Sábado foi dia de exposição de Instagram e caminhada fotográfica em Joaquim Egídio. O Miguel, todos sabem, adora tirar fotos, mas dessa vez ele foi só pra passear e ser modelo.

Look do dia:

Essa camiseta linda ganhamos da Marisol 😀

Esta foi a primeira Caminhada Fotográfica que participei, ela fez parte do Festival Hercule Florence que rola todo ano aqui em Campinas. Foi também a primeira caminhada de Instagramers, embora tivesse mais gente com câmeras do que com celulares rsrsrsrs.

Eu estava muito empolgado, já que estava ajudando na Exposição e na divulgação do evento, mas uma chuva que começou uma hora antes do passeio me deixou com muito medo de que não fosse dar certo. Mas ela parou, – Ufa!

Foto que tirei da Caminhada Fotográfica, antes mesmo dela começar.

Depois de arrumado o varal de fotos no Restaurante da Capela, saímos para fotografar. A trilha que desenhamos devia dar uns 3 quilômetros, mas com o Miguel andei pelo menos 30, correndo de lá pra cá.

Biquinho :*

A parte que o Miguel mais curtiu do passeio foi quando paramos num local de treinamento de cavalos, ou sei lá o que era, porque tinha uns bodes também, estes aliás quase me mataram de susto com seus bodejos (som do capeta), umas galinhas e trator.

Ver um estábulo (ali atrás) me lembrou de The Walking Dead. Vício.

O que me surpreendeu foi o fato de que a bateria do palmitinho acabou antes da bateria do iPhone. E no meio da Caminhada hahahaha mas ser pai é isso, né? O meu pai diria “alguém tem que se foder“, mas prefiro a frase da Gelol não basta ser pai, tem que participar, e que seja participando como uma cama com rodinhas.

Quem não tem cama, dorme na cadeira.

E depois de toda essa agitação fomos pra casa da vovó Cláudia, pra ela matar saudades do menino e pra gente descansar, pra ter energia no outro dia, o suficiente pra virar a casa da Kira de ponta-cabeça no niver da filhota dela.

Faz uns dias que o Miguel veio cheio dos porquês. O porque eu não sei, mas não curto a lei do “olho por olho” e não lhe farei esta metapergunta.

“Curiosidade não é pecado, Miguel Potter, mas é preciso ter cautela quando estamos diante dela” DUMBLEDORE, Albus

Geralmente a conversa começa assim: “pai, papai… que que cê tá fazeno?”, “tô lendo”, “por quê?”, “porque o papai gosta de ler histórias, você não gosta também quando eu conto uma pra você?”. Rá, saída de mestre. Se eu não fecho minha explicação com uma pergunta, sempre vem mais um “por quê?”.

Nem sempre eu consigo pensar numa resposta boa pra acabar com os “porquês”, mas instituí que tenho de responder no máximo 2 porquês seguidos, senão eu falhei.

E vocês, como lidam com seus Zequinhas?