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será que o seu post no LinkedIn parece lixo de IA?

a plataforma lançou recentemente um botão pra sinalizar isso, vale reparar, agora não temos apenas aquela opção de marcar como “não tenho interesse”.

Captura de tela do menu de opções de uma publicação no LinkedIn. Entre as opções exibidas estão "Salvar", "Copiar link da publicação", "Incorporar esta publicação", "Parece lixo de IA" (destacada), e "Denunciar publicação". Ao fundo, desfocado, aparece parte da publicação e, no canto superior direito, o botão "Seguir".

e esse é um ponto importante, porque o LinkedIn já havia falado inúmeras vezes que iria diminuir o alcance das publicações genéricas geradas por IA, e finalmente temos uma noção mais clara do “como” isso deverá ser feito.

mas o problema não é usar IA, tá? eu uso em boa parte do trabalho e muita gente boa usa também. pode usar, mas…

refine o conteúdo, treine seu GPT da vida a te questionar sobre como tornar o conteúdo ainda mais autoral e relevante, pfv.

ajude a IA a te ajudar.

quando o conteúdo feito com IA carrega experiência, dados e/ou perspectiva de uma pessoa real, ele pode ser um conteúdo mais chatinho e polido, mas com certeza não é lixo de IA e você não deverá correr risco de perder público.

espero que essa novidade faça a galera daqui se esforçar mais a usar bem a ferramenta.

se no ano passado eu me chocava que o LinkedIn tava se tornando minha rede favorita, hoje já me dá até um tremelique no olho ao rolar o feed por 5 minutos.

— ps: não vi nada sobre, mas espero que ainda haja um filtro humano a essas denúncias, porque imagina a galera mal intencionada denunciando todos os posts de concorrentes? absolute chaos —

e você, curtiu a novidade? já usou alguma vez?

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VoCêH S3 leeMbR@h dUh mIguXês?? ^^

Eu lembro.

Mesmo não tendo usado ele, muitos amigos enchiam seus perfis e scraps com ele.

A imagem mostra um retrato do filósofo Friedrich Nietzsche em preto e branco ao lado da personagem Hello Kitty em tons de rosa, com fundo floral vibrante típico do visual miguxês e a frase “hello nietzsche” sobre o rosto dele. Ela era a capa da comunidade Niilismo Miguxo no Orkut.

Esses dias fiquei viajando na maionese, pensando em como a gente escreve na internet e como o estilo de comunicação muda conforme as plataformas que estão no hype.

Do miguxês espalhafatoso no Orkut às abreviações para caber em 140 caracteres no falecido Twitter (convenhamos que o X é outra coisa, né?) rolou muita coisa.

Agora é a vez do TikTok e do LinkedIn moldarem o jeito de se comunicar: o discurso taquigráfico de um e os vícios de IA do outro.

Se a língua muda, é porque a gente muda também.

E faz parte. São as necessidades do mercado, o espírito do tempo, as ferramentas que nos atravessam.

O que me fascina em ser redator é me debruçar sobre esses códigos e ouvir as vozes de cada geração.

Olhar sem preconceito linguístico.

(como se um Marcos Bagno metafísico me observasse desde a faculdade rs)

É nesses movimentos que mora a mágica da comunicação: ela cria pertencimento, conexão, proximidade.

Tô me sentindo tiozão com essa nostalgia toda, mas sei lá… desde os 15 anos eu já frequentava a comunidade “Jovens idosos” no Orkut.

Então acho que tá tudo certo ✌ 😅

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