🎶 “Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes…”

Uns dias atrás, escrevi aqui que tá tudo bem usar IA pra escrever (e continuo achando, tá).

Mas quero dar meu testemunho sobre o valor de escrever sem IA:

🧘‍♂️ Só você, uma página em branco, um lápis e a sua máquina orgânica de pensamentos.

Depois que li “O Caminho do Artista”, da Julia Cameron, criei o hábito de fazer as páginas matinais que ela cita na obra. São três páginas escritas à mão, todo dia, logo depois de acordar, no estilo fluxo de consciência.

Foto de uma mão segurando lápis, com uma folha embaixo, e um gato deitado ao lado da pessoa que está escrevendo.

Como todo novo hábito, é cansativo criar e manter ele (ainda mais se você for TDAH como eu), mas os benefícios compensam MUITO.

Essa escrita sem filtro me ajuda a:

✍️ organizar pensamentos
🧠 ter mais clareza mental
⚡ estimular criatividade
🚪 e abrir saídas quando tudo parece travado

Não é um exercício pra escrever um texto bonito, é pra se escutar, pra se entender e no percurso resolver até problemas que você não sabia que tinha.

Bem na linha do que a galera diz que “não é terapia, mas é terapêutico”.

Escrever sem expectativa de performance pode ser mais transformador do que qualquer método de produtividade. Sei que é uma afirmação enviesada, um redator dizendo isso, né, mas confia.

E se você pulou tudo na sua leitura dinâmica só pra ver como eu terminei esse texto, saiba que: pode usar IA pra escrever seus textos, sim, mas experimente escrever por conta própria de vez em quando também. 😉

Gente, tá tudo bem escrever com ajuda da IA, não precisa se justificar e fingir que ama travessão desde criancinha.

Mesmo que você não saiba como inserir essa bodega no teclado — eu não sei até hoje — é claro que você pode ir num documento mais técnico e copiar+colar ela no seu texto pessoal. #pas

Foto de um robô trabalhando para uma homem

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A imagem mostra um homem executivo sentado, de frente a uma mesa com notebook.

Você acha que a sua presença aqui no LinkedIn ajuda sua carreira ou a empresa onde trabalha? 🤔

Hoje saí de uma reunião com um CEO que abriu o jogo: ele não tinha certeza se valia a pena investir o tempo dele aqui.

Parecia muito esforço pra pouco retorno (e talvez isso devesse ficar com o marketing e vendas).

Achei essa dúvida super válida, daquelas que faz a gente pensar sobre o real benefício de investir aqui.

Esses tempos escrevi sobre isso no blog da Digitale, uma pesquisa da FGV mostrou que metade dos CEOs das maiores empresas do Brasil são ausentes ou pouco ativos no LinkedIn.

Essas organizações estão bem, mesmo com seus líderes fora daqui.

Por isso foi uma dúvida honestona (e gostei demais dele ter sido direto).

Mas esse estudo da FGV mostra que quem está presente colhe bons frutos:

Marcas com CEOs ativos são percebidas 23% mais positivamente pelos consumidores;
✨ Mostra o CEO como alguém que se importa com os stakeholders;
✨ Amplia a visibilidade e confiabilidade da marca;
✨ Fortalece os valores organizacionais da empresa;
✨ Gera efeito positivo na reputação e, indiretamente, no desempenho financeiro.

Estar aqui é definitivamente um espaço estratégico para líderes construírem presença, é algo que vai envolver esforço e, inclusive, resultados que não são imediatos. Maaaas…

É esse tipo de esforço que muitas vezes abre portas que nem imaginamos.

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