público é fora do padrão ou se você ainda não o conhece muito bem.

Clique aqui para acessar os dados completos da pesquisa, incluindo as melhores horas para Facebook, Instagram, TikTok e outras redes estão aqui.

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