Arquivo para Tag: personal branding

muita gente complica o LinkedIn como se tivesse que decifrar poneglifos antes de publicar algo.

tem que postar no horário certo e não usar certas palavras proibidas e fazer um carrossel inusitado e não usar IA e antes de publicar tem que curtir e comentar os outros, quem sabe até comprar um curso.

é um monte de dica repetida de influencers gringos só pra alimentar FOMO de geral.

homem com expressão de cansaço olhando para um notebook, cercado por linhas e círculos que representam confusão e sobrecarga mental.

tem dicas que ajudam? sempre tem, essas que zoei no começo do post mesmo podem ajudar um post a performar melhor.

mas ninguém precisa virar famoso pra se dar bem no LinkedIn.

a dica mais importante pra 90% dos mortais nesta rede é uma das mais sem glamour: constância.

e eu digo isso com alguma vergonha, tá, porque eu mesmo tenho dificuldade com ela.

como escrevo o dia inteiro para empresas e executivos aqui, quando chega a noite ou fim de semana meu cérebro já não quer mais saber de nada.

só que constância (voltando ao assunto) não significa postar todo dia.

não precisa transformar cada coisa que você faz em um insight de liderança ou ter um título imperdível em TODO santo post.

às vezes, constância é só voltar sem neura.

voltar com uma ideia decente, uma novidade, um projeto e com um texto que pareça seu (mesmo que a IA tenha ajudado).

um texto que seja útil, inclusive pra fora do seu círculo de conexões aqui no LinkedIn.

esse último ponto ficou ainda mais importante porque a rede não entrega seu conteúdo só para quem já te conhece. quando você posta, seu texto pode aparecer no feed de gente que não sabe quem é você, o que você faz ou por que deveria prestar atenção.

não encana com hack de algoritmo, não, se preocupe com essas três coisinhas mais banais mesmo:

  1. ter algo pra compartilhar
  2. dizer com a sua voz
  3. e não sumir.

parece simples, mas é difícil pra… dedéu.

Acesse o post original no LinkedIn e me siga por lá!

Sabrina Sato virou Top Voice no LinkedIn com 300 seguidores, 2 posts e menos de 120 reações.

Captura de tela do perfil de Sabrina Sato no LinkedIn. Ela aparece com o selo azul de "Top Voice", tem 312 seguidores e apenas dois posts. A imagem mostra sua foto de perfil, banner com visual profissional e informações básicas como cidade, cargo e empresa.

É isso.

No fim do dia, o selinho azul é uma decisão do próprio LinkedIn, não necessariamente uma recompensa pelo seu esforço de conteúdo ou autoridade na plataforma.

Siga buscando conversas boas, trocas sinceras e ideias que somam, porque é isso o que importa de verdade aqui.

PS: E eu entendo que muita gente foque sua criação de conteúdo na busca por essa badge, viu? Também tento pegar todos os troféus nos meus jogos favoritos da Steam (mas lá pelo menos tem critério público e objetivo pra cada conquista).

Tela de conquistas do jogo "Wolfenstein: The New Order" na Steam, com a barra indicando 100% de progresso. O usuário conquistou todas as 50 conquistas disponíveis no jogo. Abaixo, há uma lista com os nomes das conquistas, porcentagem de jogadores que também as desbloquearam e a data de conclusão.

E já que citei troféus dos meus jogos favoritos, um orgulho que tenho 😁

Acesse o post original no LinkedIn e me siga por lá!

A imagem mostra um homem executivo sentado, de frente a uma mesa com notebook.

Você acha que a sua presença aqui no LinkedIn ajuda sua carreira ou a empresa onde trabalha? 🤔

Hoje saí de uma reunião com um CEO que abriu o jogo: ele não tinha certeza se valia a pena investir o tempo dele aqui.

Parecia muito esforço pra pouco retorno (e talvez isso devesse ficar com o marketing e vendas).

Achei essa dúvida super válida, daquelas que faz a gente pensar sobre o real benefício de investir aqui.

Esses tempos escrevi sobre isso no blog da Digitale, uma pesquisa da FGV mostrou que metade dos CEOs das maiores empresas do Brasil são ausentes ou pouco ativos no LinkedIn.

Essas organizações estão bem, mesmo com seus líderes fora daqui.

Por isso foi uma dúvida honestona (e gostei demais dele ter sido direto).

Mas esse estudo da FGV mostra que quem está presente colhe bons frutos:

Marcas com CEOs ativos são percebidas 23% mais positivamente pelos consumidores;
✨ Mostra o CEO como alguém que se importa com os stakeholders;
✨ Amplia a visibilidade e confiabilidade da marca;
✨ Fortalece os valores organizacionais da empresa;
✨ Gera efeito positivo na reputação e, indiretamente, no desempenho financeiro.

Estar aqui é definitivamente um espaço estratégico para líderes construírem presença, é algo que vai envolver esforço e, inclusive, resultados que não são imediatos. Maaaas…

É esse tipo de esforço que muitas vezes abre portas que nem imaginamos.

Acesse o post original no LinkedIn e me siga por lá!