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A imagem é uma ilustração que mostra três pessoas à esquerda, imersas em seus smartphones, com balões de fala exibindo o logo do Instagram. À direita, um homem observa os outros com uma postura pensativa.

Bora ser um pouco menos emocionado e mais cético com as grandes novidades que aparecem aqui?

O tanto de post que vi de influencers de #marketingdigital aqui falando que o Instagram agora vai ter conteúdo indexado no Google não é brincadeira.

Não comentei em post de ninguém pra não parecer deselegante, mas… Isso foi novidade lá em 2020, sabe?

Desde o início daquele ano isso acontece com contas profissionais públicas. E não é algo que está chegando agora no Brasil, porque já faz MUITO tempo que faço buscas no Google e topo com reels e posts dessa rede social.

Se estiver em dúvida, é só clicar aqui: https://help.instagram.com/147542625391305/

Será que o ChatGPT inventou essa grande novidade pra algum especialista que replicou isso sem checar as fontes e gerou essa onda?

Não sei, só sei que quem compartilha isso nunca mostra fonte alguma, o que já deveria deixar as pessoas com pé atrás. #quetistreza

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Sabrina Sato virou Top Voice no LinkedIn com 300 seguidores, 2 posts e menos de 120 reações.

Captura de tela do perfil de Sabrina Sato no LinkedIn. Ela aparece com o selo azul de "Top Voice", tem 312 seguidores e apenas dois posts. A imagem mostra sua foto de perfil, banner com visual profissional e informações básicas como cidade, cargo e empresa.

É isso.

No fim do dia, o selinho azul é uma decisão do próprio LinkedIn, não necessariamente uma recompensa pelo seu esforço de conteúdo ou autoridade na plataforma.

Siga buscando conversas boas, trocas sinceras e ideias que somam, porque é isso o que importa de verdade aqui.

PS: E eu entendo que muita gente foque sua criação de conteúdo na busca por essa badge, viu? Também tento pegar todos os troféus nos meus jogos favoritos da Steam (mas lá pelo menos tem critério público e objetivo pra cada conquista).

Tela de conquistas do jogo "Wolfenstein: The New Order" na Steam, com a barra indicando 100% de progresso. O usuário conquistou todas as 50 conquistas disponíveis no jogo. Abaixo, há uma lista com os nomes das conquistas, porcentagem de jogadores que também as desbloquearam e a data de conclusão.

E já que citei troféus dos meus jogos favoritos, um orgulho que tenho 😁

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2 informações de 2 pesquisas diferentes que talvez te interessem:

1️⃣ Socialinsider mostra que o engajamento no Instagram caiu cerca de 28% entre 2023 e 2024.

2️⃣ Buffer aponta que o LinkedIn é hoje a rede social com maior taxa de engajamento, com média de 6,5% (e subindo trimestre a trimestre).

Como eu interpreto isso? É que tem muita gente cansada no Instagram.

Fadiga digital, excesso de estímulo e uma promessa de descanso mental que só entrega mais angústia com o noticiário ou brain rot com as aleatoriedades.

As pessoas não estão saindo da rede, mas consumindo de forma mais passiva.

Isso impacta diretamente quem trabalha com social media.

É preciso reconhecer essa mudança, ajustar expectativas e seguir tentando construir narrativas que realmente mereçam o tempo de quem tá do outro lado (inclusive reconhecendo que tem informação que não engaja tanto, mas nem por isso tem menos importância).

Já o LinkedIn tem outra proposta.

A gente vem nesta plataforma com uma outra intenção (e atenção).

A gente vem pra acompanhar o mercado, os colegas e ex-colegas, absorver contexto, aprender, entender pra onde a gente tá indo profissionalmente e pensar qual será o futuro do trabalho num mundo que vem sendo dominado pela IA.

É tipo abrir um espaço de foco no meio da bagunça das redes.

Eu já torci MUITO o nariz pro LinkedIn. Achava engessado, artificial, um teatro corporativo chatíssimo, mas… nos últimos tempos, tenho visto um lugar mais plural, humano e instigante.

(E talvez por isso mesmo eu tenha voltado com força e decidido estudar mais essa plataforma.)

Se alguém dissesse pro Noris de 2024 que ele ia considerar o LinkedIn mais saudável que o Insta, ele teria dado block na hora hahahahaha

Mas olha só onde a gente tá 😅

Pessoa careca e com barba, sentada em uma cadeira de plástico branco, de olhos fechados e mãos abertas em um gesto expressivo, como se estivesse falando ou refletindo intensamente. Usa camiseta preta com a estampa de um pato amarelo e a frase “I CHOOSE FIGHT”. Está em uma área externa com churrasqueira e objetos ao fundo, transmitindo um clima descontraído e informal.

Minha versão de 2024 respirando fundo pra tentar escutar o meu eu de 2025 dizendo que o LinkedIn se tornaria minha rede favorita.

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A imagem mostra um homem executivo sentado, de frente a uma mesa com notebook.

Você acha que a sua presença aqui no LinkedIn ajuda sua carreira ou a empresa onde trabalha? 🤔

Hoje saí de uma reunião com um CEO que abriu o jogo: ele não tinha certeza se valia a pena investir o tempo dele aqui.

Parecia muito esforço pra pouco retorno (e talvez isso devesse ficar com o marketing e vendas).

Achei essa dúvida super válida, daquelas que faz a gente pensar sobre o real benefício de investir aqui.

Esses tempos escrevi sobre isso no blog da Digitale, uma pesquisa da FGV mostrou que metade dos CEOs das maiores empresas do Brasil são ausentes ou pouco ativos no LinkedIn.

Essas organizações estão bem, mesmo com seus líderes fora daqui.

Por isso foi uma dúvida honestona (e gostei demais dele ter sido direto).

Mas esse estudo da FGV mostra que quem está presente colhe bons frutos:

Marcas com CEOs ativos são percebidas 23% mais positivamente pelos consumidores;
✨ Mostra o CEO como alguém que se importa com os stakeholders;
✨ Amplia a visibilidade e confiabilidade da marca;
✨ Fortalece os valores organizacionais da empresa;
✨ Gera efeito positivo na reputação e, indiretamente, no desempenho financeiro.

Estar aqui é definitivamente um espaço estratégico para líderes construírem presença, é algo que vai envolver esforço e, inclusive, resultados que não são imediatos. Maaaas…

É esse tipo de esforço que muitas vezes abre portas que nem imaginamos.

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Está com um tempinho pra aprender sobre os melhores formatos de post no LinkedIn?

Esses dias falei sobre melhores horários pra postar por aqui, agora achei uma outra pesquisa interessante que pode ajudar a iluminar algumas estratégias de atuação nessa rede.

“O que engaja mais: vídeo, carrossel, enquetes…?”

Esse é outro tema que aparece muito nas conversas que temos na Digitale com os gestores e lideranças quando começamos a estruturar a presença deles e de suas empresas.

Spoiler: não tem fórmula mágica e a diversidade de formatos tem importância que vão muito além de likes.

Quem fez o estudo foi a Socialinsider e aqui vão alguns achados:

🛠️ Primeiramente, a metodologia da pesquisa: foram analisados 1 milhão de posts de 9 mil company pages, entre janeiro e dezembro de 2024.

📈 Post com álbum de imagens é rei, com o maior engajamento médio, de 6,6%. Importante pensar no que não está visível aqui: não é apenas o formato que conta, muitos dos posts que usam esse recurso são de eventos e premiações, e esses são temas que mexem muito com essa plataforma.

📃 Documentos nativos, os .pdf que aparecem como carrossel, também performam bem, com 6,1% de engajamento médio.

📊 Enquetes arrasam quando o assunto é número de impressões, puxando o alcance MUITO pra cima nas páginas com mais de 50k de seguidores.

📉 Links e textos puros são os que menos engajam (mas continuam sendo os mais postados).

🚀 Marcas pequenas estão crescendo rápido aqui: páginas com até 5k seguidores tiveram um aumento de 40% em seguidores no ano.

Lembrete importante: isso vale pra company pages, não pra perfis pessoais.
Lembrete importante 2: não vire refém do carrossel, diversificar formatos de maneira planejada ainda é a melhor estratégia.

 

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“Qual o melhor horário pra postar no LinkedIn?”

Essa é, sem exagero, uma das perguntas que mais ouço nas reuniões com gestores e diretores no início dos trabalhos de ghostwriting na Digitale.

E como toda boa resposta de comunicação: depende.

Existem muitos fatores que influenciam (tipo público, setor, localização, formato, algoritmo, posição de Mercúrio no céu, etc.).

Brincadeiras a parte, é inegável que as pesquisas ajudam a sair do chute e começar com mais estratégia.

Por isso, decidi postar aqui alguns dados publicados pela Sprout Social recentemente:

📊 Metodologia: A pesquisa analisou 2,5 bilhões de interações em 600.000 perfis corporativos e individuais ao redor do mundo, durante 4 meses.

📌 Melhores dias da semana: Terça, quarta e quinta.

Horários com maior engajamento: Entre 10h e 13h (com picos às 10h e 11h, dependendo do dia).

📉 Piores dias para postar: Domingo, claro, seguido de sábado.

💰 Para o setor financeiro: Quartas-feiras, das 10h ao meio-dia, e quintas, às 11h e 13h, são os horários com maior engajamento.

📚 Para o setor educacional: Os melhores dias para escolas e instituições de ensino são quarta (das 10h às 14h) e quinta-feira (das 10h ao meio-dia e às 15h).

💡 Para o terceiro setor: Os dias com maior engajamento para organizações sem fins lucrativos são terça (das 9h ao meio-dia) e quarta-feira (das 9h às 13h).

Mapa de calor com os horários de maior e menor engajamento global no LinkedIn, organizado por dias da semana e horários do dia. O título da tabela é "LinkedIn Global Engagement" e no canto superior direito está indicada a empresa que fez o estudo, que é a Sprout Social. A imagem mostra que os maiores picos de engajamento ocorrem de terça a quinta, entre 9h e 13h, especialmente às 10h e 11h da manhã. Sábados e domingos apresentam os menores níveis de engajamento. As cores variam do azul claro (menor engajamento) ao azul escuro (maior engajamento).

Importante: esses dados são referências, não regras.

O ideal é sempre testar, observar e construir seu próprio histórico de desempenho, especialmente se seu público é fora do padrão ou se você ainda não o conhece muito bem.

Clique aqui para acessar os dados completos da pesquisa, incluindo as melhores horas para Facebook, Instagram, TikTok e outras redes estão aqui.

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