A imagem mostra uma thumbnail com um fundo roxo e um quadro rosa. O texto no canto superior esquerdo diz "LISTÃO DO NORIS" em letras grandes e amarelas. Abaixo, há uma lista de tópicos em letras brancas: "LER POR PRAZER, GPT NO BRASIL, BLACK METAL, ETC". No lado direito, há uma imagem pixelizada de um homem barbudo, careca, vestindo um robe branco e segurando uma caneca branca. No canto inferior direito, a hashtag "#003" indica o número da edição.

oi, aqui é o Noris!

o tempo voou e a primeira segunda do mês chegou novamente.

a edição saiu um pouco mais tarde dessa vez porque os últimos dias estão insanos: no trabalho, nos projetos pessoais e até na família. ontem passei a madrugada com meu filho no hospital por conta de uma tosse que tirou o sono até dos vizinhos.

mas enfim, aqui está a esperada baguncinha de 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

boa leitura!

1️⃣ no fun, my babe, no fun

uma pesquisa conduzida pela University College London e pela University of Florida descobriu que, em 10 anos, o número de estadunidenses que leem por prazer caiu 40%. pra mim, esse é um dado bem preocupante, já que estamos perdendo um hábito que favorece tanto a empatia quanto a saúde mental. você também tem sentido dificuldade de “ler por ler”? — NY Times

Na foto, duas crianças estão sentadas em um sofá: uma sorri abraçando uma almofada, minha prima, enquanto a outra segura o livro “A fada que tinha ideias” (eu). Ao lado delas há uma árvore de Natal decorada com bolas coloridas e laços, a foto é a cara dos anos 90.

época que comecei a ler por prazer e nunca mais parei.

 

2️⃣ do maravilhoso James Clear

“Encarar um problema de frente diminui o medo. É difícil ter medo de algo quando você está avançando, ainda que aos poucos e de forma imperfeita. Agir acalma a ansiedade.”

 

3️⃣ o ChatGPT no Brasil

não é proposital, mas toda edição tem um tópico sobre inteligência artificial. dessa vez, recomendo um artigo MUITO bacana escrito pelo Thássius Veloso para o Tecnoblog com dados da OpenAI sobre o uso do ChatGPT em nosso país. estamos no top 3 dos países que mais usam a ferramenta e seus principais usos por aqui são:

  1. Redação e comunicação (20%)
  2. Aprendizado e capacitação (15%)
  3. Programação, ciência de dados e matemática (6%)

leia a matéria completa

 

4️⃣ falando em pesquisas…

acontece neste mês um dos momentos mais divertidos pra quem se empolga com divulgação científica: dia 18 de setembro vai rolar a cerimônia do 35º Prêmio Ig Nobel. se você não conhece essa paródia do Prêmio Nobel (alguém não conhece??), ele homenageia pesquisas científicas, no mínimo, inusitadas. são estudos que, como eles mesmo dizem, te fazem rir e logo em seguida pensar. vale ficar atento! — site oficial do Ig Nobel

 

5️⃣ exemplo de um Ig Nobel do ano passado

o Ig Nobel que mais achei interessante* em 2024 foi o de Medicina. uma equipe da Europa descobriu que remédios falsos que causam efeitos colaterais dolorosos são mais eficazes do que medicamentos falsos que não causam efeitos colaterais dolorosos.

*confesso que tem outro que gostei mais, mas acho que não seria de bom tom trazer aqui no LinkedIn rslista dos Ig Nobel 2024 no G1

 

6️⃣ lições corporativas de uma banda de black metal

no mês passado, uma das minhas bandas favoritas virou um novelão nas redes sociais. dois integrantes do Cradle of Filth se demitiram no meio da turnê sulamericana, com direito a exposição de DM, acusação de contrato abusivo, problemas conjugais, e até menção a alcoolismo, tudo postado em rede social. a lição? até poderia ter vários insights sobre marketing pessoal ou cultura organizacional, mas deus me livre disso. — matérias no Whiplash

 

7️⃣ pra refletir ✨

A tirinha da cartunista Laerte mostra uma personagem com um chapéu que parece prever desastres. Em quatro quadros, ela aparece em cenários de destruição — uma enchente, um tornado e o rastro de um terremoto — e em todos os cenários, a personagem repete a frase "Eu não disse?". O último quadro mostra a personagem seguindo uma placa de trânsito que aponta para "Eu não disse - a 2km"

deixe um like lá na publicação original da Laerte

 

8️⃣ dica: encontre-se com o artista

você sente que sua criatividade está bloqueada? a Julia Cameron tem uma dica que amo: marque um “encontro com o artista”, um momento semanal dedicado apenas a você e à sua curiosidade, sem a pressão de produzir nada. exemplos:

  • visitar um museu
  • explorar o bairro
  • ir a um show de música ou teatro
  • assistir a um filme antigo
  • sentar em um café e observar as pessoas

a essência dessa prática é que, para que a criatividade flua, a fonte precisa ser reabastecida. e não vale passeio pelo feed infinito das redes sociais, tá? — livro dela tá com desconto na Amazon

 

9️⃣ estudo novo do LinkedIn na área

bora falar de marketing B2B, IA generativa e LinkedIn? a plataforma divulgou recentemente um estudo chamado “AI is the new advantage – B2B Marketing Benchmark”.

ele traz muita informação sobre essa “nova era do marketing B2B”, indicando que 95% dos profissionais de marketing B2B já usam IA semanalmente, mas só 32% dizem ter domínio “extremamente bom” sobre IA.

A imagem mostra a frequência de uso de IA por profissionais de marketing B2B: 46% utilizam várias vezes por dia, 19% uma vez por dia, 26% algumas vezes por semana, 4% uma vez por semana e 5% menos de uma vez por semana, indicando que 95% usam IA pelo menos semanalmente.

de acordo com a pesquisa, o maior benefício percebido não é financeiro, mas tempo economizado: em média 20 horas por semana, considerando diferentes tarefas.

um outro detalhe que chama atenção é o fato de que as habilidades que mais crescem nos perfis de marketing no LinkedIn estão ligadas à IA aplicada: Artificial Intelligence for Business (+121%), Generative AI (+74%) e Prompt Engineering (+43%).

dica de curso no LinkedIn Learning: IA generativa para profissionais de marketing digital, com aulas do Martin Waxman, MCM, APR.

faça o download do estudo aqui

 

🔟 se pudesse, curtia esse post 1.000 vezes

 

tem algo legal pra indicar também? deixe nos comentários e bora aumentar o Listão! 🫶

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83% das pessoas usam IA generativa sem fact-checking (esse número é inventado, mas já chego lá). 👇

Você deve ter visto vários posts com um monte de dados sem fonte alguma aqui no LinkedIn, né?

Com a popularização da IA, isso só aumentou. 🫠

Por melhores que sejam os prompts, não dá para sair publicando o que um GPT da vida gera sem uma revisão crítica.

Você pode até ganhar curtidas com dados inventados, mas basta um comentário pedindo a fonte pra sua reputação ir pro ralo.

👉 Autoridade se constrói com responsabilidade por aquilo que você compartilha. Você pode ir de especialista a embuste em um único post.

A tirinha, de Tom Fishburne, mostra um apresentador em uma sala de reuniões. Ele aponta para um gráfico de pizza com uma fatia grande de 86,4% e diz: "86,4% das pessoas acreditarão em qualquer dado que você colocar em um post do LinkedIn, mesmo que a IA tenha acabado de inventar para provar seu ponto." A plateia, atenta, reage com aprovação. A tira satiriza a falta de questionamento sobre dados falsos postados online.

A arte do post é uma adaptação que fiz de um quadrinho do Tom Fishburne. O original e o artigo que ele fez pra acompanhar são perfeitos também, recomendo a leitura: https://marketoonist.com/2015/08/data-driven.html

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💡 A área de comentários é o espaço mais genuíno de uma rede social profissional como o LinkedIn. É ali que você:

  • mostra que leu o post
  • oferece sua perspectiva
  • se conecta com a comunidade
  • e contribui com valor

Se você quer fortalecer sua reputação por aqui, pelo amor de Deus, não copie e cole comentário gerado por IA.

E por que estou falando disso?

Pesquisando ideias de conteúdo para um cliente executivo, me deparei com o post de um Top Voice que usava uma cena péssima do Monty Python.

A imagem mostra uma cena do filme "A Vida de Brian". Quatro pessoas, três homens e uma mulher, estão sentadas em degraus de pedra. Todos estão vestidos com túnicas escuras e coberturas para a cabeça, com expressões pensativas.

O que estava ruim, piorou quando cheguei na seção de comentários: vários diretores e executivos interagindo com respostas genéricas e visivelmente criadas por IA.

Além de ignorarem completamente a cena mostrada no vídeo, todos os comentários seguiam a mesma fórmula, com frases feitas que não dizem absolutamente nada. Exemplos pra ilustrar o que estou falando:

  1. A genialidade de “A Vida de Brian” está em mostrar como seguimos repetindo padrões absurdos — só mudam os figurinos…
  2. A genialidade de “A Vida de Brian” mostra como a análise crítica e o humor inteligente permanecem essenciais nos negócios…
  3. Monty Python entendeu cedo: ironizar o status quo é expor estruturas de poder que sobrevivem a décadas…
  4. Satirizar o status quo é um dos poucos jeitos de expor absurdos sistêmicos sem criar resistência. A Vida de Brian revela: o contexto muda, mas as armadilhas coletivas seguem…

O algoritmo do LinkedIn pode até entender que você está “engajando com insights” e melhorar seu Social Selling Index, mas vamos ser honestos, não vale a pena parecer artificial só pra ganhar uns pontos a mais lá.

Comentários são parte do seu posicionamento. Se até eles soam automáticos, por que alguém confiaria no seu conteúdo ou na sua liderança?

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A imagem mostra uma arte digital com duas seções distintas: à esquerda, um fundo roxo escuro com o texto "listão do NORIS". À direita, em um fundo rosa claro, há um retrato do autor Rafael Noris, um homem barbudo, de pele clara e com a cabeça raspada, olhando diretamente para a frente e sorrindo. Ele usa um roupão branco e está segurando uma caneca branca, como se estivesse brindando. O estilo da imagem é pixelado, lembrando gráficos de jogos antigos.

oi, aqui é o Noris!

eis a primeira segunda do mês e aqui está a minha prometida baguncinha de 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar.

aliás, a news chegou a 100 assinantes no lançamento, estou emocionado 🥹

bora pra lista logo que “time is money”, já dizia o Super Sam:

1️⃣ você sabe descansar?

descanso não é sinônimo de inatividade, dormir o dia todo ou se perder nas redes sociais, mas sim algo que nos energize. minha dica principal do mês é esse minicurso da Ximena Vengoechea no LinkedIn Learning: “Desbloqueie o poder do descanso para criatividade, produtividade e bem-estar”link

2️⃣ dica de como descansar o corpo

A imagem mostra um diagrama de Venn com dois círculos sobrepostos. O círculo da esquerda representa o "descanso passivo", e o da direita representa o "descanso ativo". Na área de interseção dos dois círculos está a atividade que pode ser considerada tanto passiva quanto ativa (Yoga). Em "Descanso Passivo" temos cochilos, ouvir música, ler um livro e dias de spa. Em "Descanso Ativo", vemos dançar, pular corda, correr e esportes em geral.

esse diagrama é apresentado na aula do curso que está na dica 1.

3️⃣ humana demais

você viu a notícia de que testaram uma IA na gerência de loja por um mês e o robô começou a mentir para clientes e deu prejuízo? deve ser uma delícia ter dinheiro pra desperdiçar com um experimento desses, né — link no O Globo

4️⃣ dica de podcast

você sabia que a Great Place To Work® Brasil tem um podcast? há um tempo venho acompanhando e adoro os papos que rolam por lá, ótimo pra conhecer boas práticas de grandes empresas. chama B2Bench. mais do que recomendo! — link no Spotify

5️⃣ dica de livro

6️⃣ o primeiro “brain-rot”

você já deve ter ouvido falar que “brainrot” foi a Palavra do Ano em 2024, pela Oxford, mas você sabia que a primeira pessoa a usar o termo foi o filósofo estadunidense Henry David Thoreau em 1854? eu não sabia, mesmo ele sendo um crush intelectual da minha adolescência. a expressão aparece no famoso livro Walden, com ele pistolando contra o senso comum e mediocridade da época, enquanto tentava viver uma vida simples, sozinho no bosque.

“While England endeavors to cure the potato-rot, will not any endeavor to cure the brain-rot, which prevails so much more widely and fatally?”

7️⃣ a crise da batata

quando Thoreau citou a “potato-rot”, ele se referia a um desastre real: na década de 1840, ocorreu uma crise da batata na Europa por conta de um fungo que matou mais de um milhão de pessoas só na Irlanda (muito por conta de negligência da Grã-Bretanha). foi uma tragédia brutal, que escancarou desigualdades e provocou ondas de migração.

8️⃣ e já que falamos em “rot” e “brains”

Cena do filme "O Retorno dos Mortos-Vivos", com um close-up de um zumbi feminino decomposto, sem a parte inferior do corpo, gritando de dor sobre uma mesa de metal. Sua pele é verde-acinzentada, o crânio parcialmente exposto e longos cabelos rosas emaranhados emolduram seu rosto angustiado. Há um texto abaixo com a fala "I can feel myself rot".

como me sinto quando sou derrubado pela terrível gripe masculina

no dia 16 de agosto, o filme “O Retorno dos Mortos-Vivos” completará 40 anos. a obra é uma combinação de terror com um humor peculiar e uma trilha sonora maravilhosa, que a tornou um clássico cult. esse filme subverteu as regras do gênero zumbi, apresentando mortos-vivos falantes que anseiam especificamente por cérebros. vale MUITO a pena assistir; é a minha dica de filme do mês — YouTube

9️⃣ aos pais e mães de adolescente

o Instagram mudou as regras pras contas de adolescentes, elas agora são privadas por padrão e com mais ferramentas de supervisão. vale dar uma olhada no post do meu amigo Jorge Freire Jr, do Nerd Pai, pra entender como isso impacta quem tem filhos conectados — link pro blog

🔟 pra fechar com chave de ouro

o post maravilhoso da Thays Ladler, com as 10 tendências no Linkedin que dão ranço:

  1. SEO morreu: Mas ninguém avisou pro meu tráfego orgânico
  2. GEO é o novo SEO: Aqui fizeram um rebranding forçado do SEO, coitado!
  3. Todo conteúdo agora tem que ser carrossel: Sou mais um parágrafo bem escrito do que 12 slides
  4. Comente “alguma coisa” e enviarei “outra coisa”: Aqui ativamos o algoritmo do Linkedin na força do braço

clique aqui para ler a lista completa

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A imagem mostra a capa do livro "Mau Hábito", de Alana S. Potero. O fundo é vermelho, e a capa é uma colagem que apresenta, no centro, o rosto de uma pessoa jovem com cabelos curtos, laço azul e maquiagem. Ao redor, há sapatos de salto alto, um crânio, pássaros e flores.

No último domingo de agosto, o projeto Leia Diversidades voltará à Praça Ângelo Ferrari, no centro de Pedreira/SP, para mais um encontro literário. Desta vez, com “Mau Hábito”, da escritora espanhola Alana S. Portero.

Você pode comprar o livro com desconto na Amazon.

Publicado no Brasil pela editora Amarcord, Mau Hábito é um romance com toques autobiográficos que retrata a infância e adolescência de uma menina trans na periferia operária de Madri, durante os anos 80 e 90.

A protagonista cresce em um ambiente marcado por repressão, violência e conservadorismo, mas também por afeto, cultura popular, religiosidade e resistência cotidiana. A escrita de Alana alterna delicadeza e contundência, faz da dor uma matéria sensível e literária, sem ceder ao vitimismo nem à espetacularização.

Alana escreve a partir das margens, sem abrir mão da beleza formal nem da força política. Ela nos convida a olhar com mais atenção para as vidas que existem fora do centro: vidas complexas, dignas, poéticas.

Quem é Alana S. Portero?

Alana nasceu em 1978 no bairro de San Blas, zona periférica de Madri. É historiadora com especialização em História Medieval, dramaturga, atriz, poeta e ativista transfeminista. Cofundadora da companhia teatral STRIGA, ela já publicou cinco coletâneas de poesia e tem atuação destacada na cena cultural e política da Espanha. Mau Hábito é seu primeiro romance.

A autora tem se tornado uma voz importante nas discussões sobre transfobia, desigualdade, feminismo e classe. Com ironia, doçura e força, ela defende a centralidade das experiências dissidentes e a necessidade de novas narrativas no imaginário coletivo.

Sobre o encontro

📚 Livro: Mau Hábito, de Alana S. Portero
📍 Local: Praça Ângelo Ferrari – Centro – Pedreira/SP
📆 Data: 31 de agosto de 2025 (domingo)
Horário: 15h

Não é necessário ter lido o livro para participar, mas fica aqui o convite para se preparar para a leitura e, quem sabe, trazer alguém que possa se identificar com essa história.

Siga o @leia.diversidades no Instagram para acompanhar todas as atualizações.

Atualização pós-evento

“Como posso ser útil para minha rede hoje?”

Essa pergunta do Samuel Leite me fez parar a leitura do livro e vir aqui recomendar ele pra vocês, mesmo sem ainda ter terminado de ler.

(Não é como se eu tivesse no comecinho… já estou na página 95 😅)

O livro “Conecte, Influencie, Venda” trata de #SocialSelling e é uma leitura indispensável pra quem quer entender como construir autoridade online. Mesmo já trabalhando com o tema aqui na Digitale (inclusive com o próprio Samu), encontrei na obra reflexões, dicas práticas e contextualizações que servem tanto pra quem está começando quanto pra quem já manja do assunto e quer evoluir.

Homem branco, de barba cheia e cabeça raspada, sorri levemente e segura com uma mão o livro “Conecte, Influencie, Venda”, de Samuel Leite, enquanto aponta para ele com a outra mão. A capa do livro é azul com letras brancas e amarelas. Ele veste uma camiseta preta com estampa da banda Misfits. O fundo é neutro, de parede clara.

Embora aborde redes sociais de forma geral, o livro tem um foco especial no LinkedIn e, por isso, trouxe essa dica aqui. Tenho certeza que muitos dos meus contatos se beneficiariam da leitura.

Alguns destaques do que você encontra no livro:

  • um panorama do Social Selling no Brasil;
  • inovações de vendas no mercado B2B;
  • dicas pra extrair mais do LinkedIn;
  • cases de empresas e líderes;
  • a experiência do Samuel como Top Voice no LinkedIn;
  • explicações sobre as métricas do Social Selling Index;
  • um olhar empolgado sobre a construção coletiva de conhecimento (que é o que mais me anima ❤️ ).

Se você tem Kindle, o livro está disponível no Kindle Unlimited.

Espero que com essa dica de leitura eu tenha sido útil para minha rede hoje 😉

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A imagem é uma ilustração que mostra três pessoas à esquerda, imersas em seus smartphones, com balões de fala exibindo o logo do Instagram. À direita, um homem observa os outros com uma postura pensativa.

Bora ser um pouco menos emocionado e mais cético com as grandes novidades que aparecem aqui?

O tanto de post que vi de influencers de #marketingdigital aqui falando que o Instagram agora vai ter conteúdo indexado no Google não é brincadeira.

Não comentei em post de ninguém pra não parecer deselegante, mas… Isso foi novidade lá em 2020, sabe?

Desde o início daquele ano isso acontece com contas profissionais públicas. E não é algo que está chegando agora no Brasil, porque já faz MUITO tempo que faço buscas no Google e topo com reels e posts dessa rede social.

Se estiver em dúvida, é só clicar aqui: https://help.instagram.com/147542625391305/

Será que o ChatGPT inventou essa grande novidade pra algum especialista que replicou isso sem checar as fontes e gerou essa onda?

Não sei, só sei que quem compartilha isso nunca mostra fonte alguma, o que já deveria deixar as pessoas com pé atrás. #quetistreza

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Imagem com fundo azul escuro e elementos rosa. No centro, está escrito "Radar Sonoro" em branco e ao lado da última letra "o" há quatro linhas amarelas curvas, simulando ondas sonoras.

Escrever #newsletter é uma delícia, é onde sinto que as marcas conseguem conversar com mais sintonia com seu público, fora da loucura. E escrever pra Mercado Sonoro é uma delícia, porque junta um tema que amo (podcasts) e outro que, modéstia a parte, tenho certo domínio (marketing de conteúdo).

Pra primeira edição, escrevi sobre um tema que é muito comum ver em reuniões ou conversas mais informais, que é dos profissionais ou empreendedores acharem que seus negócios não são “interessantes o suficiente” pra ter um podcast.

TODA. MARCA. TEM. ALGO. ÚNICO.

Às vezes o que falta é o parceiro certo pra você conseguir enxergar isso 😉

Dá uma passadinha lá na news pra prestigiar o colega aqui e, se o tema for do seu interesse, assine pra receber as próximas edições.

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A imagem mostra uma arte digital com duas seções distintas: à esquerda, um fundo roxo escuro com o texto "listão do NORIS". À direita, em um fundo rosa claro, há um retrato do autor Rafael Noris, um homem barbudo, de pele clara e com a cabeça raspada, olhando diretamente para a frente e sorrindo. Ele usa um roupão branco e está segurando uma caneca branca, como se estivesse brindando. O estilo da imagem é pixelado, lembrando gráficos de jogos antigos.

oi, aqui é o Noris e essa é a minha nova newsletter mensal!

uma baguncinha de 10 coisas que achei por aí e quis compartilhar (livros, cursos, memes, plantas, vagas, rolês e outras aleatoriedades).

imagino que ela pareça um pouco bruta, mas juro que vou refinar ela a cada edição. talvez melhore o nome ou o banner ou o jeito de escrever as dicas, mas o importante nesse momento é dar vida à ideia e botar ela pra andar, mesmo com alguns tropeços.

e assim: eu prometo publicar a news toda primeira segunda do mês se você prometer ler ou interagir com o conteúdo.

combinado? então, bora pra lista!

1️⃣ um livro que devorei como um animal

eu li “A Vegetariana” no começo do ano porque queria conhecer algo da pessoa que ganhou o Nobel de Literatura em 2024. surpresa maravilhosa! reli mês passado pro encontro do Leia Diversidades. poético e brutal na medida certa, recomendo MUITO! tá com desconto na Amazon: link

2️⃣ curso online muito interessante

se você é pai, educador ou um curioso da tecnologia e tem acesso ao LinkedIn Learning, FAÇA o curso “Generative AI for Kids: A Parent’s Guide to Teaching the Future of Technology”, do Jules White. sério, terminei ontem e ele tem sugestões de atividades e usos da IA que podem mudar sua forma de interagir com essa ferramenta e ensinar crianças a explorarem ideias ao invés de buscar respostas ali, além de desenvolver o senso crítico com a ferramenta. link

3️⃣ já viu o esqueleto de um ornitorrinco?

essa é, provavelmente, a coisa mais estranha que vi no mês passado: link

4️⃣ dica cultural bairrista

se você estiver por Pedreira/SP, visite a exposição “Leito em Porcelana: Arte como Construção da Memória”, do João Ferreira, no Museu da Porcelana de Pedreira. grátis, lindo e em exibição até 10 de agosto. link

5️⃣ dica cultural pra região

galera de Campinas e região: no Dia do Rock (13 de julho) vai rolar um festival na Praça Arautos da Paz. e vai ter Crypta de graça, eu não estou nem me aguentando de ansiedade.

6️⃣ o que plantar no friozinho de julho?

se você curte jardinagem (eu amo!), confira as sugestões de plantio da Érika Canton para este mês. link

7️⃣ matéria que merece pausa

a Time soltou uma matéria com um alerta importante: “ChatGPT May Be Eroding Critical Thinking Skills, According to a New MIT Study”. vale a leitura: link

8️⃣ ai!

9️⃣ por que chamamos quem amamos de chuchu?

descobri esses dias que não é comparação com o “chuchu” sem graça, mas vem do francês chouchou, que pode ser traduzido como “querido”, mas literalmente seria “repolhinho”, algo pequeno que precisa ser cuidado. outro fato curioso é que por lá os adultos contavam pras crianças que os bebês nasciam em repolhos. a língua e a criatividade das pessoas é uma doideira, né? link

🔟 lição de vida pros meus colegas de profissão

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É uma delícia ver uma iniciativa nossa ter impacto positivo na vida de outras pessoas, né?

Eu coordeno o #LeiaDiversidades desde 2019 em Pedreira/SP. É um encontro na praça pública pra falar de literatura. Totalmente gratuito, totalmente aberto a quem quiser chegar.

Quando eu criei o projeto, eu nunca tinha participado de um clube de leitura, só sabia que queria estar em um.

Como na minha cidade não tinha nada parecido, inventei o meu. Felizmente, tinha amigos que toparam embarcar junto. Assim, juntos é que fomos moldando a dinâmica dos encontros, na base de erros, acertos, tentativas e muita troca boa.

A pandemia, claro, deu um freio em tudo, já que não tinha sentido fazer online: o Leia sempre teve dois objetivos, um que é estimular a #leitura e outro que é aproximar as pessoas da cidade, dos espaços públicos, umas das outras.

No entanto, quando voltamos em 2023, quase tudo tinha mudado: muita gente antiga não conseguiu mais vir, eu mesmo estava com dificuldade de retomar o ritmo de leitura. E você, também sentiu isso?

Mas, aos poucos a roda voltou a girar. Vieram rostos novos, gente de cidades vizinhas, trocas que me lembram por que esse projeto existe.

Pra entender melhor a motivação de quem estava ao meu lado nesses novos caminhos do Leia Diversidades, lancei uma pesquisa simples nas redes sociais: como o Leia Diversidades contribuiu pra sua relação com a leitura?

E aí volto pro começo:

É bom demais ver que nosso esforço mexe com as pessoas, com suas perspectivas e hábitos!

🔹 “O Leia me apresentou obras e autores que se tornaram muito queridos! Os encontros são leves e as trocas valem a pena 🥰”

🔹 “O Leia foi muito importante pra eu voltar a ler, e é sempre legal conversar sobre os livros, ver outros pontos de vista. Eu adoro 👏👏”

🔹 “O Leia apresenta leituras maravilhosas, e as trocas são muito ricas pra trazer perspectivas variadas sobre o mesmo livro. Recomendo 😚”

🔹 “Nosso grupo me despertou o hábito da leitura. Em 2024 e nos anos anteriores não havia lido sequer um livro. No entanto, do início deste ano até aqui, já li 4 livros e estou lendo um quinto. ”

Comentários assim fazem tudo valer a pena, cada divulgação realizada, livro lido, tema estudado, cada roda na praça.

Neste domingo agora tem mais um encontro, dessa vez sobre “A Vegetariana”, da Han Kang. Um livro tão poético quanto brutal (fica a dica!), e eu já estou curioso pra ver os debates que esse livro vai gerar.

Se você for de #PedreiraSP ou região, chega com a gente neste domingo (29/06) às 15h na Praça Ângelo Ferrari.

Mosaico com 4 fotos de diferentes encontros, uma das fotos mostram pessoas sentadas numa praça arborizada conversando em círculo, outra foto mostra uma selfie de grupo, onde seguram o banner do projeto Leia Diversidades e exemplares do livro discutido. A imagem tem um filtro vermelho que é da identidade visual do projeto. No centro, o logo do Leia Diversidades, que é livro aberto com um punho erguido com as cores do arco-íris + o marrom e preto na página da esquerda e na página da direita está escrito Leia Diversidades. Embaixo do logo, há o nome de usuário do projeto no Instagram, que é @leia.diversidades.

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