8 de outubro de 2013

Ela virou uma estrelinha

Semana passada a nossa cachorrinha São Bernardo morreu. Ela já estava bem velhinha, tadica, e estava com a gente há quase 10 anos.

Última foto da Mel

Já falei por aqui da relação que ela tinha com o Miguel desde que ele era pequeno, mas desde que ele começou a ficar mais tempo na escolinha eles acabaram se distanciando, então a dor maior foi do restante da nossa família. Mas como abordar a morte com uma criança tão pequena?

Ele já havia tido um primeiro contato com esse tipo de perda em junho, quando a cachorra da Bruna morreu. Para informá-lo do ocorrido, dissemos: "A Meguinha morreu e virou uma estrelinha, que nos observa lá do céu". Na época, ele pareceu aceitar a ideia, mas repetia sempre que via a Bruna a mesma frase. Ele gostava da velhinha, a santa do almofadão como a chamávamos, mas ela gostava de sossego e fugia dele hehehehe.


Quando assistimos o King Kong de 1933, no final do filme ele disse triste: "O King Kong morreu... E virou uma estrelona", achei fofa a sensibilidade.

Entre as coisas mais divertidas que ouvi dele sobre isso é que ele construiria um foguete para ir buscar as cachorras de volta.

Alguns dos meus leitores já passaram por essa situação ou parecida? Como foi?
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