Acompanhe meus posts originalmente publicados no LinkedIn, com conteúdos sobre comunicação, criatividade, cultura digital, marketing e rotina profissional. Atualizações frequentes com reflexões e insights do dia a dia.

A imagem mostra uma arte digital com duas seções distintas: à esquerda, um fundo roxo escuro com o texto "listão do NORIS". À direita, em um fundo rosa claro, há um retrato do autor Rafael Noris, um homem barbudo, de pele clara e com a cabeça raspada, olhando diretamente para a frente e sorrindo. Ele usa um roupão branco e está segurando uma caneca branca, como se estivesse brindando. O estilo da imagem é pixelado, lembrando gráficos de jogos antigos.

oi, aqui é o Noris!

eis a primeira segunda do mês e aqui está a minha prometida baguncinha de 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

aliás, a news chegou a 100 assinantes no lançamento, estou emocionado 🥹

bora pra lista logo que “time is money”, já dizia o Super Sam:

1️⃣ você sabe descansar?

descanso não é sinônimo de inatividade, dormir o dia todo ou se perder nas redes sociais, mas sim algo que nos energize. minha dica principal do mês é esse minicurso da Ximena Vengoechea no LinkedIn Learning: “Desbloqueie o poder do descanso para criatividade, produtividade e bem-estar”link

2️⃣ dica de como descansar o corpo

A imagem mostra um diagrama de Venn com dois círculos sobrepostos. O círculo da esquerda representa o "descanso passivo", e o da direita representa o "descanso ativo". Na área de interseção dos dois círculos está a atividade que pode ser considerada tanto passiva quanto ativa (Yoga). Em "Descanso Passivo" temos cochilos, ouvir música, ler um livro e dias de spa. Em "Descanso Ativo", vemos dançar, pular corda, correr e esportes em geral.

esse diagrama é apresentado na aula do curso que está na dica 1.

3️⃣ humana demais

você viu a notícia de que testaram uma IA na gerência de loja por um mês e o robô começou a mentir para clientes e deu prejuízo? deve ser uma delícia ter dinheiro pra desperdiçar com um experimento desses, né — link no O Globo

4️⃣ dica de podcast

você sabia que a Great Place To Work® Brasil tem um podcast? há um tempo venho acompanhando e adoro os papos que rolam por lá, ótimo pra conhecer boas práticas de grandes empresas. chama B2Bench. mais do que recomendo! — link no Spotify

5️⃣ dica de livro

6️⃣ o primeiro “brain-rot”

você já deve ter ouvido falar que “brainrot” foi a Palavra do Ano em 2024, pela Oxford, mas você sabia que a primeira pessoa a usar o termo foi o filósofo estadunidense Henry David Thoreau em 1854? eu não sabia, mesmo ele sendo um crush intelectual da minha adolescência. a expressão aparece no famoso livro Walden, com ele pistolando contra o senso comum e mediocridade da época, enquanto tentava viver uma vida simples, sozinho no bosque.

“While England endeavors to cure the potato-rot, will not any endeavor to cure the brain-rot, which prevails so much more widely and fatally?”

7️⃣ a crise da batata

quando Thoreau citou a “potato-rot”, ele se referia a um desastre real: na década de 1840, ocorreu uma crise da batata na Europa por conta de um fungo que matou mais de um milhão de pessoas só na Irlanda (muito por conta de negligência da Grã-Bretanha). foi uma tragédia brutal, que escancarou desigualdades e provocou ondas de migração.

8️⃣ e já que falamos em “rot” e “brains”

Cena do filme "O Retorno dos Mortos-Vivos", com um close-up de um zumbi feminino decomposto, sem a parte inferior do corpo, gritando de dor sobre uma mesa de metal. Sua pele é verde-acinzentada, o crânio parcialmente exposto e longos cabelos rosas emaranhados emolduram seu rosto angustiado. Há um texto abaixo com a fala "I can feel myself rot".

como me sinto quando sou derrubado pela terrível gripe masculina

no dia 16 de agosto, o filme “O Retorno dos Mortos-Vivos” completará 40 anos. a obra é uma combinação de terror com um humor peculiar e uma trilha sonora maravilhosa, que a tornou um clássico cult. esse filme subverteu as regras do gênero zumbi, apresentando mortos-vivos falantes que anseiam especificamente por cérebros. vale MUITO a pena assistir; é a minha dica de filme do mês — YouTube

9️⃣ aos pais e mães de adolescente

o Instagram mudou as regras pras contas de adolescentes, elas agora são privadas por padrão e com mais ferramentas de supervisão. vale dar uma olhada no post do meu amigo Jorge Freire Jr, do Nerd Pai, pra entender como isso impacta quem tem filhos conectados — link pro blog

🔟 pra fechar com chave de ouro

o post maravilhoso da Thays Ladler, com as 10 tendências no Linkedin que dão ranço:

  1. SEO morreu: Mas ninguém avisou pro meu tráfego orgânico
  2. GEO é o novo SEO: Aqui fizeram um rebranding forçado do SEO, coitado!
  3. Todo conteúdo agora tem que ser carrossel: Sou mais um parágrafo bem escrito do que 12 slides
  4. Comente “alguma coisa” e enviarei “outra coisa”: Aqui ativamos o algoritmo do Linkedin na força do braço

clique aqui para ler a lista completa

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“Como posso ser útil para minha rede hoje?”

Essa pergunta do Samuel Leite me fez parar a leitura do livro e vir aqui recomendar ele pra vocês, mesmo sem ainda ter terminado de ler.

(Não é como se eu tivesse no comecinho… já estou na página 95 😅)

O livro “Conecte, Influencie, Venda” trata de #SocialSelling e é uma leitura indispensável pra quem quer entender como construir autoridade online. Mesmo já trabalhando com o tema aqui na Digitale (inclusive com o próprio Samu), encontrei na obra reflexões, dicas práticas e contextualizações que servem tanto pra quem está começando quanto pra quem já manja do assunto e quer evoluir.

Homem branco, de barba cheia e cabeça raspada, sorri levemente e segura com uma mão o livro “Conecte, Influencie, Venda”, de Samuel Leite, enquanto aponta para ele com a outra mão. A capa do livro é azul com letras brancas e amarelas. Ele veste uma camiseta preta com estampa da banda Misfits. O fundo é neutro, de parede clara.

Embora aborde redes sociais de forma geral, o livro tem um foco especial no LinkedIn e, por isso, trouxe essa dica aqui. Tenho certeza que muitos dos meus contatos se beneficiariam da leitura.

Alguns destaques do que você encontra no livro:

  • um panorama do Social Selling no Brasil;
  • inovações de vendas no mercado B2B;
  • dicas pra extrair mais do LinkedIn;
  • cases de empresas e líderes;
  • a experiência do Samuel como Top Voice no LinkedIn;
  • explicações sobre as métricas do Social Selling Index;
  • um olhar empolgado sobre a construção coletiva de conhecimento (que é o que mais me anima ❤️ ).

Se você tem Kindle, o livro está disponível no Kindle Unlimited.

Espero que com essa dica de leitura eu tenha sido útil para minha rede hoje 😉

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A imagem é uma ilustração que mostra três pessoas à esquerda, imersas em seus smartphones, com balões de fala exibindo o logo do Instagram. À direita, um homem observa os outros com uma postura pensativa.

Bora ser um pouco menos emocionado e mais cético com as grandes novidades que aparecem aqui?

O tanto de post que vi de influencers de #marketingdigital aqui falando que o Instagram agora vai ter conteúdo indexado no Google não é brincadeira.

Não comentei em post de ninguém pra não parecer deselegante, mas… Isso foi novidade lá em 2020, sabe?

Desde o início daquele ano isso acontece com contas profissionais públicas. E não é algo que está chegando agora no Brasil, porque já faz MUITO tempo que faço buscas no Google e topo com reels e posts dessa rede social.

Se estiver em dúvida, é só clicar aqui: https://help.instagram.com/147542625391305/

Será que o ChatGPT inventou essa grande novidade pra algum especialista que replicou isso sem checar as fontes e gerou essa onda?

Não sei, só sei que quem compartilha isso nunca mostra fonte alguma, o que já deveria deixar as pessoas com pé atrás. #quetistreza

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Imagem com fundo azul escuro e elementos rosa. No centro, está escrito "Radar Sonoro" em branco e ao lado da última letra "o" há quatro linhas amarelas curvas, simulando ondas sonoras.

Escrever #newsletter é uma delícia, é onde sinto que as marcas conseguem conversar com mais sintonia com seu público, fora da loucura. E escrever pra Mercado Sonoro é uma delícia, porque junta um tema que amo (podcasts) e outro que, modéstia a parte, tenho certo domínio (marketing de conteúdo).

Pra primeira edição, escrevi sobre um tema que é muito comum ver em reuniões ou conversas mais informais, que é dos profissionais ou empreendedores acharem que seus negócios não são “interessantes o suficiente” pra ter um podcast.

TODA. MARCA. TEM. ALGO. ÚNICO.

Às vezes o que falta é o parceiro certo pra você conseguir enxergar isso 😉

Dá uma passadinha lá na news pra prestigiar o colega aqui e, se o tema for do seu interesse, assine pra receber as próximas edições.

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A imagem mostra uma arte digital com duas seções distintas: à esquerda, um fundo roxo escuro com o texto "listão do NORIS". À direita, em um fundo rosa claro, há um retrato do autor Rafael Noris, um homem barbudo, de pele clara e com a cabeça raspada, olhando diretamente para a frente e sorrindo. Ele usa um roupão branco e está segurando uma caneca branca, como se estivesse brindando. O estilo da imagem é pixelado, lembrando gráficos de jogos antigos.

oi, aqui é o Noris e essa é a minha nova newsletter mensal!

uma baguncinha de 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar (livros, cursos, memes, plantas, vagas, rolês e outras aleatoriedades).

imagino que ela pareça um pouco bruta, mas juro que vou refinar ela a cada edição. talvez melhore o nome ou o banner ou o jeito de escrever as dicas, mas o importante nesse momento é dar vida à ideia e botar ela pra andar, mesmo com alguns tropeços.

e assim: eu prometo publicar a news toda primeira segunda do mês se você prometer ler ou interagir com o conteúdo.

combinado? então, bora pra lista!

1️⃣ um livro que devorei como um animal

eu li “A Vegetariana” no começo do ano porque queria conhecer algo da pessoa que ganhou o Nobel de Literatura em 2024. surpresa maravilhosa! reli mês passado pro encontro do Leia Diversidades. poético e brutal na medida certa, recomendo MUITO! tá com desconto na Amazon: link

2️⃣ curso online muito interessante

se você é pai, educador ou um curioso da tecnologia e tem acesso ao LinkedIn Learning, FAÇA o curso “Generative AI for Kids: A Parent’s Guide to Teaching the Future of Technology”, do Jules White. sério, terminei ontem e ele tem sugestões de atividades e usos da IA que podem mudar sua forma de interagir com essa ferramenta e ensinar crianças a explorarem ideias ao invés de buscar respostas ali, além de desenvolver o senso crítico com a ferramenta. link

3️⃣ já viu o esqueleto de um ornitorrinco?

essa é, provavelmente, a coisa mais estranha que vi no mês passado: link

4️⃣ dica cultural bairrista

se você estiver por Pedreira/SP, visite a exposição “Leito em Porcelana: Arte como Construção da Memória”, do João Ferreira, no Museu da Porcelana de Pedreira. grátis, lindo e em exibição até 10 de agosto. link

5️⃣ dica cultural pra região

galera de Campinas e região: no Dia do Rock (13 de julho) vai rolar um festival na Praça Arautos da Paz. e vai ter Crypta de graça, eu não estou nem me aguentando de ansiedade.

6️⃣ o que plantar no friozinho de julho?

se você curte jardinagem (eu amo!), confira as sugestões de plantio da Érika Canton para este mês. link

7️⃣ matéria que merece pausa

a Time soltou uma matéria com um alerta importante: “ChatGPT May Be Eroding Critical Thinking Skills, According to a New MIT Study”. vale a leitura: link

8️⃣ ai!

9️⃣ por que chamamos quem amamos de chuchu?

descobri esses dias que não é comparação com o “chuchu” sem graça, mas vem do francês chouchou, que pode ser traduzido como “querido”, mas literalmente seria “repolhinho”, algo pequeno que precisa ser cuidado. outro fato curioso é que por lá os adultos contavam pras crianças que os bebês nasciam em repolhos. a língua e a criatividade das pessoas é uma doideira, né? link

🔟 lição de vida pros meus colegas de profissão

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É uma delícia ver uma iniciativa nossa ter impacto positivo na vida de outras pessoas, né?

Eu coordeno o #LeiaDiversidades desde 2019 em Pedreira/SP. É um encontro na praça pública pra falar de literatura. Totalmente gratuito, totalmente aberto a quem quiser chegar.

Quando eu criei o projeto, eu nunca tinha participado de um clube de leitura, só sabia que queria estar em um.

Como na minha cidade não tinha nada parecido, inventei o meu. Felizmente, tinha amigos que toparam embarcar junto. Assim, juntos é que fomos moldando a dinâmica dos encontros, na base de erros, acertos, tentativas e muita troca boa.

A pandemia, claro, deu um freio em tudo, já que não tinha sentido fazer online: o Leia sempre teve dois objetivos, um que é estimular a #leitura e outro que é aproximar as pessoas da cidade, dos espaços públicos, umas das outras.

No entanto, quando voltamos em 2023, quase tudo tinha mudado: muita gente antiga não conseguiu mais vir, eu mesmo estava com dificuldade de retomar o ritmo de leitura. E você, também sentiu isso?

Mas, aos poucos a roda voltou a girar. Vieram rostos novos, gente de cidades vizinhas, trocas que me lembram por que esse projeto existe.

Pra entender melhor a motivação de quem estava ao meu lado nesses novos caminhos do Leia Diversidades, lancei uma pesquisa simples nas redes sociais: como o Leia Diversidades contribuiu pra sua relação com a leitura?

E aí volto pro começo:

É bom demais ver que nosso esforço mexe com as pessoas, com suas perspectivas e hábitos!

🔹 “O Leia me apresentou obras e autores que se tornaram muito queridos! Os encontros são leves e as trocas valem a pena 🥰”

🔹 “O Leia foi muito importante pra eu voltar a ler, e é sempre legal conversar sobre os livros, ver outros pontos de vista. Eu adoro 👏👏”

🔹 “O Leia apresenta leituras maravilhosas, e as trocas são muito ricas pra trazer perspectivas variadas sobre o mesmo livro. Recomendo 😚”

🔹 “Nosso grupo me despertou o hábito da leitura. Em 2024 e nos anos anteriores não havia lido sequer um livro. No entanto, do início deste ano até aqui, já li 4 livros e estou lendo um quinto. ”

Comentários assim fazem tudo valer a pena, cada divulgação realizada, livro lido, tema estudado, cada roda na praça.

Neste domingo agora tem mais um encontro, dessa vez sobre “A Vegetariana”, da Han Kang. Um livro tão poético quanto brutal (fica a dica!), e eu já estou curioso pra ver os debates que esse livro vai gerar.

Se você for de #PedreiraSP ou região, chega com a gente neste domingo (29/06) às 15h na Praça Ângelo Ferrari.

Mosaico com 4 fotos de diferentes encontros, uma das fotos mostram pessoas sentadas numa praça arborizada conversando em círculo, outra foto mostra uma selfie de grupo, onde seguram o banner do projeto Leia Diversidades e exemplares do livro discutido. A imagem tem um filtro vermelho que é da identidade visual do projeto. No centro, o logo do Leia Diversidades, que é livro aberto com um punho erguido com as cores do arco-íris + o marrom e preto na página da esquerda e na página da direita está escrito Leia Diversidades. Embaixo do logo, há o nome de usuário do projeto no Instagram, que é @leia.diversidades.

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Cena do filme Hannibal (2001). Um homem de terno escuro (Dr. Hannibal Lecter, interpretado por Anthony Hopkins) está em pé ao lado de uma mesa de jantar elegantemente posta, com taças de vinho e velas acesas. Ele encara uma mulher (Clarice Starling, interpretada por Julianne Moore), que está sentada à mesa usando um vestido preto. A iluminação é baixa e dramática, criando um clima tenso e sombrio. A expressão dos personagens sugere uma conversa séria ou intimidadora.

Hoje é sexta-feira 13, então aqui vão 13 lições que os filmes de terror ensinam sobre o mundo corporativo:

Tô brincando hahahaha

Mas aproveite pra assistir um clássico, tomar um susto, comer uma pipoca. Nem tudo precisa virar aprendizado 😉

Aliás, lazer e descanso também são parte do processo criativo (talvez até sejam as partes mais importantes).

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Sabrina Sato virou Top Voice no LinkedIn com 300 seguidores, 2 posts e menos de 120 reações.

Captura de tela do perfil de Sabrina Sato no LinkedIn. Ela aparece com o selo azul de "Top Voice", tem 312 seguidores e apenas dois posts. A imagem mostra sua foto de perfil, banner com visual profissional e informações básicas como cidade, cargo e empresa.

É isso.

No fim do dia, o selinho azul é uma decisão do próprio LinkedIn, não necessariamente uma recompensa pelo seu esforço de conteúdo ou autoridade na plataforma.

Siga buscando conversas boas, trocas sinceras e ideias que somam, porque é isso o que importa de verdade aqui.

PS: E eu entendo que muita gente foque sua criação de conteúdo na busca por essa badge, viu? Também tento pegar todos os troféus nos meus jogos favoritos da Steam (mas lá pelo menos tem critério público e objetivo pra cada conquista).

Tela de conquistas do jogo "Wolfenstein: The New Order" na Steam, com a barra indicando 100% de progresso. O usuário conquistou todas as 50 conquistas disponíveis no jogo. Abaixo, há uma lista com os nomes das conquistas, porcentagem de jogadores que também as desbloquearam e a data de conclusão.

E já que citei troféus dos meus jogos favoritos, um orgulho que tenho 😁

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2 informações de 2 pesquisas diferentes que talvez te interessem:

1️⃣ Socialinsider mostra que o engajamento no Instagram caiu cerca de 28% entre 2023 e 2024.

2️⃣ Buffer aponta que o LinkedIn é hoje a rede social com maior taxa de engajamento, com média de 6,5% (e subindo trimestre a trimestre).

Como eu interpreto isso? É que tem muita gente cansada no Instagram.

Fadiga digital, excesso de estímulo e uma promessa de descanso mental que só entrega mais angústia com o noticiário ou brain rot com as aleatoriedades.

As pessoas não estão saindo da rede, mas consumindo de forma mais passiva.

Isso impacta diretamente quem trabalha com social media.

É preciso reconhecer essa mudança, ajustar expectativas e seguir tentando construir narrativas que realmente mereçam o tempo de quem tá do outro lado (inclusive reconhecendo que tem informação que não engaja tanto, mas nem por isso tem menos importância).

Já o LinkedIn tem outra proposta.

A gente vem nesta plataforma com uma outra intenção (e atenção).

A gente vem pra acompanhar o mercado, os colegas e ex-colegas, absorver contexto, aprender, entender pra onde a gente tá indo profissionalmente e pensar qual será o futuro do trabalho num mundo que vem sendo dominado pela IA.

É tipo abrir um espaço de foco no meio da bagunça das redes.

Eu já torci MUITO o nariz pro LinkedIn. Achava engessado, artificial, um teatro corporativo chatíssimo, mas… nos últimos tempos, tenho visto um lugar mais plural, humano e instigante.

(E talvez por isso mesmo eu tenha voltado com força e decidido estudar mais essa plataforma.)

Se alguém dissesse pro Noris de 2024 que ele ia considerar o LinkedIn mais saudável que o Insta, ele teria dado block na hora hahahahaha

Mas olha só onde a gente tá 😅

Pessoa careca e com barba, sentada em uma cadeira de plástico branco, de olhos fechados e mãos abertas em um gesto expressivo, como se estivesse falando ou refletindo intensamente. Usa camiseta preta com a estampa de um pato amarelo e a frase “I CHOOSE FIGHT”. Está em uma área externa com churrasqueira e objetos ao fundo, transmitindo um clima descontraído e informal.

Minha versão de 2024 respirando fundo pra tentar escutar o meu eu de 2025 dizendo que o LinkedIn se tornaria minha rede favorita.

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Você sabia que o símbolo do travessão (—) praticamente quadruplicou em buscas no Google Brasil desde o lançamento do GPT-4o?

Sim, eu fui lá no Google Trends e joguei o travessão direto.

Gráfico do Google Trends mostrando o aumento das buscas pelo símbolo de travessão (—) no Brasil entre março de 2023 e junho de 2025. O eixo vertical representa o interesse de busca, variando de 0 a 100. O gráfico exibe uma linha azul que se mantém estável no início, em torno de 25 pontos, e passa a crescer gradualmente a partir do início de 2024, com pico em junho de 2025.

Pode ser uma correlação espúria? Pode, mas…

Eu entendo que, com o boom da IA generativa, muita gente começou a prestar atenção nos detalhes “suspeitos” dos textos, como o uso de travessão, de alguns chavões ou estruturas mais literárias (ou super adjetivadas) do que o comum.

Isso aumentou o uso da travessão e, claro, de suas buscas também.

Aí vem o debate:

“Esse texto tem cara de IA porque tem travessão”
“Eu sempre usei travessão, desde criança”
“Nem sei como digita esse negócio”

Na boa? Um debate que não leva a lugar nenhum.

O que realmente importa é:

🧠 O texto tem ideia?
💬 É gostoso de ler?
🎯 Traz algo novo ou relevante?

Dito isso: sim, o aumento na busca por travessão é um dado interessante pra entender como a popularização da IA tá mudando o nosso olhar pro texto.

Não só o que se escreve, mas como se escreve.

E se você não sabe digitar o travessão no teclado, um plot twist pessoal: aprendi a fazer ele no teclado por causa de um post meu aqui no LinkedIn, é só segurar Alt, digitar 0151 no teclado numérico e voilà —

PS: Falando em correlações espúrias, você sabia que a busca por “cat memes” na internet se correlaciona com recall de automóveis por conta de airbags? Parem de pesquisar memes de gatinhos pelo bem do trânsito! https://www.tylervigen.com/spurious-correlations

Um gráfico de linhas linear com os anos no eixo X e duas variáveis no eixo Y. A primeira variável representa as pesquisas no Google por 'cat memes' e a segunda variável são os recalls de automóveis por problemas com airbags. O gráfico abrange o período de 2004 a 2022, e as duas variáveis apresentam valores que se acompanham de perto ao longo desse tempo.

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